Ernst Stavro Blofeld

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deixando de lado as intrigas diabólicas pra dar uma de poser junto do arquinimigo 007

Ernst Stavro Blofeld é o nome de um dos maiores inimigos do agente secreto britânico James Bunda, ou 007, que, ao lado do também vilão Emílio Estreito Fudido Arregaçado Largo, comanda a organização criminosa internacional SPECTRE, ou Spectro do comunismo que assombra a Europa, terrível em suas armações que deixam qualquer turminha do barulho de cabelo em pé: terrível mesmo, até Billy, Mandy e Puro Osso se borram de medo do cara.

Paixões[editar]

Blofeld é conhecido por amar gatos. Ele teve uma experiência anterior com micos, mas como ele sempre se envergonhava de chama-lo “Meu mico, mico meu”, passou a amar os gatos. Mais ainda quando ronronam e se enroscam em sua perna e ele tem sonhos nada convencionais durante estes momentos. Nos filmes de 007, sempre que um gato aparece, tenha medo! Mas muito medo mesmo! Pois o Blofeld tá de zóio no senhor! A menos no “007 - Permissão para matar” um filme do Bond que ninguem mais viu, pois ele dibra as leis da física, como quando a moça pega a 12, dá um tiro na parede da casa e a arromba num buraco perfeitamente circular de mais ou menos 1,5 metros de diametro, ou quando o Bond entra numa SCANIA, sim aquelas carretas gigantes de muitas toneladas, e faz ela dar um cavalo de pau e a empina como se fosse um cavalo ou uma moto!!!!!!!!! Filme fudido pra porra, embora tivesse o Timothy Dalton como 007 mesmo, conseguiu driblar mais a física que Pierce Brosnan mas enfim quando aparece os gatos você tem uma surpresa! Blofeld se aproximou tanto dos gatos que virou um. Isso nunca foi afirmado categoricamente nos filmes, mas qualquer assistidor dos filmes do Bond sabe que ele virou um felino de 4 patas e um rabo. Como um gato sempre cai de 4 patas no chão e tem 7 vidas.

Nomenclatura da criatura[editar]

Ou Ernesto Estava Blofido. Blofeld é um nome de uma faz mais antigas famílias nobiliárquicas do solo europeu, e do germânico arcaico significa: Campo (feld) dos bufos (blo), ou rojões, ou traques, ou flatos, ou pipocos, ou qualquer nome que se dê a um peido daqueles que faz os esfincteres e pregas do rabo vibrar fazendo um puta barulho e emanando um baita fedor.

Ele se orgulha sobremaneira dessa ascendência nobre e elegante. No filme “007 a serviço secreto de Sua Majestade” ele fica possesso pra confirmar suas origens nobres e chama um eminente professor de Heráldica e Genealogia Européia (que ele nem pode desconfiar que é o próprio 007) para registar em cartório a ascêndencia através das pesquisas dos títulos e certidões de nascimento guardados na antiga capital de Carlos Magno, Aix-la-Chapelle ou Aachen. Como os Habsburgos tinham os lábios defeituosos e isso marcava seu sangue e dinastia, os blofelds não ficavam atrás. Tá bom que não tinham pintas na bunda ou dedos a mais nas mãos (nãoooo, nas zoreias!) ou nada do tipo. Então simplesmente imitavam os judeus e cortavam a piroca de cada Blofeld varão. Para que a descendência de tão importante casa européia fosse possível, eles simplesmente chamavam um Ricardão para cobrir suas mulheres quando estas entravam no cio, e as gerações de Blofelds cresceram vigorosas e brochadas.

Carreira profissional[editar]

até que enfim sendo mais esperto que o James Bond.

