Encyclopaedia Britannica

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
D opressaoromana.jpg Este artigo é relacionado à história.

Lembre-se que o cangaço não predominou em todo o Nordeste.

Página extraída de uma das primeiras edições da encicoplédia enciclopédia
Encyclopaedia Britannica é um nome mais metido a besta elegante da Encicoplédia Enciclopédia Britânica, obra composta por mais de 4200 volumes que causava pânico entre os pais de alunos do ensino fundamental.

Cquote1.png Ela possui todas as informações que seu filho precisa para as pesquisas escolares! Cquote2.png
Vendedor da enciclopédia, antes do Google

Atualmente, os livros foram deixados de lado e passou-se a produzir a obra em forma de CD, que pode ser facilmente transportado sem o auxílio de carrinhos de mão e armazenado sem a necessidade de um quarto extra. Entretanto, quando o Google ainda não tinha sido inventado pela Microsoft, a enciclopédia era de papel, vendida por seres que rivalizavam em chatice com os vendedores da Enciclopédia Barsa e da Coleção Nosso Amiguinho. Hoje, tal posto é ocupado pelos Operadores de Telemarketing, que teriam sido treinados por seus antecessores.

História[editar]

O Surgimento[editar]

Ferro a carvão produzido pela Britânia no Século 2

A Encyclopaedia Britannica começou como um manual de instruções para os produtos da fabricante anglo-saxã de eletrodomésticos Britânia por volta do ano 42 da era cristã. Como aquela era um época de muita ignorância, entretanto, o primeiro presidente da Britannia corporatione, Doctoris Robertus, resolveu explicar aprofundadamente o funcionamento de seus produtos; afinal, para ligar um ferro de passar, por exemplo, era necessário saber fazer uma fogueira, e para fazer uma batedeira funcionar, precisava-se saber andar a cavalo.

Assim, ao final de 12 anos, estava terminada aquela que seria a primeira edição da Encyclopaedia Britannica, que na época se chamava Manualis Instructionem Productis Britannia, ou, em português, "A Britânia Passo a Passo". Como ainda não havia sido inventada a imprensa (embora a prensa já tivesse surgido havia muito tempo) nem as canetas esferográficas, os escritores eram obrigados a usar pergaminhos de ganso e penas de carneiro para escrever, o que fazia com que os volumes ficassem muito volumosos: o manual de cada produto era composto por dois volumes (à exceção do multiprocessador de frutas, precursor do Juicer Philips Walita, que trazia um volume extra com lições de espada).

Cômodo destinado ao armazenamento da Encyclopaedia Britannica. O dono da casa foi morar no segundo andar.

Com o passar do tempo, conforme os produtos iam ficando mais elaborados, eram necessárias reedições e revisões no texto, o que o ia tornando cada vez mais pesado (literalmente). Assim, no final do Século VII, o projeto teve que ser abandonado porque não havia lugar para armazenar mais de uma encicoplédia enciclopédia em cada cidade. Nesse momento, os produtos Britânia passaram a ser comercializados sem nenhuma instrução de uso, o que causou violentos acidentes domésticos (como na vez em que o imperador Nero acidentalmente ateou fogo em Roma por mau uso de um liquidificador). Com isso, as vendas da caíram drasticamente e teve início o período que ficou conhecido como Idade das Trevas, já que a Britânia, que era a maior fabricante de velas e lanternas da época, quase fechou as portas.

A Retomada[editar]

Retrato de Thom Yorke pintado pelo pintor italiano Boccicario

Por volta do século 16,5, a Filosofia chegava ao resto da Europa, trazida pelos gregos, que até então eram os únicos que perdiam seu tempo com isso se dedicavam a tão altos estudos. Eles fugiam de uma colonização em massa de putas albanesas, trazidas pelo governo grego numa tentativa desesperada de tentar estimular o crescimento populacional do país, já que os filósofos, apesar de terem relações sexuais entre si, não eram capazes de gerar descendentes.

Um desses filósofos foi Komam Miculos, que se estabeleceu na Inglaterra. Lá ele conheceu Thom Yorke, um intelectual obscuro e neurótico que queria ganhar fama por fazer "coisas não-famosas" e que se tornou seu grande e grosso amigo. Yorke tinha muita inveja de seu ex-colega de escola, o francês Denis Diderot, que era listado no Top 10 de livros em todas as revistas semanais da época por causa da sua obra Encyclopédie.

