El Cid

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¿¿¿Porque no te callas???
No robe los picassos de El Cid o la Santissíma Inquisición lo mandará para el colo del capeta!!!

Cruzada7.jpg Este artigo é relacionado à história.

Não estranhe se ler que a Guerra dos Cem Anos durou foi 116.

Rodrigo Díaz de Bivar, Rodrigo Díaz de Vivar, ou Ruy, para os íntimos, ou ainda El Cid Campeador, para os lambe-sacos e só Mio Cid para os passivos, foi um dos maiores cavaleiros medievais da Idade Média. Ele está ao lado de Carlos Magno e seu sobrinho Rolando com sua espada Durindana, Siegfrid, Lancelot do Lago, Cú Chulainn (não confundir com outra coisa!), Hildebrando, Duque de Lencastre, Rei Artur, Gawain, Godofredo de Bouillon, Fionn Mac Cumhaill, e Beowulf.

Os Cavaleiros que dizem ni não eram páreo para ele. Adivinhem justo ao enfrentar quem é que o cavaleiro sem cabeça ficou descabaçado, ou descabeçado?

Fontes sobre El Cid Campeador[editar]

Os feitos feitosos e bravios do Cid deixaram a Espanha boquiaberta. Em sua memória escreveram um livro de bajulação em forma de poema rimado, a “Canción de Mio Cid”, onde provam que ele deu nó no pingo d'água e assobiou e chupou cana ao mesmo tempo. Porém outros livros mentirosos apontam que ele era um tremendo de um jogador de futebol, juiz, advogado, político mercenário.

Segundo o Cantar de Mio Cid, o home fez mais que Brutus, que, nos primeiros anos de Roma, logo após Rômulo dar um pau de quebrá osso, fudida, comida presente ao seu respeitoso irmão Rêmulo, cortou uma rocha ao meio, ou o Warren Beatty, que diz ter comido 10 mil mulher (pensa nos tramboio que o home faturou pra poder fechá uma conta dessa...). Como ele era um mata mouro de primeira (mata mouro era como os portugas e migelitos chamavam os capitão nascimento da época), não deixava sair um só mouro com a cabeça sobre os ombros na sua vista, o rei de Castela chamou-o pra servi-lo como seu cavaleiro e representar o condado de Bivar, origem de seu título e da nobreza de sua família. Mas o rei morreu, e como todo rei que segue a lei germânica, decidiu dividir seu reino entre TODOS os seus filhos. Como o home tinha 10 fio com a muié registrada em cartório e mais uns 10 esparramado entre as piriguetes, Castela ficou um retalho só. El Cid achou isso um desaforro e se aliou a um dos filhos do rei Fernando, o rei Sancho, que acabou sendo morto pelo próprio irmão, Alfonso VII. Alfonso herda tudo o que era dos irmãos, mas a sombra da desconfiança de que ele era responsável pelo sangue dos irmãos (será? De onde tiraram essa idéia nefasta?) fazia com que o trono pendesse diante do descrédito de seus cavaleiros, que representavam o único exército na época. Assim o Cid resolveu o problema rapidamente: “Alfonso, jura por Deus, com a mão sobre a Bíblia Sagrada, que vc não teve nada a ver com a morte de seus irmãos?”. Talvez fosse uma pergunta cabível de um cavaleiro para seu rei, se estivessem a sós numa boate, mas como isso foi feito na reunião da corte, de todos os nobres da Espanha, na entrada do castelo real e diante do mercado municipal, e soar como uma ordem, não deve ter agradado muito ao rei não. Ele jurou pela Bíblia e planejou exterminar dar novas oportunidades na vida do Cid. Ele foi desterrado – é o que se faz quando se faz uma autópsia de um defunto morto, ou também é decretar que o infeliz deve partir do país e não voltar mais, sabe-se lá pra onde for – e que não deveria levar nada consigo, nem ser alimentado por ninguém até sair do reino, num prazo de 2 minutos ou ser fuzilado com a guilhotina. Como ele tinha puxa-saco de monte, 200 cavaleiros seguiram-no para o exílio. Aí começa a contenda. O que esse home de Deus ficou fazendo durante tanto tempo exilado? A Gesta de Mio Cid informa que ele seguiu fiel a seu rei e fez guerras aos mouros, excetuando um só o emir de Valença, que virou seu amigo depois de o ter ajudado a resgatar seu trono de fanáticos da Al Quaeda extremistas califas Almorávidas. Depois foi chamado trocentas vezes a serviço do rei quanto este se viu en-cu-ralado, en-cu-rabado e en-cu-estrepado, sendo sempre fiel e devotando ao rei parte dos saques angariados durantes os raids contra os mouros e nobres renegados contra o rei, mantando mais de mil incrusive o delegado se ele for abusivo, e sem perder nenhum de seus 200 cavaleiros – nem uma perna sequer – nem sequer um dedinho da mão, o que aposentadoria compulsoriamente tal cavaleiro, que a partir de então iria fazer média com a aposentadoria do Lula. O único problema é que ninguém sabe até hoje quanto ele roubou, rapelou rapinou nas ações militares. Já outros documentos apontam que El Cid foi um tremendo de um mercenário, agindo tanto contra o rei de Castela, como contra os pequenos emires, como contra os Califas Almorávidas ou os Califas Almoádas, ou os Fatimidas, ou os Olmíadas, os Sefáridas, os Safávidas, os Ayubidas, os Samânidas, os Aglábidas ou califa de qualquer raio que o parta de facção religiosa independente dos Abássidas. Ou seja, ele estava contra Deus e contra o mundo, só trabaiando pra quem pagasse mais dinheiro. E mais: não mandava porra nenhuma de parte do espólio pro rei de Castela, não sendo merda nenhuma de fiel, elevando Valência (que ficou pra ele após a morte do Emir amigão) a um reino independente, e quase tão rico e extenso quanto Castela, que pretendia transmitir a suas 2 filhas.

