Físico

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Bj.jpg Este artigo é relacionado à física.

Provavelmente estará cheio de citações e referências à Max Planck.


Cquote1.png Você quis dizer: Desempregado Cquote2.png
Google sobre Físicos.
Cquote1.png Você fez Física??? Cquote2.png
Cidadão perguntando sobre a formação do imbecil
Cquote1.png Você fez Educação Física??? Cquote2.png
Você não acreditando e perguntando sobre a formação do infeliz
Cquote1.png Não é melhor fazer outro curso? Cquote2.png
Reunião familiar para evitar uma tragédia
Cquote1.png Você quis dizer: Procurando concurso Cquote2.png
Google sobre Físico
Cquote1.png Um físico tem 0,0000....oo....1% de chance de atravessar uma porta fechada. Cquote2.png
Físico tentando explicar porque entrou na porta errada do banheiro feminino.

Origem[editar]

Não é disso que vamos falar neste artigo porra!.

Físico é todo profissional que trabalha e ganha a vida com a Física. É muito raro de se achar um indíviduo dessa espécie, mas ele está sempre presente queimando neurônios, ganhando pouco e fodendo a vida de seus alunos em quase todas as Universidades do país afora. Vive se gabando por se autoconsiderar uma mente diferencial na sociedade, menospreza engenheiros (que são considerados por eles como os Oompa Loompas da ciência), ignora os economistas e respeita (ou não) os matemáticos. Vive uma vida miserável dando aulas e pesquisando em universidades, raros são os sortudos que conseguem trabalhar em empresas ou centros somente de pesquisas, sendo estes últimos mais boçais ainda por se acharem as mentes brilhantes do país.

Deus criou o primeiro Físico em 4000 a. C. para entender a sua obra e evitar o caos. Não adiantou e no século XIX surgiu a primeira teoria do caos com rigor matemático, usando integrais de caminho, partículas \alpha-\beta-\gamma e geometria não-euclidiana do espaço-tempo. Apenas 3 físicos atualmente entendem a teoria, mas não conseguem explicar o surgimento da constante \epsilon_{ij}. Embora a teoria não sirva para nada, a notação usada deixou a teoria esteticamente bonita e por isso ela será ensinada nos cursos de pós-graduação.

O maior prazer de um físico é mostrar um cálculo em um quadro negro, ou folha de papel, e ouvir das pessoas coisas como "Eu não sei fazer isso!" ou "Como isto é dificil!". Então, eles passam horas combinando aproximações trapaceiras em seus cálculos e criando leis e teorias que só eles mesmos fingem entender. O maior medo de um físico, é exatamente não entender algo.

O curso de física é extremamente dificil, e por isso, existem dois caminhos ao ingressar nesta graduação: O primeiro é ter vida social, ser reprovado sempre em todas as matérias, passar três ou quatro anos assim e só depois perceber que jogou alguns anos da vida fora insistindo com a física. A segunda é abdicar de toda e qualquer forma de vida social, estudar pra caralho e se formar numa turma com um número considerável de alunos (cerca de dois ou três indivíduos). Após se formar em física você tem muitas escolhas profissionais: fazer mestrado e doutorado, pós doutorado, pós-pós-doutorado e trabalhar lavando pratos ou engraxando sapatos até que algum professor da universidade morra e você possa concorrer à vaga que ele deixou.

Quando se torna professor em uma universidade, o físico entra em uma disputa acirradíssima com os outros físicos-pesquisadores-professores (muito mais pesquisador que professor, segundo eles mesmos) da universidade. Nesta competição, ganha quem reprova mais alunos e publica mais artigos. Esnobar colegas em apresentações públicas e críticar livros e publicações valem pontos extras.

Profissão[editar]

César Lattes, o mais importante físico da pré-história da física no Brasil mostrando como se faz

A profissão é tão fodida que mesmo uma pessoa se matando pra se formar de bacharel ainda não pode ser considerado um verdadeiro físico, um bacharel não passa de mais uma pessoa qualquer com um diploma que não vale para quase nada (assim como o bacharel em Direito, por exemplo). A pessoa só é realmente considerada da profissão após um curso mesmo que fuleiro de doutorado em qualquer universidade.

