Mosteiro de Erdene Zuu

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O Mosteiro de Erdene Zuu (em mongol, Эрдэнэ Зуу) é um complexo de construções budistas, sendo o mosteiro mais antigo de toda a Mongólia e também o mais macarrônico.

Um dos portais do monastério

Foi construído já na Idade Moderna quando a era tribal mongol já havia sido pisoteada. Através da construção do mosteiro de Erdene Zuu a religião budista pôde se espalhar por todo o país.

O mosteiro[editar]

Construído sobre as ruínas da cidade de Karakorum, antiga capital do Império Mongol, o mosteiro de Erdene Zuu aproveitou os muros que faziam parte de Kara Balga e que depois foi usado em Karakorum, não como proteção, mas como enfeite.

O complexo do mosteiro possui alguns templos, uma igreja, os muros, alguns pintos de pedra, algumas pontas de pedra, algumas casas, um conservatório e algumas estátuas.

O pinto de pedra, usado para afastar o espírito libertino do local

Este mosteiro é o monumento ancião mongol em melhor estado. Dos monumentos localizados no Vale de Orkhon, o mosteiro de Erdene Zuu é o mais bem conservado. Nos anos 40 o mosteiro sofreu um ataque vândalo-comunista e ruiu em alguns setores. Hoje o mosteiro não é mais utilizado, sendo transformado em museu, tombado pelo patrimônio histórico.

A pedra fálica[editar]

As pontas presentes no mosteiro, conhecidas também como estupas

Esta "estátua" pintosa do mosteiro é uma obra descíclope idealizada pelos monges que habitavam o local. Este fallus presente no mosteiro foi criado para que todos os espíritos ruins fossem repelidos deste local sagrado. Assim, os monges poderiam ser distrair com outras coisas, com a mente limpa.

A pedra fálica do monastério foi esculpida em uma rocha vulcânica e trazida de seu local de origem (Índia) até o monastério. Com o regime comunista dominando o local, a pedra fálica broxou e perdeu sua utilidade. Sem a pedra milagreira, os monges abandonaram o mosteiro. A pedra continua no local, mas sem o mesmo pique que tinha no ano 1800.

Ver também[editar]

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