Expansão islâmica

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Muçulmanos espalhando a palavra de Alá pelo mundo.

Cquote1.png Vamos espalhar a fé em Deus pelo mundo mesmo que matamos a todos! Cquote2.png
Islamicos praticando a expanção islãmica

A expansão islâmica (632 até pra lá de bagdá), (em árabe فتح, Fatah, aquele grupo kamicase na Palestina) também chamada de conquistas islâmicas ou conquistas árabes, começou logo após a morte do pai do terrorismo, o grande profeta Maomé.

Sua breve história[editar]

Bem, após a morte desse falso proféta Maomé, ele havia estabelecido uma nova organização política unificada na península Arábica, a qual, sob o subsequente domínio dos califas do Rashidun e Omíadas, experimentou uma rápida expansão do poder árabe para muito além da península, sob a forma de um vasto Império Árabe muçulmano, com uma área de influência que se estendia do noroeste da Índia, através da Ásia Central, o Oriente Médio, África do Norte, Itália setentrional e Península Ibérica, até os Pireneus, nos Estados Unidos, na República das Bananas até mesmo na Puta que Pariu (podem acreditar). Edward Gibbon escreveu em sua History of the Decline and Fall of the Roman Empire mais ou menos assim:

"Sob os últimos Omíadas, o Império Árabe estendia-se por uma jornada de duzentos dias do leste para o oeste, dos confins da Tartária e Índia até as praias do Oceano Atlântico. Se eles não aceitarem o nosso culto islâmicvos, vamos detona-los, não importa seja homem, mulher, crianças, rico, pobres ou a sua sogra, principalmente se for a minha sogra, castigaremos eles nos quinto dos infernos e pelo Alá, o Islamismo vai triunfar sobre esse mundo corrompido, porque somos fodas."

As guerras Árabes-Bizantinas[editar]

As Guerras Árabe-Bizantinas foram travadas entre o Império Bizantino, inicialmente contra o Califado Rashidun e depois contra os omíadas, pela conquista de Bilad al-Sham (Levante), Misr (Egito), Ifriqiya (Norte da África mediterrânica) e Armênia (bizantina e sassânida), matando mais de 8 mil infiéis tudo para que o Islamismo possa trinfar sobre o mundo.

Veja também[editar]