Espera Feliz

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Galinhacaipira.jpg Enxada-1.png Esti artigu é caipira, sô!! Enxada-2.png

Este tar di artigu pareci caipira, foi escritu purum caipira, ô ele é de fato
CAIPIIIIRRA!!!

Num istraga eli naum, si não nóis crava a inxada pra riba docê!

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Cquote1.png Cadê essa porra de nóia que não vem com minha droga.. Cquote2.png
Drogado esperence feliz sobre esperando sua droga
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Cquote1.png Esta população é muito ESTRANHA,hein! Cquote2.png
ET sobre a população de Espera Feliz
Cquote1.png nois vai tomá tudo, essa boca de fumo tá dominada, é nossa.. Cquote2.png
morador do Bairro João Clara sobre como dominar Espera Feliz

Sobre[editar]

Espera Feliz é uma cidade que não existe no mapa. Abandonada desde sempre, a cidade não oferece nada a ninguém. É uma cidade que parou no tempo, no tempo que estacionaram as locomotivas e os ferroviários abandonaram a cidade, pois hoje está mais parada que Saci andando de Patinete. Localizada Zona da Mata, no estado de Minas Gerais, mais conhecida pelos nativos, pelo famoso sistema zip minerês como Ispéfliz, ou ainda como "Onde Judas perdeu as botas", "Fim do Mundo", "Cidade do Buraco". Sua população estimada em 2010 era de 22.856 habitantes e que aumenta de tempos em tempos quando chega na cidade a empreiteira que faz as obras de um mineroduto que passa pelo local. Em Espera Feliz é inaugurado um novo buraco nas ruas a cada 10 segundos.

Geografia[editar]

A quase 768.965 metros acima do nível do mar, na Zona da Mata (local indescritível, não se sabe o que rola por lá), está em plena cabeça do Caparaó (recebe a população com o topo aberto). Onde não se sabe o clima, ora um calor infernal, ora um frio de matar. Atualmente, a cidade sobrevive da maconha, plantados perto do cemitério, em cima do Morro do Hospital (uma merda), e na rua vermelha (outra merda) e do comércio, onde não se vende absolutamente nada. Despontando o turismo como uma nova oportunidade de ganhar seu próprio dinheiro, com o advento do Caminho da Luz(ou no Caminho do Céu, em encontro das almas), lugar sem graça que os gringos insistem em dizer que é legal.

História[editar]

  • Conta os livros de histórias, que era uma vez, numa época distante, uns caras "doidão" a mando de D. Pedro I (ou II sei lá) subiram as cordilheiras em busca de um lugar alto e frio, onde pudessem realizar uma plantação experimental de "cannabis". Ainda nos anais da história, consta que esses camaradas, que ficaram conhecidos "pacas" na região por seus atos de bravura como "os caçadores" de aventura. Segundo relatos dos descendentes dos nativos da região, a plantação deu tão certo, que acharam o lugar um "paraíso", daí para comemorar o resultado do trabalho, resolveram instaurar na região batizada pelo nome de Paraíso uma festa geralmente realizada no dia do Trabalho (1º de Maio), onde concentra-se o maior número de usuários da cannabis sativa por metro quadrado do Estado de Minas Gerais, sendo necessário anexar para este evento parte do Espirito Santo, ultrapassando as divisas territoriais.
  • Outro fato histórico de Espera Feliz é que até mesmo antes de existir a própria história, já existia na região a família da Dona Dadá e suas filhas "as três Marias".

Como chegar[editar]

Pegue o seu burro ou outro tipo de locomoção do tipo, arrume mais alguns bobos, que é para passarem frio por aqui, e várias tralhas que se trazem, não sei porque. Pegue a pior estrada de Minas Gerais, cheia de buracos, barbeiros, caminhoneiros loucos, idiotas de fusquinha ou kombi, motoristas drogados, bêbados e por aí vai. Observe o nível de fiscalização da estrada ao passar nos postos policiais, se eles estão jogando baralho, comendo com seus companheiros. Depois de muitas serras, paradas e comidas tipicamente mineiras, se você não tiver sido assaltado, tido o carro roubado, você estará nesse buraco.

