Esperança (novela)

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Este artigo é judeu! Ele odeia cananeus, foi escolhido por Javé e não come lagosta porque é caro e anti-kosher. O autor deste artigo provavelmente é contador e deve estar cuidando da lujinha.

Esperança foi uma telenovela das 8 exibida entre 2002 e 2003 escrita por Benedito Ruy Barbosa, uma continuação malsucedida de Terra Nostra, só que aqui temos a Grande Depressão de Nova York como pano de fundo.

Enredo[editar]

Em 1931, dois anos depois da Crise de 1929, o mundo vive a recessão causada pela quebra da Bolsa de Nova York, ou seja, todo mundo fodido e mal pago. O cenário de pobreza nos States e Europa tem reflexos no Brasil, o País de Faz-de-Conta, onde os então poderosos barões do café estão tão fodidos quanto o resto do mundo. Este quadro é determinante para a Revolução Constitucionalista de 1932, em 9 de julho. Em meio a esse cenário político, muitos estrangeiros, fugindo da miséria em seus países, vêm para cá para tentar a sorte (ou azar). Italianos, portugueses, espanhóis, judeus, enfim, todos trouxeram contribuições culturais sobretudo para o Estado de São Paulo, e é por isso que há tanta italianada na Mooca e no Bixiga, judeus em Higienópolis, japoneses na Liberdade, coreanos no Bom Retiro... mas como esta porra não vai falar nem de japoneses e nem de coreanos, então o foco principal são os italianos, espanhóis, portugueses e judeus.

Lá na Terra da Bota, Toni (Reynaldo Jaqueline, filho do pianista tocador de piano Genaro (Raul Cortez comprando genérico? Duvido.), se apaixona por Maria Vai Com as Outras (Priscilla Fantin), filha do maior inimigo do pai, o fascista Giuliano (Fagundão, o Primeiro e Único). Entretanto, a moça está prometida para o abastado Martino (Zé Maia) e Toni, após se desentender com o pai, decide tentar a sorte no Brasil (coitada...). O que ele não sabe é que Maria está embuchada dele. Ao chegar à capital paulista, Toni se vê envolvido pela judia Camilli (Ana Paula Taradósio), filha de um rico comerciante, Ezequiel (Gilbert, que também canta na novela) e também a vilã da bagaça, que fará tudo para separar Maria e Toni (coisa de novela das 6). Enquanto luta para se manter, ele conhece os únicos parentes no Brasil: Dona Madalena (Laura Cardoso), uma velha lavadeira que uma vez se esfregou em seu tio Giuseppe (Walmor Chagas), e a prima Nina (Maria Fernanda Cândida), jovem operária rebelde que sonha em dar para o português boa-praça José Manoel (Nuno Lopes), o Murruga (mas pode chamar de Murruguinha).

O velho Genaro, sozinho após a morte da mulher Rosa (Eva Wilma), decide também vir para o Brasil, à procura do filho (pretexto arrumado por Benedito para trazer todo o elenco da novela para cá). Sem o endereço de Toni, se instala na pensão de Dona Mariusa (Regina Maria Dourada) e passa a trabalhar como pianista, também tocando piano no fino bordel da francesa Justine (Gabriela Duarte); claro, porque toda novela das 8/9 que se preze tem que ter uma putariazinha para segurar a audiência, amante de seu companheiro de quarto, o jovem estudante Marcos (Chico Caralho). Enquanto isso, na Itália, Maria é obrigada a casar com Martino, mesmo ele sabendo que o filho que ela carrega é de Toni, mas o velho está cagando de cu arregaçado para isso. Após a morte do pai, ela acompanha o marido em uma viagem ao Brasil e se instala na fazenda dos italianos Vicenzo (Othon Bastos) e Constância (Araci Esteves Aqui), amigos de Farinha (Paulo Goulart), um conterrâneo de Martino e também o grande vilão da novela.

A família de Vicenzo luta contra a resistência de Dona Francisca Mão-de-Ferro (Lúcia Veríssimo, filha do Justo), dona da fazenda vizinha, uma viúva que odeia os italianos igualzinha à Janete de Terra Nostra, e não os quer como vizinhos. Mas Francisca não esperava que seus filhos, os bem criados Maurício (Ranhieri González) e Beatriz (Myrian Terra Livre), fossem se apaixonar pelos rudes filhos dos italianos: Caterina (Simone Spoladore) e Marcello (Emílio Orciollo Neto). A morte de Martino deixa o caminho livre para Maria reencontrar Toni. Com o filho Martininho (Thiago Afonso, muito bonitinho e chatinho), primeiro ela reencontra Genaro, que não lhe dá boas notícias: Toni está casado, com Camilli, e depois... sei lá, não vi esse troço.

Ah, sim! Depois tem a italianada dançando tarantella igualzinho em Terra Nostra, os espanhóis dançando flamenco e tocando castanholas, a judeuzada no Bar Mitzvah e o entra-e-sai adoidado do animado puteiro de Justine.

Recepção[editar]

Uma bosta, sinto te informar. Benedito bem que tentou continuar a saga dos italianos de Terra Nostra, empolgado na época com o sucesso e repercussão desta, mas deu um tiro no próprio pé, pois Esperança foi um tremendo fiasco, ainda por cima ensanduichada por 10 sucessos do horário: a própria e já mencionada n vezes Terra Nostra, Laços de Família, Porto dos Milagres e O Clone, antecessoras que vieram antes, e as sucessoras que vieram depois e a sucederam: Mulheres Apaixonadas, Celebridade, Senhora do Destino, América, Belíssima e Páginas da Vida, ou seja, não tinha mesmo como dar certo, e ainda foi parodiada pelo Casseta e Planeta como Semelhança (qualquer semelhança com Terra Nostra não terá sido mera coincidência).

