Estado da Palestina
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Portanto, este artigo louva Alá e come esfiha, sem dar ré no kibe. Ele gosta de mulher coberta e não gosta de ser confundido com turcos nem judeus. |
| MANTENHA DISTÂNCIA!!!
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●سرائيل
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●Pseudo-Estado da Palestina
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●Organização fodida por Israel
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| Lema: Free Palestina | |||||
| Hino: Fuck Israel | |||||
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| Capital | A cidade explodida há dois minutos atrás | ||||
| Maior Cidade | Cisjordânia | ||||
| Língua | qualquer coisa que não seja israelita ou árabe | ||||
| Tipo de Governo | País que os brimus Israelenses fingem que não existe - problemas de discussão na herança | ||||
| líder das negociações | Ariel Sharon | ||||
| Heróis Nacionais | Jesus Negão e Yassef Arafat | ||||
| Independência | de Israel no ano de 4570 | ||||
| Moeda | AK47 | ||||
| Religião | Islamismo | ||||
| População | O senso não conseguiu divulgar os dados pois o exército de Israel matou (de novo) um número indeterminado da população e obrigou a outra a fugir ou se esconder em buracos | ||||
| Área | onde tiver muros em Israel é território palestino (Água-uso exclusivo dos colonos Judeus% de água) | ||||
| Analfabetismo | ?% | ||||
| PIB per Capita | ? USD/hab. | ||||
| IDH | 0.11 | ||||
| Fuso Horário | Não há horário oficial | ||||
| Clima | Desértico Quero mais água | ||||
| Site do Governo | o servidor palestino foi explodido ontem | ||||
Reversal Russa sobre Estado da Palestina
Estado da Palestina (إسرائيل) é um país árabe não suportado por pessoas sem senso de humor dentro de Israel.
Tabela de conteúdo |
[editar] História
A Palestina surgiu quando pastores turcos árabes foram chegando e ficando, uns como caseiros, outros como ocupantes aonde era a casa dos Judeus depois que esses foram expulsos pelos Romanos depois de uma revolta fracassada no ano 70 da era cristã. Quase 2000 anos e muitos senhorios depois (entre eles brimus Otomanos e os ocidentais Britânicos) os inquilinos Palestinos foram expulsos de casa sem aviso prévio e sem sequer direito a negociação de aluguel ou indenização pelos novos senhorios Israelenses, sob os olhares complacentes da ONU que havia dividido suas terras sem ao menos consultá-los ("também pra que né mesm?! Pobre só apita é partida de futebol e mesmo assim, de vez quando e olha lá..."), dando metade das terras à comunidade Judaica apesar dessa ser só 1/3 da população. Comunidade que, curtida na escola da porrada do emo Adolph chegou com especialistas em Krav Magá Israelita de Elite que, na falta de coisa melhor que fazer, saíram treinando suas habilidades matando e apavorando esses camponeses palestinos, retomando o poder e hegemonia judaica na região.
A partir de então aquela pequena faixa de deserto foi dividida entre judeus (Israel), árabes (Palestina) e cristãos (Estados Unidos), desde então a Palestina publica em seus jornais todos os dias que conseguiu a independência e seus habitantes passaram a ter de pedir permissão (geralmente negadas) pra tudo, inclusive peidar em público, às forças de ocupação Israelenses, o que com o passar das décadas transformou o povo Palestino, de pacíficos campônios em revoltados aborrecentes (já que o o exército Israelense para efeito de controle populacional, oferece 3 alternativas para o Palestino que eventualmente sobreviva até a idade adulta: exílio, prisão ou morte) desempregados, cujos únicos passatempos permitidos publicamente pelas forças de ocupação são: futebol (de vez em quando), jogar pedras em tanques e xingar os ocupantes, sendo estas 2 últimas atividades essenciais para que os recrutas Israelenses possam manter uma boa prática de tiro.
Outro grande problema da Palestina é tentar convencer outros países de sua existência, pois o trabalho de lobby de Israel nos corredores da ONU é muití$$$$$imo forte.