A maior alegria tristeza de Blofeld ocorreu já no primeiro filme do Bond, quando ele cata o Satânico Dr. No, com aquelas mãos de ferro que mais parecem purpurinadas, e o mata. Com isso ele passa do número 2 da famigerada Spectro, para o número 1 – coisa que qualquer vilão abomina. Onde já se viu? Conseguir mais poder e capacidade de cometer chacinas sanguinárias, pra que um vilão quer uma coisa dessas? Blofeld vive se lamentando e jurando vingar a morte de No prometendo que vai capar o 007. Mas o 007 até o momento se mostrou incapável, mesmo quando meteram várias pedradas no seu saco, em “007 - Cassino Royale”.

Outra característica de Ernst, pros intimos, é sua extrema candura e timidez, nos primeiros filmes ele era tão timido e vergonhoso que nem a cara mostrava – só sentado na pica dis costas afagando o rabo dos gatos, nada além disso. E vinha aquela voz de vilão: “número 24, quanto dinheiro arrecadou para a Spectro (a Spectro, como a futura compania dos sobrinhos do Tio Patinhas, é uma empresa tão importante que quem tá dentro tem que pagar pelo privilégio de trabalhar nela) hoje?”: “haaa, hoje não foi um dia bão, só 20 mil dolares”. “umm, muito pouco, vá nadar com as piranhas!” e para a infilicidade de nosso membro número 24 (ou não), as piranhas não eram como aquelas que trabalham no pânico, nem mesmo "aquelas" com quem o Ronaldo saiu, mas eram piranhas dentuças e não eram a Mônica dos gibis.

dois retratos tirados de Blofeld em momentos diferentes da luz do dia

1001 maneiras de se dar cabo (ou não) do Blofeld[editar]

o home foi dos vilões mais violentados do mundo, perdendo apenas pro Vingador de Caverna da tua mãe do Dragão, que todo episódio leva um poder na bunda e é vaporizado mas aparece no episódio seguinte sem sequer um buraco nos fundilhos da túnica vermelho sangue. Ele já foi enforcado num carrinho de corridas de neve – aqueles que aparecem nas olimpíadas de inverno e ficam num buraco escavado na neve e são ótimos pra se quebrar tudim. O carro de neve a uns 320km por hora, uma velocidade baixa para sorte de Blofeld, e na briga na qual se enlaçava com o 007 o pamonha levanta a cabeça na hora errada e só se vê o bonecão cenográfico dependurado nos galhos da árvore bem pelo pescoço. Lógico, isso não é coisa pra se matar alguém. Levar tiros, ser jogado numa piscina cheia de resina quente (melhor, borbulhante a 1200°Célsius e russomanos) em uma clínica estética para ele produzir o milésimo sóziar igualzim a ele, ou já paraplégico da cintura pra baixo (nãooo, da cintura pra riba infeliz!) ser içado por um helicóptero e lançado milimetricamente dentro de uma chaminé industrial numa zona desindustrializada da Inglaterra de Margareth Thatcher, ou ter seus veículos de fuga destruídos por explosões sub-atômicas, seria na verdade um exagero supor que ele não poderia escapar de meras casualidades como estas.

Macheza de Blofeld[editar]

um cara que vive alisando gato é ou pode ser home? E um cara que mata uma gostosona, é home? Bem, Blofeld mata a muié do primeiro casamento do James Bunda, uma corsa corsária de encher os olhos. Bem, isso não me parece coisa de macho. Mas vamos ver o lado positivo. Quando ele estava no Japão, ocupado em capturar as capsulas contendo astronautas e cosmonautas, para indispor a URSS com os EUA, ele, pra dar um ânimo e agito em sua equipe, usa das mais inovadoras técnicas de manejo de recursos humanos por parte das grandes empresas: esquarteje seu empregado e faça a equipe trabalhar! Entre uma gostosa e um trouxa, ele escolhe o trouxa para expor a nova política da empresa. Ponto pro Blofeld! Mas também, em um dos filmes, com o 007 George Lazenby, ele dirige um esquadrão da morte, um belíssimo esquadrão da morte formado por modelos que sofrem de diferentes alergias e buscam tratamento numa clínica dos alpes suiços. Só mulheres são atendidas! Uma mais gostosa que a outra. Quem é que fica com a árdua tarefa de entreter as moças? Blofeld? A alemã sargentona com tendencias nada ortodoxas? 007 é lógico! E depois o Blofeld ainda reclama dele que ele não podia ser um doutor em heráldica pois esse tipo de profissional não costuma comer, fuder, fufunhanhar se aproveitar emocionalmente das clientes, mais ainda quando são jovens e bonitas. Será que para ele um mestre em genealogia se interessa mais por barangas com 400 anos e colegas de infância do Matusalém? Blofeld perde um ponto.

