Fábio Braz

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Pensador trabalhando.jpg Fábio Braz é um filósofo
Portanto também é um deficiente mental...

Este é mais um desocupado que não tinha porra nenhuma pra fazer além de contemplar a empolgante vida sexual dos caramujos-de-jardim. Se você é uma pessoa provida de um pouco de sanidade mental, vá procurar algo melhor para ler, como uma bula de remédio!

Fábio Braz
Fábio Braz.jpg
O sorriso mais cheio de dentes do futebol brasileiro, que disfarça seu nível de ruindade
Apelidos Rei do Open Bar, Mascote da Carol Portaluppi, Platão de Ébano
Nascimento 2 de dezembro de 1978
São Paulo, SP
Nacionalidade Bandeira do Brasil Brasil
Posição Em pé na balada
Destro com dois pés esquerdos
Estilo de Jogo Fazer figuração na zaga
Prêmios "Pior Parceiro do Betão", do ano de 2007
Influências Renight Gaúcho, Zelão
Vícios Esquecer que, ao menos teoricamente, é um jogador de futebol

Cquote1.svg Não seja escravo do sistema, a vida é uma só e ela é sua Cquote2.svg
BRAZ, Fábio
Fábio Braz, o Platão de Ébano, é um jogador de futebol[carece de fontes] mais conhecido pela sua vida noturna do que pelo seu futebol propriamente dito, que inexiste. Um zagueiro-zagueiro bem caneludo, Fábio Braz foi um dos atletas que contribuíram imensamente com o rebaixamento do Corinthians em 2007, conseguindo ser figurante na linha defensiva mesmo jogando ao lado de ícones como Betão, Iran e Eduardo Ratinho.

Mas Fábio Braz não se destaca apenas pelas suas atuações pavorosas, ele também aparece nas páginas esportivas por bater recordes, sendo o primeiro jogador de futebol na história a conseguir atuar em três equipes diferentes na mesma temporada, levando o conceito de jogador cigano a um outro patamar.

História[editar]

Fábio Braz e seu "Open Bar de Alegria" -- alegria para as equipes que jogam contra ele, que com certeza vão conseguir marcar ao menos um gol.

Nascido em São Paulo, Fábio Braz sempre foi um caixeiro viajante, pulando de clube em clube desde as categorias de base, nunca conseguindo ficar mais do que um ano na mesma equipe. Em sua jornada pelo Brasil, Fábio Braz passou pela Portuguesa, de São Paulo; pelo Criciúma, de Santa Catarina; pelo 15 de Novembro, do Rio Grande do Sul; pelo Paraná Clube, do Paraná; pela Portuguesa Santista, de São Paulo; pelo Esportivo, do Rio Grande do Sul; e pelo Mogi Mirim, de São Paulo. A primeira vez que Fábio Braz conseguiu ficar mais ou menos estável, conseguindo passar duas temporadas na mesma equipe, foi quando ele chegou no Vasco da Gama, que apesar de não pagar salários e nem oferecer água, ao menos permite que caneleiros joguem profissionalmente com a camisa cruz-maltina e até virem titulares, por falta de opção.

Após o término de seu contrato com o Vasco da Gama, Fábio Braz ficou livre no mercado, e foi contratado pelo Corinthians, que estava firme em seu projeto de jogar a série B, contratando todos os jogadores com insuficiência técnica que encontrava pela frente. No começo do Brasileirão de 2007, Fábio Braz era apenas o quarto reserva, sendo banco para Betão, Zelão, Fábio Ferreira e Moradei improvisado, o que revela muito sobre a sua capacidade como zagueiro. Mas como nenhum desses defensores conseguia dar uma consistência ao miolo de zaga do Corinthians por motivos óbvios, Fábio Braz acabou ganhando a titularidade ao longo do campeonato, e se manteve por fazer menos merda do que os demais, o que não significa que ele não fazia as suas merdas. No final do campeonato, Fábio Braz conseguiu ser rebaixado com o Corinthians.

Após o rebaixamento, para a surpresa de todos, Fábio Braz não foi expulso do Parque São Jorge a pontapés, pelo contrário, Alberto Dualib achou que ele era bom e queria manter o Rei do Open Bar no elenco, o que prova que além de burro e ladrão, ele também era louco e míope. Mas quando Mano Menezes, um especialista em defesas e ferrolhos em geral chegou no Corinthians para botar ordem na casa, a primeira coisa que ele fez foi dispensar Fábio Braz, que ficou livre no mercado.

Depois de sua passagem pelo Corinthians, Fábio Braz continuou em sua peregrinação pelo Brasil, atuando bizonhamente em mais dez equipes irrelevantes do futebol brasileiro, quase todas de série C e algumas de série B. Não irei listar todas as equipes pelas quais Fábio Braz passou neste artigo, ou isso aqui vai ficar parecendo Os Lusíadas de tão longo.

A última equipe profissional pela qual Fábio Braz atuou (ou melhor, apenas esteve no elenco, pois jogar que é bom, nada) foi o America do Rio de Janeiro, mas como era chinelinho e só queria saber de balada, o Platão Negro foi expulso de lá pelo João do América, que fez questão de mandar Fábio Braz "tomar um tiro nesse cu filho duma puta".

Atualmente[editar]

Fábio Braz enfim se aposentou da carreira como jogador de futebol, se é que ele foi isso algum dia. Atualmente, ele se dedica a fazer poesias no Facebook e em ser o mascote de Carol Portaluppi, fazendo companhia pra filha de Renato Gaúcho em baladas pra lá de suspeitas. Tem quem diga que Fábio Braz come, mas considerando que como zagueiro ele nunca deu uma entrada certa na carreira, essa é uma informação bastante contestada.