Elis Regina

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Gauchodanc.jpg Mas bah, tchê!

Este artigo buenaço e tri-legal é do mais puro humor gaudério dos pampas, vivente, então veste tua bombacha, recolhe teu pelego no galpão e toma um mate amargo com a gente, macanudo!

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Tapa na pantera.jpg Elis Regina dá um tapa na pantera!

E é aprovado pelo Tio Bob!

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Elis Regina foi a maior suicida e entusiasta da coprofilia da história da música popular brasileira. Conhecida também por ser mãe dos cantores mais chatos da dita nova MPB.


Infância e Adolescência[editar]

Quando menina foi educada na base de pancada rígida disciplina. Resolveu fugir de casa e instalou-se temporariamente na Casa das 7 Mulheres Lésbicas, de onde foi expulsa ao ser flagrada (por uma das lésbicas) na cama com Giuseppe Garibaldi – sim, ela gostava de macho, sim senhor. Com apenas 16 anos, perambulou pelos pampas gaúchos cantando musiquinhas insossas que davam vontade de vomitar, de seu primeiro álbum “Viva a Brotolândia”. O album foi banido do RS por sua péssima qualidade musical e por ter sido considerado uma afronta ao orgulho gay gayucho.

Vida Afetiva[editar]

Hélice, simulando o nado costas de Iemanjá, em Arrastão

Sua insistência em querer sair com toda a gauchada tornou-a persona non grata na região. Resolveu tentar a sorte em qualquer canto do Brasil que tivesse uma porcentagem de homens heterossexuais superior à de sua terra natal. Acabou indo parar no Rio de Janeiro, onde conheceu Ronaldo Bôscoli (escravo sexual de Maysa), que a fodeu como ela queria, mas também no outro sentido da palavra. Em resumo, comeu o pão que o diabo amassou com o fanfarrão. No mais, provavelmente com ele, e por causa dele, passou a cheirar gatinhos. Tiveram um filho que não herdou nenhum talento artístico dos pais.

Seu segundo casamento foi com César Camargo Mariano. Ao que tudo indica, foi com ele que Elis começou a exercitar a arte da coprofilia. Deu um chega pra cá no pianista numa noite chatésima cult, assistindo ao chatíssimo Morangos Silvestres, enviando-lhe um bilhete surreal: “gosto de você pra caralho, quero você pra caralho, caguei”. Teve com ele dois filhos que não herdaram praticamente nenhum talento artístico dos pais. Sua última conquista foi o cantor Fábio Junior, para desespero de Gilberto Gil, que ainda tinha esperanças de um dia comê-la. As más línguas dizem que Elis e Rita Lee se pegavam. Pura bobagem. Elis gostava de macho. Gostava tanto que foi dela a iniciativa de se aproximar de Rita após vê-la chupando um microfone. Achou que elas deveriam ter muito em comum. Era a “musa inspiradora” de Milton Nascimento, a quem sempre quis pegar, mas em vão, dadas a (des) orientação sexual do compositor.

Elis ganhou o apelido de Pimentinha porque, quando cantava, também incomodava o Sr. Wilson, mas ela nunca fazia por mal como sempre.... Quando desfiava "pérolas" como Fascinação e Aprendendo a Jogar, o Sr. Wilson pegava um disco do Lacrimosa e punha beeeem alto, para não ouvir a pobre Elis a Pimentinha.

O sucesso[editar]

O sucesso chegou no Festival da TV Excelsior de 1964, quando interpretou Arrastão, de Edu Lobo. Elis chamou a atenção do público com sua inovadora coreografia girando alucinadamente os braços pra trás, parecendo um helicóptero, o que lhe rendeu o apelido de “Hélice”, inventado por Tom Jobim. Na verdade, a coreografia simulava um “nado costas” e era uma alusão à forma como Iemanjá nada nos mares, de modo a proteger os pescadores. Após cheirar quilos de gatinhos participou de uma das passeatas mais nonsense da cultura brasileira, a Passeata Contra as Guitarras, ao lado de Gilberto Gil, que contra as guitarras não tinha nada, mas estava louco para comer a Elis, então foi.

Morte[editar]

Como vários elementos da classe artística reacionária que viveram nos anos de chumbo, Elis morreu e foi enterrada por Henfil numa cova rasa. Após anos se humilhando e se desculpando com o cartunista por ter bajulado os milicos (leia-se: ter cantado o Hino Nacional no Maracanã), finalmente conseguiu o perdão geral cantando “O Bêbado e o Equilibrista”, que virou o hino da Anistia. Mas como ela própria nessa época era a embriaguez em pessoa, não tardou para trilhar o caminho clássico da morte por overdose acidental por excesso de ingestão de psicotrópicos.