Expressões

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As expressões são formas únicas de um ser humano ou não se expressarem de forma com que os outros saibam o que ele realmente estava querendo dizer com aquela expressão. Há vários tipos de expressões. As inocentes, as não tão inocentes e as maliciosas.

O início[editar]

Há muito tempo atrás, dois irmãos brigaram. Foi uma luta dura, na qual ninguem assistia. Isso é o que todos imaginavam. Na realidade, havia um cão que assitia aquela briga. Em dado momento da luta, o irmão estava quase matando o outro. O que estava apanhando começou a gritar: Caim... Caim!!!

E aquele pequeno cãozinho assistia a tudo. Ouvindo aqueles gritos de dor, o cão decidiu associar seues momentos de sofrimento com a palavra Caim. Por isso, até hoje, os cães quando sofrem, gritam "Caim! Caim!

As expressões[editar]

As expressões em sí são muito usadas no dia-a-dia da população, sendo necessarias ao bom funcionamento dos dialogos. Você pode não perceber, mas elas fazem parte de você.

Ficar na mão[editar]

Uma das expressões mais conhecidas é ficar na mão ou deixar na mão. O deixar na mão surgiu assim.

Um casal de namorados estavam se beijando. Com o passar do tempo, a coisa esquentando, a mão-boba rolava solta, o povo ia ficando mais animado, e na hora do cara correr pro abraço, a moça de família diz:

Cquote1.png Amoooor, hoje não dá, tô menstruada... Cquote2.png
Namorada
Cquote1.png Ffffuuuuuuuuuuuuuu.jpg Cquote2.png
Namorado

O namorado, que já havia tomado três remedinhos azuis para garantir a noite, tem que ficar na mão mesmo.

Valeu a pena[editar]

Muito usada, mas poucos sabem o que realmente significa.


ICHIMARI[editar]

ICHI ou IXI MARIA ambos precedidos e seguidos de inúmeros iiiis é o mesmo que a exclamação "Ave Maria". Essa expressão que é parte integrante na cultura do nordestina, procura transmitir a sensação de alívio sentida pela cabocla quando o peixinho Candiru deixa a buceta dela.

Nasceu quando uma noderstina amazonense embrenhou-se mata adentro para fazer Xixi dentro de um igarapé e um peixinho muito minusculo, chamado Candiru (atraido pela aguinha quente do xixi) entrou na buceta dela. Ela ficou muito envergonhada em ter que ir ao médico para tirar o peixinho, foi quando surgiram outras pessoas para nadar no mesmo rio e ela teve que continuar dentro d'água para que os outros não descobrissem e ela resolveu ficar bem imóvel e ela relaxou a buceta também foi quando ela notou que o Candiru fez o que tinha a fazer lá dentro e foi embora, foi nesse momento que ela sentiu aquele alivio e disse iiiIXIiiiMARIA.