Benedito bem que tentou salvar a novela do limbo colocando Walcyr Carrasco (viiiixe...) para assumir a frente de capítulos, mas não deu certo pois Walcyr não transformou a novela numa comédia com gente indo parar no chiqueiro, como em certas novelas dele, ou seja, a novela continuou um dramalhão mexicano e terminou esquecida por mim, por você e por todo mundo.

Trilha sonora[editar]

Em compensação, Esperança nos deixou três CDs com o que tocava lá na trama, mas que hoje estão encalhados nos sebos e algumas lojas, pois ninguém em sã consciência vai querer CD de novela fracassada e sem hits. Mas mesmo assim vamos lhe mostrar tudo o que tocou por lá.

Esperança teve três temas de abertura (para quê tanto?!), todos com o mesmo arranjo, o que mudou foi o idioma cantado; a primeira é cantada em italiano, espanhol, português brasileiro e hebraico, a segunda apenas em português e a terceira apenas em italiano. Foi tão mal no IBOPE que desistiram das versões em espanhol e hebraico.

Nacional[editar]

Teve duas versões; na primeira, apenas com 15 faixas e uma versão diferente do tema brasileiro de abertura; na segunda, duas faixas a mais e uma nova versão do tema brasileiro de abertura.
Capa: Priscilla Fantin.

  1. Speranza/Esperanza/Esperança/Hatikva התקווה - Laura Pausini, Alejandro Sanz, Fama Coral e Gilbert (1º tema de abertura)
  2. Eu e o Sabiá - Chitãozinho & Xororó
  3. Vem Sonhar (Parlami D'Amore Mariù) - Leonardo
  4. Onde Está o Meu Amor? - RPM
  5. Milagreiro - Djavan e Cássia Eller
  6. Muito Amor - Fagner
  7. Viola Quebrida - Pena Branca & Xavantinho
  8. Novamente - Clara Becker
  9. Notícias - Marina Lima
  10. Templo - Chico César
  11. Onde Ir - Vanessa da Mata, estreando em trilhas de novelas
  12. O Cio da Terra - Chico Buarque e Bituca
  13. Bicha do Mato - Arleno Farias
  14. O Que Foi Feito Deverá - Elis Regina
  15. Esperança - Fama Coral (2º tema de abertura)
  16. Cuitelinho (recolhida do folclore do Mato Grosso) - Nara Leão (apenas na segunda versão do disco)
  17. Caterina (Le Stagione Dell'Amore) - John Neschling/Ilan Rechtman (faixa multimídia, também somente na segunda versão do CD)

Internacional[editar]

Capa: Nuno Lopes, o Murruguinha.

  1. J'Attendais - Céline Dion
  2. Ti Amo - Sergio Endrigo
  3. Tu - Sarah Brightman
  4. Yolanda (ao vivo) - Chico Buarque e Pablo à Milanesa
  5. Cuándo Nadie me Ve (ao vivo) - Alejandro Sanz
  6. L'Abitudine - Andrea Bocelli feat. Helena
  7. Adeus... e Nem Voltei - Madredeus
  8. Core 'n Grato - Roberto Murolo
  9. Se Ami Sai - Laura Pausini
  10. Parlami D'Amore Mariù - Leonardo
  11. La Musica è Finita - Ornella Vanoni
  12. Amore Perduto - José Carreras
  13. Il Mondo - Jimmy Fontana
  14. Passa e Va - Mafalda Minnozzi
  15. Marechiare - Família Lima
  16. Chimerda - Gianni Morandi
  17. Yerushalaim Shel Zahav ירושלים של זהב (Jerusalém de Ouro) - Gilbert
  18. Speranza (Esperança) - Laura Pausini (3º tema de abertura)

Instrumental[editar]

Foi a 1ª novela da Globo com trilha instrumental, apesar de ter fracassado. Tem 30 faixas compostas por John Neschling e Ilan Rechtman.

  1. Caterina (Le Stagione Dell'Amore)
  2. Melodía Española
  3. Genaro 1
  4. Kleizmer
  5. Fantasia Judaico-Cigana
  6. Maria (Rosa)
  7. Genaro 2
  8. Italianos (Francisca)
  9. Bicicleta
  10. Luiza 1
  11. Toni
  12. Luiza 2
  13. Eulália
  14. Eulália 2 (Spanish Soft Guitar)
  15. Maurício
  16. Camilli 1 (Ahava-Amada)
  17. Beatriz
  18. Genaro e Rosa (Romântico)
  19. Romântico (Dolce Amaro)
  20. Ahava (Camilli 1)
  21. Suspense
  22. Camilli 2
  23. Oriental
  24. Giuseppe
  25. Nina
  26. Cortiço (Música do Bairro Italiano)
  27. Morte e Agonia
  28. Guitarras (Guitarras Dramáticas)
  29. Tarantella
  30. Fantasia de Jerusalém de Ouro

Abertura[editar]

Vai aparecer abaixo, como numa roleta, uma das três letras do tema de abertura.

Speranza (Laura Pausini)

Lui che qui arrivò che ritornerà
E porterà un sogno porterà realtà
Cuore di un'uomo immenso
Che non sa se troverà
Quel coraggio quell'avventura

Lui che qui arrivò e che resterà
Lui lungo il cammino forse incontrerà
Occhi che come i suoi
Chiedono di felicità
Ricercando la vita

Vita, vite e speranza
E sogno, sogno, sogni e speranza
Pace, pace, pace e speranza

Oh.... pace
Vita, sogni e speranza
Pace, pace
Lui che qui arrivò che tornerà

Ver também:[editar]