[editar] Política
Como o território físico de Israel ocupado na base da paulada por Judeus recém chegados, voltados, vindos das Oropa, França e Bahia, só restou aos Palestinos mesmo sendo mais da metade da população de então tentar ficar com a parte que restou da região, como a minúscula (veja Mapa) Faixa de Gaza, a menos minúscula Cisjordânia e as Colinas de Golã (onde há grama).
Recentemente, Israel chegou a economizar seus mísseis, pois os próprios partidos políticos braço-armados da Palestina Hamas e Fatah estavam se degladiando por lá.
[editar] Histórico das Relações Diplomáticas entre Israel e Palestina
"Convencidos" na porrada a abandonar suas casas e terras pelo (como todo e qualquer exército) "corajoso" exército Israelense, então para evitar que sua linhagem se extingua, o Estado da Palestina tem se utilizado ineficientemente de diplomacia e de métodos terroristas (que exigem poucos recursos e causam: muito barulho e, se comparados com os métodos militares tradicionais, poucas mortes) aprendidos com seus irmãos Israelenses para chamar a atenção e tentar conseguir paz e independência:
- Primeira (da era moderna claro) Guerra Árabe-Israelense (1948) - Árabes putos da vida com os Israelenses por estes terem "despejados" em seus quintais centenas de milhares de refugiados Palestinos, decidiram devolvê-los na marra à Israel, que por sua vez não estava e não está nem um pouco disposto a aceitá-los de volta e, na marra 'guentou firme bradando: "êêê, bara bara bara, aqui no novu lujinha num azeitamus deboluzaum"; "mas nózes num bedimus nada brimu" responderam os Árabes; "Ingratus, nóiz dar brezente y boceis recusa e quer debolbê, izo é Ofenza graaaabe hein brimu" retrucaram os Israelenses; "Zi fudê cara de pau" tornaram os Árabes; "zi fuderam ozeis" tornaram a retrucar os Israelenses gritando: "é Truco, é truco!" num jogo que segue até o presente momento com os seguintes lances avaliados:
- Guerra dos Seis Dias (1967) - Israel de saco cheio da vida, decidiu conquistar o Oriente Médio e começou a bombardear tudo quando é país vizinho seu. A Palestina aproveitou para se aliar aos países árabes, porém fora dizimada em seis dias por Israel que por sua vez descansou no sétimo dia.
- Guerra das 1001 Noites (1969) - O conflito dura até hoje e já são 10.001 noites de guerra incessante e massacre sobre a Palestina.
- Acordo do Cessar Fogo em Jerusalém (1985) - A Palestina finalmente consegue uma trégua com Israel por 17 minutos. Tudo foi por água abaixo quando um colono Israelense desavisado retalhou um moleque Palestino abusado que havia atirado uma pedra em seu Tanque de guerra novinho em folha arranhando a pintura; o que acabou reiniciando o conflito.
- Acordo de Paz Egípcio-Árabe-Judaico-Cristão (1993) - Foi a negociação de paz que foi mais longe até hoje. Metade dos países do mundo que não aguentam mais a guerra na região tentaram um acordo de paz na região. No dia da assinatura do acordo em Washington, EUA, o presidente de Israel, que na juventude havia sido um recordista em despejar Palestinos de suas casas, foi reconhecido pelo premier palestino, que quando criança havia sido um dos despejados (porque afinal como já dizia o véio deitado Chinês Sin Fun Deo: "Quem Bate Esquece, Quem Apanha Não"). O Palestino ia deixar barato mas ao ter o aperto de mão recusado na frente das cameras lembrou do passado negro do Israelense que por sua vez disse que era muito deselegante por parte do Palestino lembrar desses "detalhes incovenientes" depois de tantos anos de esforço pra apagar essas merdas da memória; chamou o Palestino de feio, bobo e avisou que diante de tal grosseria não brincava mais de acordo de Paz porque esse negócio de paz de qualquer modo era coisa de maricas mesmo. Não fosse Bill Charuto de estagiária Clinton, ameaçando colocar seu instrumento-órgão em ação, a coisa teria gorado de vez.
