Epoché

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
No final das contas a epoché só te ferra. Como o carinha desse farol, que suspendeu o juízo sobre fugir para as montanhas.

Cquote1.png Ãããããããããã... Num sei! Cquote2.png
Walter Casagrande sobre Epoché

Epoché (ἐποχή), porcamente transliterado como suspensão do juízo (já que brasileiro tem preguiça de aprender palavras estrangeiras) é a atitude de não aceitar nem negar uma proposição. Em outras palavras, é o famoso ficar em cima do muro ou uma burrice mesmo - "não sei".

Epoché é um mecanismo de análise filosófica do mundo inventado pelos antigos filósofos que aparentemente eram desempregados sem droga nenhuma melhor para fumar, tudo para darem de desculpa quando não soubessem de algo e ainda saíssem com estilo em sua burrice e falta de compreensibilidade do mundo dizendo: Desculpe, mas eu não posso te responder isto agora pois estou em epoché quanto a essa questão. Enquanto refletem em profundo pesar em seu interior: Eu sei lá o que é essa porra louca...

Quem inventou a epoché, essa bendita sacanagem da dialética, eu ainda não sei, porque estou em epoché quanto a essa questão. Mas com certeza foi um daqueles filósofos gregos que estavam precisando de uma grande desculpa para responder à esposa, porque chegou de madrugada em casa cheio de trajes femininos e marcas no pescoço.

Ceticismo[editar]

Conforme o ceticismo, a epoché é necessária para garantir a imperturbabilidade dos céticos e mantê-los em paz quanto às suas frescuragens de duvidar do mundo. Eles afirmam que duvidar do caráter bom ou mau de todas as coisas leva o indivíduo a não querer rejeitar coisa alguma (o que é uma afirmação completamente aleatória), tornando-se imperturbável, e por isso a epoché é requerida para escrever na Wikipédia.

É óbvio que tudo isso não passa de desculpa esfarrapada para a imbecilidade de um cético, uma vez que esse tipo de gente busca duvidar de tudo (até da própria mãe), e, com medo de encontrar as respostas, encontram na epoché a fuga ideal de continuar na busca incessante do não-saber.

Fenomenologia[editar]

Conforme a fenomenologia, a epoché é a contemplação desinteressada de quaisquer interesses naturais na existência, ou seja, burrice em si. Não põe em dúvida a existência do facto, mas apenas na ausência de juízo, é a explicação racional para a existência de tantos idiotas no mundo como patricinhas, playboys, piriguetes, playsons e leitores de Desciclopédia.

A epoché é utilizada para não explicar os fenômenos incompreensíveis, acreditando numa resposta irracional pré-reflexiva.

Portanto, para compreender os fenômenos (não o Ronaldo Fenômeno, esse é fácil de compreender, afinal, entre jogar futebol e comer 10 sanduíches de costelinha de porco, encher a pança é biologicamente mais vantajoso) temos que fazer "epoché", que nada mais é do que deixar de lado o racional, os julgamentos e os pré-conceitos tornando a sua percepção mais burra e menos crítica possível. Com isso, se reafirma que a realidade é inexistente.