Estação tubo

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Cquote1.png Você quis dizer: Estação toba Cquote2.png
Google sobre Estação tubo

Cquote1.png Na União Soviética o tubo entra em VOCÊ!!! Cquote2.png
Reversal Russa
Cquote1.png Uns cento e vinte mil reais paga essas manilhas? Cquote2.png
Qualquer administrador público curitibano
Cquote1.png Paga! Fica com essa gratificação, em nome de nossa amizade! Cquote2.png
Fabricante

Modelo de uma estação toba. No detalhe, o reto da estação.
Ônibus da linha para a PQP parado em uma estação tubo.
Estação tubo aumentada por enlarge your tube.
Cada tubão desses custa míseros R$ 120 mil. No detalhe, curitibano com a pastinha pirata do Curso Positivo.
Cquote1.png Ao embarcar nos ônibus, aguarde sempre o desembarque! Cquote2.png

As estações tubo do transporte público da cidade de Curitiba, Paraná, são um dos marcos do urbanismo dessa cidade, embora nada mais sejam do que paradas de ônibus.

Criação[editar]

A brilhante ideia de entubar os usuários do transporte coletivo curitibano é Jaime Lerdo, também conhecido como Jaiminho ex-prefeito de Curitiba que já não segue a carreira política pra evitar a fadiga.

Jaiminho tinha um amiguxo, Rafinha Greca, que tinha uma empresa que fabricava manilhas e tubos em geral, mas que estava a beira da falência. Sem saber o que fazer, Greca foi pedir arrego para seu colega de sauna, que para evitar a fadiga, aceitou comprar uns tubos de pvc inúteis que estavam encalhados na empresa de Greca. Cada brinquedinho desses custou, e ainda custa, algo em torno de cento e vinte mil reais aos cofres públicos.

Os tubos eram muito fashion mas Jaiminho não sabia o que fazer com eles. Eram transparentes, então seria um disperdício usá-los para canalizar o Rio Belém, principal esgoto a céu aberto de Curitiba até os dias atuais.

Nesta mesma época chegou ao gabinete de Jaiminho por meio da URBS a informação de um protesto de usuários do transporte coletivo. Os pé-rapados estavam cansados de torrar no sol durante o verão e molhar os chinelos no inverno. Jaiminho, que estava dormindo, levandou o pescoço e fez um sinal, resmungando qualquer coisa como Cquote1.png pega qualquer coisa aí, ó... Cquote2.png e apontando para um lado que nem ele mesmo sabia qual era. Pois ele havia apontado para as manilhas de policarbonato fashion entulhadas nos fundos da prefeitura.

Os engenheiros da URBS, não entendendo bem como podiam usar aquilo, resolveram apenas largar aqueles tubos espalhados pela cidade, e o povo que se abrigasse debaixo dele. De uma hora para outra estava criado um ícone da arquitetura curitibana.

Governantes e empresários de todo o Brasil e mesmo de todo o mundo passaram a vir para Curitiba para conhecer a parada de ônibus futurista de Jaiminho, e como não andavam de ônibus, pois não eram pobretões, nunca souberam se aquilo funcionava ou não, mas como achavam bonitinho, ficaram impressionados. Um exemplar do tubão curitibano chegou a ser instalado em Nova Nova Nova Nova Iorque.

Jaime Lerdo ganhou a fama de grande urbanista e Rafinha Grega ganhou muita grana, sendo posteriormente eleito prefeito de Curitiba, para suceder Jaiminho, e escolhido por Fernando Henrique Cardoso para ser o Minístro do Turismo quando da comemoração dos 500 anos do Descobrimento do Brasil. Foi Greca quem construiu aquelas caravelas que afundaram no litoral da Bahia, lembra?

Como funciona[editar]

As estações tubo são parada de ônibus para os famosos ligeirinhos (como o Inter II) e biarticulados de Curitiba.

São construidas em policarbonato e são abertos nas laterais. De um lado ficam as catracas de entrada, e do outro uma grade, ou catracas de saída. Seja como for, no outono venta pra cacete e vento entra literalmente encanado nos tubos, inverno chove em quem não estiver no meio do tubo, ou até em quem está no meio, mas com certeza chove no cobrador, na primavera abelhas e marimbondos constroem colmeias dentro, e no verão o tubo funciona como máquina de churrasco grego, pois o material transparente permite a entrada do sol enquanto o formato não permite a dissipação do calor. Como em Curitiba acontecem as quatro estações no mesmo dia, ou mesmo durante o (não tão) curto período da espera do ônibus, o usuário do transporte coletivo curitibano pode viver todas essas emoções ao mesmo tempo.

Os ligeirinhos, apesar do nome, costumam demorar entre vinte minutos e uma hora para passar, depedendo do horário do dia, o que garante que o tubo esteja superlotado quando ele chegar. Uma estratégia das empresas do transporte curitibano para carregar o máximo de pessoas na mesma viagem.

As portas da estação tubo costumam falhar, não abrindo três vezes a cada dois ônibus que encostam, o que irrita quem quer sair, que empurra para fora, quem quer entrar, que empurra para dentro, e o motorista, que se atrasa. Por fim, o cobrador do tubo, ou algum moleque mexilão, vai até uma caixa preta e aperta um botão vermelho que libera as portas do tubo, se for o moleque (em curitibanês: piá), é provável que ele já tenha aberto as portas do tubo muito antes do ônibus enconstar, ou fique abrindo e fechando-as irritantemente. As portas do ônibus abrem descendo uma rampa que decepa os pés dos primeiros que esperam nas plataformas.

Ouve-se uma voz nada curitiboca que avisa que o desembarque deve ser feito pelas portas 2 e 4 (pois a porta 3 é para o embarque, quando é o caso) ou pede para que se aguarde o desembarque. Ela é ignorada. As multidões de pessoas que tentam sair e entrar simultaneamente no ônibus trocam algumas cotoveladas, eventualmente provocando a queda de dois ou três passageiros. Quinze minutos depois estão todos enlatados do lado de dentro do ônibus e entubados do lado de fora. Um atrasado corre e passa a roleta, ficando a menos de 3 metros da porta de embarque e bem do lado da janela do motorista que olha-o com um sorriso sarcástico, apertando o botão que fecha as portas. A multidão aglomerada torna impossível a passagem. Ele perde aquele ônibus... e o próximo também...

Ver também[editar]

Ligações externas[editar]