Cuidado com o ferro do Cid!

Feitos do Cid[editar]

pra mim um dos feitos mais importantes do Cid foi quando ele descobriu que os noivos de suas filhas, estes filhos do Conde de Barcelona, queriam dar o golpe da barriga nelas, ou antes, o golpe do baú, e secretamente zombavam do Cid por ele ser de uma nobreza mais baixa que seu pai, o conde (que também o chamava de Cido, Cid Grampeador ou de Cid Moreira, o que enfezava o Cid sobremaneira). Ele então manda fofá o pau (o de madeira, desvirginar os genros na frente das filhas não devia ser uma atitude muito sensível e adequada pra família assistir) nos genro. Outra do Cid foi sua morte. Uns dizem que ele morreu na cama, vai saber fazendo o que. Mas outros dizem que ele morreu 2 vezes em campo de batalha. Isso mesmo! Isso que é cabra homi! Durante uma das tentativas dos Almoádas de Yousuf saírem do Marrocos e destruir os reinos cristãos da Espanha, um dos primeiros reinos na mira era justamente o de Cid, Valença. Depois de muitos dias de muita pancadaria, eis que o Cid volta ferido de morte pro seu castelo. E agora? Quem vai nos defender? Sua mulher, Xana Ximena, arranja uma poção que levanta defundo, melhor que viagra, deixa tudo duro, e joga encima do defunto marido. Ela queria um pouco de descontração melhorando a rigidez cadavérica antes do enterro? Nãaaoooo!!! jogam o corpo do Cid, mais duro do que nunca, encima de seu cavalo, ponham em sua mão a sua espada, conquistada de um emir mouro, e não vou me alembrar do bendito do nome da espada – também, é que ele tinha duas: Colada e a Tizona; metem um prego na bunda do cavalo e o que acontece: bem de manhã Yousuf não sabe o que faz da vida: óia o home ali vivinho! Mas eu num tinha matado esse praga dos inferno!? É fantasma?! Vou me suicidar-se a mim mesmo! E o Cid ganhou a batalha mesmo depois de murrido. Qualquer biblioteca tem o livro com as canções sobre o Cid, e podem ter certeza, é muito melhor ler isso que os livro do Paulo Coelho.