[editar] Os brimus Árabes
Cansados de esperar que os brimus Árabes mandassem de volta pra Europa os sionistas e vendo que os Israelenses tinham vindo pra ficar, os Palestinos chegaram a tentar imitar (novamente) os Israelenses (Re)fundando sua casa em outros lugares:
- Em 1970 no episódio conhecido como "Setembro Negro", o Rei Hussein da Jordânia deu ordem de despejo aos Palestinos que estavam há anos sem pagar aluguel e já estavam tomando conta do pedaço. Assim, mais alguns milhares de mortos e ânus depois...
- Nos anos 1970 no Líbano, aproveitando a zorra local promovida por Síria e Israel e pela presença deles próprios, tentaram novamente montar um muquifo achando que ninguém ia ligar no meio daquela zona toda mas veio 1982, Israel e os Cristãos Libaneses trouxeram nova ordem de despejo. A Síria chegou a bater pé mas depois de um show de incompetência aérea achou melhor olhar pro lado e deixar pra lá porque senão ia sobrar é mais refugiado pra ela também.
[editar] Economia
A Palestina é uma das líderes mundiais em exportação de refugiados e terroristas, ficando neste último item atrás somente da Arábia Saudita, Paquistão e dos discretos e ultra-profissionais brimus de Israel.
Líder mundial na produção e confecção de bombas, assim como no recrutamento e treinamento de homens-bomba.
A maior parte da renda do país vem da remessa de Palestinos exilados que ganham algum salário decente e regular e não aquela miséria paga pelos colonos Israelenses quando pagam... e doações de organismos internacionais como a ONU, Greenpeace, Países Europeus, Países Árabes, Ibama e Israel (já que se a Palestina não tiver uns trocados que seja, com quem que os Israelenses vão fazer guerra, matar o tédio e justificar todo aquela grana torrada em armamento de última geração importado dos EUA?)
As finanças da Palestina são totalmente reinvestidas na Educação de novos terroristas e políticos viciados em guerra, já que qualquer outra coisa é proibida e bombardeada pelas forças de ocupação Israelense.
[editar] Geografia
O Estado da Palestina é a região oficialmente mais avacalhada do mundo, pois sua política territorial é simples: Qualquer Colono Judeu pode sair cercando e murando o território que quiser e proclama-lo território do Estado de Israel. Lógico que este tem que estar devidamente armado para conseguir matar o máximo de Palestinos que puder antes que consigam fugir.
[editar] Cultura
O principal hobby na Palestina é promover o terrorismo, em seguida vem o futebol e o churrasco de fim de semana sem cerveja ou qualquer bebida alcoólica, porque a lei proíbe.
[editar] Educação
A Palestina é o único lugar do mundo em que uma criança de 12 anos é nova demais para aprender a dirigir, mas já é suficiente velha para aprender a usar uma AK-47.
Os palestinos aprendem desde cedo nas escolas - dirigidas por partidos "políticos" como Hezbollah e Hamas - a operar fuzis de fabricação russa AK-47, e tem aulas de montar coletes-bomba para passear por Israel. O Índice de aproveitamento na Universidade Palestina de Ciências Terroristas para o curso de Homem-Bomba é de 100% para aproveitamento e de aprovação dos alunos. A Palestina também tem um Exame Nacional das Armas do Ensino Superior (ENAES).
Ranking das Universidades Palestinas no ENAES
- Primeiros Lugares
- Universidade Palestina de Ciências Terroristas (UPCT)
- Universidade
PirotécnicaPolitécnica Palestina (UPP) - Universidade Guerrilheira de Jenin (UGJ)
- Faculdade de Cinema Noticiário de Jenin (UGJ-FCN), se fosse independente seria a melhor do país.
- Ultimos Lugares
- Universidade de Belém
- Universidade do Hebrom
- Universidade Nacional de An-Najah
[editar] Artigos Relacionados
- Israel
- Líbano
- Jordânia
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- Síria
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- Colinas de Golã
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- Faixa de Gaza
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- Exército americano