em seu trabalho voluntario aos domingos: condutor do orgão da Igreja Internacional do Pastor Silas

Parentaiada do Blofeld[editar]

Ainda não se tem certeza se o Dr. Evil e o malígnio Mini Me, do Agente Austin Powers, são na verdade irmãos de pais e mães diferentes ou se são a mesma pessoa, porém fotografados com uma luz diferente, como por exemplo um ser fotografado com a luz da manhã e outro com a luz do poente (poético não?), o que geraria as minimas diferenças entre os 3, como os 102 cm. que separam Blofeld do Mini Me.

Amor pela empresa[editar]

Blofeld é um empresário de um dos ramos mais concorridos aqui no Brasil, o crime organizado. Sua empresa faz dos negócios mais estupendos do mundo: organiza assaltos espetaculares as reservas de ouro do Forte Knox, chantagea o mundo com a ameaça de propagação de vírus mortais ou esterelizantes, ou a destruição das plantações mundo afora, ou raios da morte, ou foguetes da morte secretamente guardados nas Cataratas do Iguaçu, que desde o filme do 007 tudo mundo sabe que ficam na desembocadura do Amazonas, ou drogas, sexo e poder, ou afundando o vale do silício, ou imprimindo bilhões e bilhões de dólares em máquinas de imprimir contrabandeadas do Irã para o também nefasto governo da India dos anos 80, malcumunado até o pescoço com comunistas (emissão de dinheiro falso que gerou a crise inflacionária do dólar na mesma década. Imagina só se o Reagan é que tem a culpa da inflação! Jamais, é culpa dos governos falsificadores do Irão e da India), ou contrabando internacional de diamantes e armações sobre a falsa ida dos americanos à lua – ver “007 - Os Diamantes São Eternos”. A Spectro é também a empresa perfeita para os autores do 007 que, com um enredo da guerra fria, queriam dizer que não havia política alguma no filme. Diversão sem interferência ideológica. Aí botam um burro e molenga como o comissário Gogol da KGB que vive a puxar o saco do 007 e do M16 pra dizer que não há rixa com a URSS. Mas o Blofeld tem nome alemão oriental. Suas assistentes são alemãs orientais. Seus aliados são assassinos bulgaros, romenos, enxadristas tchecoslovácos, sargentonas sapatonas russas da Smerch – ver “007 contra Moscou” - a sargentona passando a mão nas canela da loirinha bicho bão (Daniela Bianchi - A bond-girl Tatiana Romanova) é das partes mais adevertidas do filme!, revolucionários cubanos e latino-americanos, cientistas chineses loucos e sequelados pela radioatividade, filhos de ditadores da Coréia do Norte... nada a ver com o comunismo. Para deixar mais claro ainda essa não filiação, Blofeld decide trocar o uniforme verde-marrão bosta que o Satânico Dr. No usava, copiado dos de Mao e Stalin, pelo simpático macacão azule do tio Deng Xiau-Ping. Ficou treis chique.

Nem o próprio nome da Spectro, que tem tudo a ver com uma das frases iniciais do Manifesto do Partido Comunista de Marx e Engels: “Um spectro (fantasma ou potergaiste seu anarfaburro!) ronda a zoropa, e esse espetro é o cumunismo!”

Mirror2.jpg Conheça também a versão oposta de Ernst Stavro Blofeld no Mundo do Contra:

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