Numa enevoada manhã de março, quando limpavam o porão, Yorke e Miculos deram de cara com uma edição original da Encyclopaedia Britannica e lágrimas lhes vieram aos olhos (todos os seis). Se recuperassem e atualizassem a obra, seria a chance de entrarem para a história como autores da encicoplédia enciclopédia mais antiga do mundo! Assim, sem perder mais tempo, debruçaram-se (coisa com que estavam acostumados) sobre o trabalho e, ao cabo (opa!) de 24 anos, estava pronta a nova versão da Encyclopaedia Britannica.

O Processo[editar]

A Britânia, que ainda tinha os direitos autorais sobre a obra, processou Yorke e Miculos e tornou-se, outra vez, sua proprietária. Deprimidos, os dois foram embora do país e se mudaram para a Noruega, onde investiram todo seu dinheiro numa fábrica de sorvetes.

Atualmente, a fabricante de eletrodomésticos permanece detentora da Encyclopaedia Britannica, e luta para mantê-la no mercado (assim como o resto de seus produtos).

Os vendedores[editar]

Quando a encicoplédia enciclopédia se tornou um felômeno fenômeno de vendas, foi necessário recrutar pessoas que se dispusessem a divulgá-la de porta em porta, já que, como os caminhões ainda não haviam sido inventados, poucos conseguiam levar todos os volumes da obra até sua casa. O treinamento dos vendedores foi apontado como um dos processos mais desumanos do mundo, não perdendo nem mesmo para o preparatório do BOPE.

Vendedor da Encyclopaedia Britannica em treinamento

O objetivo do treinamento, criado pelo neurologista Josef Mengele, é derreter o célebro do candidato até tornar a venda de enciclopédias seu único objetivo de vida. Normalmente, o treinamento inclui exibições repetidas de programas televisivos como o do Amaury Jr., o Big Brother Brasil e animações japonesas e audições de Xuxa, É o Tchan e congêneres. Os sobreviventes que não são internados em estado catatônico são equipados com um terno, um crachá e uma maleta e saem ao mundo para vender encicoplédias enciclopédias.

O vendedor ideal realmente acredita na Encyclopaedia Britannica, e é capaz de matar para forçar alguém a comprá-la. Seus maiores inimigos são os rivais da Barsa, outra encicoplédia enciclopédia - quando membros das duas gangues se encontram, os confrontos costumam ser sangrentos. Por isso, ambas foram impedidas de frequentar eventos como bienais ou festas do livro.

Divisão no grupo[editar]

Em 1942, aproveitando o surgimento do telefone, uma facção dos Britânicos (como os vendedores da Encyclopaedia Britannica se autointitulam-se a si mesmos enquanto pessoas a nível de venda), frustrada pelas constantes fechadas de porta em seus meigos rostinhos, largou as vendas porta a porta e resolveu investir nas vendas usando a nova tecnologia que se expandia. Surgiram aí os temidos operadores de telemarketing, a principal arma de destruição em massa do mundo ocidental. Por terem a mesma origem dos vendedores de encicoplédias enciclopédias, felizmente podem ser combatidos como seus antecessores (afinal, criatividade nunca foi o forte dessa gente).

A Encyclopaedia Britannica hoje[editar]

Com o surgimento de similares mais pop como o Gúgol e a Uiquipédia, as enciclopédias caíram em decadência, por mais que a qualidade dos recém-chegados fosse extremamente inferior (pois, como sabemos, ninguém está muito interessado nessas coisas pequeno-burguesas como correção e coerência), caíram nas graças do povo e provocaram a ruína das empresas enciclopedistas. A Britânia ainda sobrevive graças às vendas de eletrodomésticos, o que só prova a tese de que vendas não são sinônimo de qualidade.

Os intelectuais que se recusaram a permanecer na decadente Encyclopaedia Britannica, inclusive o último descendente direto de Doctoris Robertus, migraram para a Desciclopédia, que é hoje, reconhecidamente, o principal veículo informativo da internet.

Aqueles vendedores tinham que servir para alguma coisa, afinal.