Bairros e Distritos de Espera Feliz[editar]

Centro: onde localiza-se a fonte e sustento do comércio, a sede administrativa (da cidade?) NÃO!!! Do tráfico de "dorgas" e outros produdos afins. Ninguém nunca viu, não sabe quem é, ou nunca ouviu falar, mas, é de lá que são distribuídos os "tôssicos", para os demais bairros, tidos como consumidores, que descreveremos a seguir;

Bairro João Clara: o mais famoso bairro da cidade, considerado o maior consumidor dos "tôssicos", funcionando como uma espécie de revendedor do centro. Bairro onde concentram-se muitos religiosos, de uma nova igreja - A Igreja Adventista dos 7 Dias -, pois tem gente lá que não trabalha nem por reza braba dia nenhum da semana. Também é o maior centro turístico da cidade, devido a um evento que acontece de tempos em tempos, os alagamentos de ENCHENTES. Nesse período recebe visita de 110% da população da cidade, que não vão para ajudar, mas, sim apenas como curiosos para ver a desgraça alheia.

Bairro Santa Inês: Localizado próximo ao João Clara, limitando-se apenas pelo Rio São João, localiza-se o Santa Inês, que apesar do nome, ninguém de lá é santo... Fingem-se ser mais ricos que o pessoal do outro lado do rio, mas, convivem do mesmo problema do consumo de "tôssicos" (Mas, não são revendedores, são apenas consumidores mesmo);

Bairro Vale do Sol: logo acima do Santa Inês encontra-se esse bairro, que até hoje ninguém nunca entendeu o porque do nome VALE DO SOL, pois o mesmo encontra no CUME de um morro. Conta-se uma história que o primeiro nome seria "O sol que no Cume bate" (leia-se cú me bate)... enfim, melhor ficar Vale do Sol mesmo!

Bairro Novo Horizonte: Localizado acima do João Clara e Santa Inês, logo na entrada da cidade, está o Novo Horizonte, que no horizonte não vê nada de novo. Apenas os mesmos barracos mal acabados. Pensa-se em fazer um Referendo local para votar na mudança de nome para Mesmo Horizonte ou Velho Horizonte, por que nem para Belo Horizonte tem como mudar;

Bairro Floresta: em meio a uma floresta de eucaliptos (ou canabis talves) localiza-se esse bairro que não acrescenta nada pra cidade: não traz problemas pra polícia e nem pra prefeitura. Ninguém sabe quem mora lá, pois ninguém nunca viu e nem mesmo ouviu falar dos moradores. (Carece de mais dados);

Bairro do Roque: apesar do nome, lá não tem roque, num tem reggae, num tem samba, num tem axé, num tem nada mesmo. Fica localizado no extremo oposto ao João Clara;

Bairro Santa Cecília: Também apesar do nome não tem nada de santo. Disputa com o João Clara, como o maior comprador de "Tôssicos" do centro. Dizem que todas as noites acontecia um fenômeno próximo às margens do Rio São João,onde descia um nevoeiro que circulava todo o bairro. Após muitas pesquisas descobriu-se que aquele nevoeiro é apenas fumaça de maconha mesmo.

São Sebastião da Barra: esse distrito é tão antigo e atrasado, que está parado desde quando um grupo de fazendeiros se uniram para impedir que linha de ferro passasse por suas terras. Conta a lenda que desde então o lugar é amaldiçoado para não progredir. Outros ainda contam que até hoje lá os cachorros são amarrados com linguiça.

São José da Pedra Menina: Encravado na encosta da Serra do Caparaó, se vista do céu parece uma pequena cicatriz... se vista de perto, percebe-se que é verdadeiramente um grande machucado. Próximos ao Rio Preto que divide Minas Gerais e Espirito Santo, não sabem se são mineiros ou capixabas. Conta a lenda, que um grande sábio que passava pelo local, resolveu a questão: Subiu na montanha mais próxima, a famosa Pedra Menina, levando um queijo. Chegando lá, exclamou: _"Soltarei esse queijo, para o lado que ele rolar pertencerá aos mineiros e o lado contrário aos capixabas". E assim, fundou-se o Distrito de São José, pertencente a Espera Feliz, Minas Gerais.

Caiana: maior Bairro de Espera Feliz. ver mais em: Caiana [1]

Dores do Rio Preto: Já foi um distrito de Espera Feliz, mas foi cedido ao Estado do Espírito Santo, em troca das praias de Piúma.

