Engenharia de software

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Cquote1.png Eu amo Cquote2.png
Típico aluno de Sistemas de Informação sobre Engenharia de software

Cquote1.png Eu odeio Cquote2.png
Típico aluno não-frustrado de Ciência da Computação sobre Engenharia de software

Cquote1.png Como assim eles chamam isso de engenharia? Cquote2.png
Típico aluno não-frustrado de Ciência da Computação na primeira aula.

Cquote1.png Mas isso é óbvio, não é? Cquote2.png
Professor de Engenharia de Software.

Cquote1.png O sistema está praticamente pronto, esta especificado, falta só implementar Cquote2.png
Aluno de Engenharia de Software bobinho que não sabe programar

Cquote1.png Puta que pariu, pra fora! Cquote2.png
Aluno de Informática da UEM sobre Engenharia de software

Engenharia de Software é algo que não se pode definir, pois nada, absolutamente nada nesta área é determinístico. Tudo vem do bom senso, ou melhor, do feeling. Esta área lida com pessoas, processos, atividades, gambiarras, prolixidade e tudo o mais, menos com o Software.

Introdução[editar]

A Engenharia de Software forma um aglomerado de conceitos que dizem absolutamente nada e que geram no estudante desta área um sentimento de Nossa, li 15 kg de livros desta matéria e não aprendi nada. É tudo bom senso.

O problema é que aqueles que lecionam esta disciplina conseguem fazer com que o bom senso do aluno nunca seja o bom senso certo.

A causa da maior revolta e indignação dos alunos de Ciência da Computação (que não seguem a área) é o fato de ser a única coisa do curso que dá dinheiro.

História[editar]

Não se sabe ao certo quando esta coisa toda surgiu, principalmente por ela ter surgido dá técnica conhecida como " Encher Linguiça" e esta última, nada mais é do que uma forma popular da Engenharia de Software.

O conteúdo de Engenharia de Software é algo que une o abstrato ao não determinístico e o Professor ainda olha pra você com aquela cara de: "Entendeu?! É tão óbvio essa coisa toda". Na verdade, "essa coisa toda" é "coisa nenhuma".

Modelos de Maturidade[editar]

CMMI[editar]

É um modelo de maturidade que pretende dizer se, em suma, o software feito pela sua empresa presta ou não. Mas é uma mostra de que esta área não é só acoxambrada na teoria, mas também na prática. Qualquer empresa que quiser conseguir o nível máximo de maturidade (5) terá que submeter um software feito por ela a inspeções. Se você seguiu algumas etapas como:

  • Código fonte possui comentário(s)
  • Codigo fonte possui classe(s)
  • Código fonte possui a cláusula "if"
  • Código fonte possui guardanapos documentos de especificação

conseguirá o nível máximo.

O fator ridículo central desta história é que a empresa escolhe o melhor software feito por ela, ou seja, aquele que ela sabe que atende os fatores para ganhar o nível de maturidade máximo e, portanto será como fazer uma prova podendo consultar a internet, livros e ainda escolher a nota final que deseja tirar.

Conteúdo[editar]

Se existe algum conteúdo em Engenharia de Software este abusa de redundância da sua característica mais forte, a prolixia em seus capítulos.

Métricas de Software[editar]

A ideia básica desta parte da matéria é definir qual o melhor método para superfaturar o tamanho de um software e com isto, cobrar uma montanha-russa do cliente quando este havia pedido apenas um balanço feito com cordas e pneu.

Existem diversas formas como contagens de linhas de gambiarras, contagem de número de comentários, não muito boa devido a pouco e não existência destes. Pode ser feita ainda, a cobrança com uma relação inversa do número de comentários, ou seja, quanto menor número de comentários, maior o preço. Visto que estas métricas não são adequadas, uma forma semi-extraterrestre foi criada criada com o intuito de que o valor final do software ninguém entendesse o porque, os maléficos Pontos de Função.

Eis que surge a expressão "Pontos de Função", algo tão difícil de definir como tudo nesta disciplina, ou até mais difícil uma vez que, pelas palavras de um dos principais Engenheiros de Software do Brasil, a desvantagem deste método é: "Não têm significado físico direto.", ou seja, é só inventar um número que o cliente irá aceitar, ou não. O ponto forte desta técnica é que você não precisa fazer nada com relação à contagens, apenas chute um número e pronto.

Relatório de Análise de Gestão[editar]

Este relatório da gestão de gerência de coordenação de projetos e planos de trabalho sob a ótica do engenheiro do software, do ponto do vista do engenharia de software, à luz do controle de qualidade e boa performance e desempenho na produção de um sistema como produto e como solução para um problema a ser solucionado. Ou seja, algo simples e direto.

Ver também[editar]