Esporte eletrônico

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Virtualgame.jpg Esporte eletrônico é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, o Mario joga um casco verde em seu kart.


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Seu primo gordo de 12 anos sobre e-sports

Típico jogador de esporte eletrônico.

Esporte eletrônico (ou E-sports) é o esporte preferido dos nerds e gamers viciados em jogos, sejam ruins ou bons, esses caras são tão viciados que não saem do computador ou videogame (só que não).

É um esporte (com aspas) que quer finge ser um esporte, porém não é reconhecido como um por por mais da metade das pessoas que pelo menos possui alguma vida.

História[editar]

League of Legends ou Overwatch são e-sports modinha-Nutella, nerd raiz é aquele que acompanhou o Campeonato Mundial de Space Invaders de 1980.

Rumores surgiram que o E-sports surgiu em 1972 600 a.C., quando o faraó Jahrkemuth e Dercy Gonçalves disputaram uma partida de CS:GO, Dercy ganhou a partida, mais em 1823, Hebe Camargo e uma escrava chamada Maria Maria disputaram uma partida de Overwatch, e Hebe venceu. Vários cientistas viajaram no tempo e descobriram relíquias dessas partidas. Vários nerds viram isso e montaram uma partida de Spacewar!, desde então esses nerds viraram do avesso e montaram várias competições e o esporte cresceu.

Em 1900 e guaraná com rolha, surgiram os primeiros torneios oficiais de esportes eletrônicos raízes, que absolutamente ninguém conhece por serem divulgados pelos países de terceiro mundo apenas no século 21 (se é que forem) e só vieram a ficar famosos pelos primeiros que foram realizados em convenções nerds, já que se cansavam apenas de nerds gostosas em cosplays e observação de jogos e quadrinhos, tais como BGS em países de primeiro mundo.

Há muito tempo, começou com um domínio entre os Estados Unidos e a Europa em paz e harmonia, até essa putaria toda se espalhar pela Ásia inteira, que começou a dominar mais da metade dos jogos, principalmente com China, Coreia do Sul e Japão, o que tornou uma rivalidade grande entre os EUA, a Europa e o tríplice asiático em jogos usando times, RPGs e jogos de luta.

E-sports no Brasil[editar]

O Brasil, assim como a maioria dos esportes olímpicos, só veio a estrear mais tarde nos e-sports e os brasileiros apenas jogavam para zoar o jogo, ficar comentando besteira nos chats e depois levar marretadas (sendo que isso acontece até hoje), o que levou ao ódio internacional pelos brasileiros gamers e uma decadência dos jogadores do país, ao serem comparados com os trogloditas, mas pelo menos não consegue ficar pior que fim de mundos sem internet, como os pequenos da Oceania, a África e as ilhas secundárias da América Central.

O e-sport, que era apenas para brasileiros ricos que jogavam em outros países ou para brasileiros naturalizados, que faziam quase 0,0001% das pessoas antigamente, foi expandido até para qualquer um que ficasse jogando 24 horas em uma Lan House via a maldita inclusão digital e por ver alguns times brasileiros ganhando algo, chamou a atenção de alguns canais de televisão, que faziam poucas matérias até serem tratados como um pseudo-esporte e serem transmitidos alguns jogos em canais de esportes de verdade, o que causou a raiva dos futebolistas, basquetebolistas e qualquer -ista, mas acabou mesmo assim transmitido por esses canais, tais como ESPN, SporTV e For Man.

Salários[editar]

Como um salário antigamente de um jogador de e-sports era menor que três salários mínimos e a maioria desistia para estudar ou fazer algo realmente interessante na vida, resolveram pedir dinheiro do governo (só os países de primeiro mundo mesmo, já que o Brasil está cagando e andando para isso) para investir nesses joguinhos e pelo menos conseguiram alguma coisa, principalmente com campeonatos com dinheiro vindo de empresas ou do público ou com os cânceres dos streamers, visto na seção abaixo.

Streamings[editar]

Até os furries invadiram o e-sports.

Como ninguém tinha saco para ir em um evento apenas para ver vários nerds tetudos e gordos comilões com bracinhos de tiranossauro, além do CensuraTube que sentava um strike nos gamers com seu sistema de direitos autorais totalmente quebrado, ficou popularizado o streaming, feito por sites como Twitch, que ficou famoso tanto por gamers profissionais e semi-profissionais quanto por vagabundas que ficavam famosas, mesmo sequer saber três personagens de determinado jogo e palhaços que apenas servem para criar bordões para disfarçar suas grandes capacidades de jogo.

Depois foram criados os sites de streaming de determinados países para aproveitar a modinha, tais como sites chineses, taiwaneses, e pelo raio que o parta. Atualmente quase todo gamer famoso é um streamer câncer.

Inclusões[editar]

Como qualquer coisa que estrague um game ou uma comunidade, ou simplesmente qualquer coisa, o esporte eletrônico, ou e-sports também foram (e muito) afetado pelos inclusionistas e sofreram nas mãos, já que várias pessoas estavam reclamando que só tinham nerds tetudos e gordos comilões com bracinhos de tiranossauro nos times, o que acabou resultando na criação de vários campeonatos para times com magros, mulheres, negros, acreanos, amarelos, furries (sério), ETs e vários outros grupos, o que acabou resultando nos jogos mudarem vários personagens ou criarem mais personagens para atrair esses seres carentes de atenção.


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