Observações[editar]

  • Na cidade, tudo que acontece de errado se atribui ao João Clara, tanto é que nos programas de rádio policial e manchetes de jornais, quando é morador do João Clara, se refere à Sujeito / Indivíduo, e quando é morador de outros bairros é denominado cidadão;
  • O que contribui o Santa Cecília com a disputa com o João Clara é a próximidade com a rua Major Pereira (antiga rua da cidade, que mesmo antes de existir tráfico de drogas, já havia o comércio paralelo de "Tôssicos" lá. O que traz o empate para o João Clara, é a proximidade com a Rua Nova (que apesar do nome "Nova" é uma velha conhecida no ramo dos "Tôssicos");
  • Como tudo que acontece de errado se atribui ao João Clara, será que quem editou essa matéria é morador de lá?

Tipos de habitantes[editar]

Esses esperafelicenses estão em uma espera feliz
  • Riquinhas da "High School" - Representam a parcela mais irritante da população da cidade. Não têm talento nenhum, não são inteligentes, não cantam, não dançam e não representam. Sonham em morar em Juiz de Fora, adoram encher a cara de porcarias alcoólicas, babam ovo de meninos ricos que moram longe, morrem de inveja e pagam pau para todos os outros tipos de habitantes, por mais que finjam ser espertas e indiferentes a eles. Na verdade, são tristes, entediadas e carentes de atenção (apesar de ter nas mãos tudo que querem) e seu point é a internet.
  • Funkeiros - Representam aquela parte da população fudida da cidade. Que em festas fazem aquela coisinha horrorosa, com denominação de "dança", totalmente sem noção, como a cara deles que não é de se esperar.
  • Bêbados - Geralmente são encontrados nas praças e na rodoviária.
  • Velhos - Idosos que só sabem falar sobre o tempo (os verdadeiros "previsão do tempo") e não esperam a hora de morrer e reclama dos jovens. Vivem jogando baralho.
  • Nadas - São as pessoas que não têm cara de nada, porque elas não possuem nada. Costumam serem vistos em companhia de ninguém.
  • Patricinhas - Falam mal de todos. Andam de roupa de marca, apenas para serem bem faladas, mas na verdade, não sabem nem o que se passa na cabeça de quem olha pra elas.
  • Novas patricinhas - Dentro da categoria "patricinhas" existem as novas patricinhas. Garotas que possuem o QI de um esponja de aço velha e que sonham em "pegar" garotos riquinhos de outras cidades para fazerem inveja em suas amiguinhas igualmente burras. Geralmente são encontradas ainda no Ensino Médio. Seu habitat natural é a festa, portando bonés da ConeCrewDiretoria. Pagam de bêbadas e dão pra qualquer um, muitas vezes sendo os maconheiros riquinhos.
  • Maconheiros - Espécie em pleno crescimento, nem saíram das fraldas e já estão postando 4:20 no Facebook. São riquinhos, vivem pagando de vida loka e fodões, mas o dinheirinho da maconha vem dos pais. Não aguentam dez minutos de porrada, mas pagam de fortões. Estes são os alvos das novas patricinhas.
  • Skatistas - Um novo tipo que tem surgido (e do nada) são os skatistas, que se acham os donos das ruas e calçadas, se achando o máximo "tirando onda" numa prancha de rodinhas. O que é interessante é que de maneira geral são formados por tipos menos importantes (hip "roupeiros", e outros) com a junção de alguns desses nóias descritos anteriormente (Funkeiros,Novas Patricinhas frustadas e Maconheiros).
  • Aristocratas do dinheiro alheio - São tratados como monarcas pela população local, mas ao invés de terem recursos próprios acumulados pelas guerras e conquistas imperiais como os verdadeiros reis, estes só têm o que tem pois ocuparam cargos de alta envergadura política na burocracia municipal ao longo da história da cidade. Seus recursos provêm de "bom" uso do dinheiro público. É muito fácil reconhecê-los, estão sempre cercados de pobretões, puxa-sacos e assessores de porra nenhuma.
  • Velhos da Praça da Rodoviária - Além dos velhos relatados acima, ainda há os outros velhos que ficam o dia todo fazendo nada nos bancos da Praça Cira Rosa de Assis, mais conhecida como Praça da Rodoviária. Passam o tempo fofocando e olhando para o bumbum das mulheres que passam nas calçadas... Só olhando mesmo, pois com o passar do tempo já não conseguem fazer nada, a não ser com a língua... para fazer fofoca, É CLARO!
  • Mendigos da Praça da Rodoviária - Disputando espaço com os velhos da Praça, há também, os mendigos que ficam em tempo integral em torno da referida rodoviária pedindo esmola às pessoas que transitam e esperam ônibus... Segundo o último senso, o número de mendigos da praça aumentou 150%, passando de 10 para 25. A justificativa, segundo um deles, é que está mais fácil viver nas rua pedindo do que trabalhando em algum emprego.

