Emoschwitz

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Hitler curtindo um som do Fresno. Emoschwitz é emo.

Se você não respeitá-lo(a), um deles chamará o Adolfinho para lhe transformar em purpurina.


Cquote1.png Emoschwitz foi certamente uma incansável luta por parte dos nazistas por um mundo melhor, sem emos e sem os malditos judeus. O nazismo nunca poderá ser esquecido, para servir de exemplo para as futuras gerações. (aplausos de pé pela platéia) Cquote2.png
ONU, em um discurso de homenagem depois do encerramento de Emoschwitz.

Emoschwitz foi um campo de concentração de Adolfinho, para exterminar de vez por todas os emos presentes na Polônia. Foi um campo de concentração muito aclamado mundialmente, recebendo prestígio da ONU, dos EUA, da Rússia, do Adolfo e do Barack Obama. No lugar do campo, foram feitas estátuas de Adolfinho e homenagens de várias pessoas ao redor do mundo, por terem acabado um pouco com esse mal do século XX.

O Emocausto[editar]

Portão principal de Emoschwitz I, na Polônia, e algum idiota andando. A mensagem da placa diz "Arbeit macht frei", que significa "morte aos emos", virando depois de anos um ícone de heroísmo e um mártir.

Os emos removidos das ruas, foram enviados para esse campo por não poderem permanecer nelas (o risco de contaminação era muito alto), nem ser mandados para aterros sanitários (O mesmo problema, nenhum lixeiro iria querer mais trabalhar). Com base em estudos científicos de algumas cobaias capturadas durante a guerra, foi desenvolvido um sistema que poderia trazer de volta uma minúscula parcela dessas criaturas abomináveis (apenas os que sobrevivessem ás sessões de terapia) de volta ao convívio humano digno.

Nesse lugar abençoado pelos deuses, iniciava-se uma terapia de choque, patrocinada pela ONU e por cada ser humano do planeta. Primeiramente, era raspada a cabeça do/da espécie, que consistia em um grande choque e sofrimento, assim, nessa primeira etapa da desdemonização, metade morria, enquanto a outra metade era levada a celas individuais e escuras, onde choravam até secar as lágrimas ou a maquiagem ser removida por conta delas.

A segunda parte do tratamento consistia em remover o resto de maquiagem e qualquer outro apetrecho emo que estivesse sendo carregado junto, o que geralmente os deixava totalmente nus. Sem a maquiagem, a franja sebosa e os demais apetrechos, muitos entraram em estado de choque ou catatonia, sendo forçados a revisar a vida e valores humanos.

A terceira e mais traumática fase da terapia era a reaprendizagem da dignidade, na qual eram proibidos de falar miguxês, dar crises de choro ou tentar se matar de qualquer maneira. Qualquer tentativa de qualquer dessas coisas levava a um corretivo imediato (como queimar uma capricho na sua frente ou destruir uma pulseira rosa e preta).

Foram poucos os que conseguiram se reintegrar a sociedade, se tornando pessoas de bem, ou quase, voltando a emidade por recaídas com crises de choro ou fakes miguxos no orkut, mas sem tentar corromper os humanos normais.

Desfecho de Emoschwitz e novo ponto turístico[editar]

Por falta de pessoas competentes para cuidar dessa importante tarefa sem perder sua saúde mental, o campo acabou fechando 8 anos após sua abertura, deixando um saldo de 560.000 emos a menos, ou seja, uma bela faxina. Apenas 13 ex-emos conseguiram sair de lá relativamente humanizados. Anos depois, Emoschwitz foi feita de ponto turístico, passando por todo o campo, o que durava cerca de três horas. Depois da abertura, o PIB da Polônia subiu drasticamente, pelas milhões de pessoas que visitavam todos os dias. Emoschwitz certamente é um paraíso na Terra e merece ser uma das maravilhas do mundo, junto com o Holocausto.