Trajetória de um pesquisador[editar]

O ramo mais cobiçado por um físico ou aspirante sem dúvida nenhuma é a pesquisa. Ninguém é louco de querer ficar dando aula pra um monte de punheteiro durante a vida toda, por isto muitas pessoas ingressam na dura jornada de querer trabalhar com pesquisa em país analfabeto funcional que é o Brasil.

99,999999% dos pesquisadores em atividade passaram pelo caminho citado abaixo para se tornarem físicos.

Iniciação científica[editar]

Além de tomar owned na graduação uma pessoa que queira ingressar na via crucis de ser físico precisa tomar mais owned ainda em uma IC. É aí que você aprende que ser cientista não é trabalhar em um laboratório maluco que nem o do Dexter e muito menos fazer experiências loucas na ajuda de um homem rato qualquer.

A pessoa tem um pesquisador como orientador que vai lhe impondo coisas quase impossíveis de se fazer e ensinando maluquices que você não fazia ideia que existia. Não podemos deixar de citar também os mais de oito mil cafézinhos que você pega para seu professor enquanto passa o dia inteiro na universidade.

Mestrado[editar]

Após quatro anos de porradas em uma graduação vem a prova fodida da seleção da pós-graduação que se você tiver a sorte de passar em uma, ingressa num curso de Mestrado.

A única diferença do mestrado para a IC é que você deixa de servir cafézinho para o professor (esse serviço fica com o novo bolsista de IC que entrou no seu lugar). Entretanto você continua se fodendo nas disciplinas mais fodas aindas de se passar e tendo mais de oito mil coisas sem entender. O mestrado já é um título que pode se aproveitar dando aulas em universidades particulares fuleiras em qualquer lugar e que pegam qualquer pessoa para dar aula pagando bem até. Mas lembre-se: Mestre ainda não é físico, é só mais um bacharel com um curso de Mecânica Analítica.

Doutorado[editar]

Reação normal de uma pessoa ao se formar doutor em física.

Esse pode, mas nem sempre é, o último estágio de uma pessoa antes de se tornar um físico pesquisador. Claro que não estamos contando com concursos públicos que como normalmente se ingressa em uma Universidade que é onde estão 99,9999% dos físicos do Brasil. Também vale a pena citar o improvável Pós-doutorado que poucas almas nerds obtêm a cada ano.

Após todos estes estágios a pessoa percebe que passou cerca de 10 a 15 anos da sua vida estudando feito um louco para no fim ganhar um salário medíocre com uma profissão que nem é reconhecida pelo governo e muito menos respeitada pela sociedade em geral, gerando assim, um grande arrependimento e depressão profunda nas pobres almas que se formam em doutorado em física.

Ramos da pesquisa em física[editar]

Física Teórica[editar]

A física teórica diferentemente de como a maioria dos noobs pensam não se trata somente de discutir aspectos filosóficos totalmente inúteis como o sexo dos anjos na idade do universo ou a Murphydinâmica Quântica aplicada em referenciais bêbados em final de festa, e sim de estudar fenômenos e formular e/ou estudar equações cada vez maiores, complicadas, complexas e abrangentes que (pelo menos no momento em que é feita a pesquisa) é praticamente impossível de se experimentar. Tudo isso numa forma de mostrar a outros pesquisadores quem manda no pedaço e quem é mais fodão.

Física Experimental[editar]

Trabalho comum feito por um físico aplicado.

A física experimental se reserva a estudar experimentalmente (O RLY?) alguns fenômenos que são possíveis de experimentação, é óbvio. É feita principalmente por físicos que só se fodiam em disciplinas teóricas fundamentais na graduação, e por isso, decidiram ingressar em uma carreira que não pedisse tanto de matemática como a de físico teórico. Tem uma grande rixa com física teórica com o argumento de que e a única que é responsável pelo avanço real da ciência e de que não se preocupa em fazer contas bobas e inúteis que levam nada a lugar algum.