Moradores Ilustres[editar]

  • João Batista Popeye - Também conhecido como giló é uma das figuras mais conhecidas da cidade. Perambulando pelas ruas da cidade e principalmente na Praça da Rodoviária, você pode se deparar com essa figura, que tem por característica de ser portador da síndrome de down. Além disso sofre de inchaços na perna, pelo qual as pessoas o chamam de pé de boi... é claro que juntando tudo isso, o mesmo não gosta e vive ameaçando as pessoas com pedras e paus quando o chamam por esses apelidos;
  • Marquinho - portador de alguma deficiência mental (ou não, há controvérsias), encontra-se pelo calçadão de Espera Feliz, esse ilustre morador, que pode ser reconhecido batendo latas feito um integrante do "olodum" fazendo batucadas pelas ruas. Também atua como um profeta toda vez que aparece uma nuvem negra no céu, onde o mesmo sai gritando nas ruas anunciando que vai chover: "_vai chuvé! vai chuvé!". Outra característica peculiar é que o mesmo está sempre usando uma camisa de algum time de futebol, que aliás, é sempre um time que está ganhando;
  • Fumacinha - figura carimbada na cidade, esse ilustre cidadão, que já dá para imaginar de onde vem o apelido de fumacinha (aliás, não é morador do João Clara e nem do Santa Cecília). Se intitula como inteligente e autodidata, tendo participado por conta disso de um Programa de Televisão, mas ninguém vê progresso nisso, pois o mesmo nunca passou de mero comerciante e entregador de lanches.
  • Tcholinha - maluco beleza com certeza, esse é o Tcholinha, um autêntico nóia de Espera Feliz, que adquiriu problemas mentais devido ao extravagante uso de "tôssicos". Já foi preso umas trocentas vezes cometendo dos diversos delitos e da experimentação de todo tipo de droga possível... hoje a droga é dependente dele, já não consegue viver sem ele. PS.: Tcholinha- definição: 1. pessoa lesadinha de tudo; 2. que não fala nada de nada;
  • Abrobra - O maior fenômeno dos últimos tempos contemporâneos da nossa época... Esqueçam das "Carreta Furacão" espalhadas pelo brasil com a personagem do "Fofão (TM) (R)"... Na verdade o maior fenômeno de Espera Feliz, é o vendedor ambulante conhecido, aclamado, denominado, exaltado, vulgo ABRÓBRA. Em sua bicicleta com uma cesta cheia de verduras e legumes, esse ser que parece ter sido expulso de outro planeta, e ter vindo cumprir sua pena na Terra, ficou conhecido por andar pelas ruas da cidade gritando eloquentemente anunciando os seus produtos, mas, sem se preocupar com o bom e velho português "bem dizido", por isso seu produto principal a ABROBRA, lhe rendeu sua alcunha. Virou um mito na cidade, pois, mesmo sem ser visto e ouvido, por muitas pessoas, se tornou a coisa mais falada da cidade. Um detalhe que intriga: ninguém sabe de onde veio, para onde vai, onde mora, seu verdadeiro nome, na certeza de um dia desaparecer feito um cometa, ficará na memória seus anúncios: tem quiabo, taioba, mugando, muranga e ABROBRA...
  • Anônimo Individuo procurado pela policia por escrever artigos ofencivos.

Economia[editar]

  • Os sustentados pelos pais, vagabundos que ficam só olhando da porta de onde trabalham!
  • Os maconheiros, devem vender a maconha em algum dos becos da cidade, não encontrados ainda.
  • O comércio está a todo vapor, e na produção de dinheiro já ultrapassou Carangola e Guaçuí, os outros dois maiores buracos da redondeza. As lojas vendem de calcinhas descartáveis a R$1,99 a tênis falsificados que são vendidos em até 48x sem juros, no boleto, cartão, só telefônico!
  • Lan Houses também ajudam na economia, lá existe aglomeração de perrapados, desocupados que não tem um chinelo pra calçar, mas R$2,00 pra jogar CS não falta.
  • Supermercados fazem parte dessa categoria. Uma grande concorrência, onde chegam até a "matar a cobra e mostrar o pau!".
  • Em Espera Feliz a população tem duas opções: ou bebe ou vai pra igreja aos finais de semana. Isso fez com que a cidade tenha uma economia composta por 50% de bêbados e 50% de fiéis. Na mesma proporção de botecos surgem Igrejas evangélicas a cada esquina.