Família Somoza

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O sorriso de quem tem viagens à Disney garantidas pela pátria-mãe.

La Familia Somoza é uma família tradicional italiana com sede na Nicarágua, responsável pela implantação do período obscuro da história daquele pequeno vilarejo conhecido como Somocismo. A família é comumente usada como sinônimo de governo de Nicarágua, já que não por acaso, seus membros permanecem atuando no poder daquele país de uma forma ou de outra. Apesar de seus membros sugarem do Estado nicaraguense até não poder mais, ele não são considerados intocáveis pois qualquer civil portando uma arma de fogo (ou de guerra) consegue dar fim a um deles, ainda que sejam como hidras.

História[editar]

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Google sobre a História de Los Somoza.

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Você sabia que...
  • ...a taxa de vida de um Somoza é de 40 anos, mesmo sendo podres (de rico)?

A família Somoza teve origem em meados dos anos 1900 e alguma coisa, ainda em território italiano.

Alguns anos depois, a dinastia decidiu que era chegada a hora de migrar para o continente americano, pois ouviram dizer na rádio que essa seria a tal Terra da Liberdade. Então guiados pelo patriarca da família, Anastasio Somoza Reyes, #partiram rumo à Nicarágua no primeiro navio atracado no porto de Nápoles, um navio cheio de detritos a ser exportado pelo governo italiano ao país da América Central após o pagamento de alguns centesimi de Lira italiana. Ao desembarcarem em barro firme, se decepcionaram, pois esperavam desembarcar na Cozinha do Inferno e terem de vista o Central Park, não em Ricardo Morales com um imenso brejeiro de fundo. Depois dessa, Anastasio "Cabrón" Reyes ficou puto e resolveu se vingar dos nicaraguenses tendo uma noite de arromba com sua esposa, o que fez ela dar luz ao xará-do-pai García (que povo mais sem criatividade pra nomes...) que daria uma forma de vingar contra aquele pobre e fodido povo.

O patriarca da família portava uma cédula de 2 Liras, o que lhe permitiu comprar 389 hectares de um terreno no centro de Muitágua. Depois da aquisição, o Anastasia Anastasio pôde educar seu filho homônimo, para que um dia ele viesse a se tornar um dos maiores sanguinários da América, atrás apenas do Chupa-cabra. Anastasio pai registra seu filho na louca-academia do Exército nicaraguense, para que um dia se tornasse um ditador de sucesso.

Após completar a maioridade (12 anos), Anastasio filho se casou com uma acompanhante que trabalhava nas madrugadas caribenhas de quinta-feira no centro de León, e alguns anos depois, se alistou numa pequena guerrilha, uma moda dos jovens daquela época. Por ser o único homem branco daquelas terras, foi indicado pelos colegas as eleições presidenciais de 1900 e não sei das quantas, se elegendo com uma larga vantagem de votos sobre seu adversário, pois soube manipular aquele gado eleitoral a seu favor. Daí em diante entrou aquele velho dilema do cargo presidencial: quem entra pobre sai rico e quem entra rico, sai mais rico ainda.

Na presidência da Nicarágua[editar]

Principal responsável pelo crescimento dos rendimentos da família

Anastasio "El Cabeza de Tacho" García como passou a ser conhecido, deu continuidade a aquisição de bens duráveis que seu pai-de-mesmo-nome tinha iniciado, dando início a conquista de todo o império que a família possui até hoje. Anastasio García se tornou o primeiro Somoza realmente influente naquele país. Depois dele, foi a vez de alguns ventríloquos do Somoza até retornar como ele mesmo alguns anos depois. Nesta volta, alguém não deve ter ficado muito satisfeito e resolveu matar o presidente Anastasio Somoza García numa daqueles bacanais privados que o ex-presidente promovia no seu sítio situado no Canal do Panamá.

A Constituição da Nicarágua diz que em caso de falecimento do presidente durante exercício do mandato (coisa corriqueira naquele país), quem assume o cargo vago é o parente mais próximo ou em caso de não ter havido um ou o embuste tiver sido um nômade, quem assume é o cachorro ou o papagaio da família Somoza. Com isso, Luis Somoza Dybala Dembele Debayle assumiu de vez, soltando a franga na Casa Naranja e dando prosseguimento a ditadura branca do Clã Somoza.

Os presidentes na Nicarágua não tem tempo de cargo pré-definido, ficam por lá até serem assassinados. Aparentemente, Luis Somoza não tinha treta com ninguém, então pôde usufruir de benefícios dados à chefes de estado até morrer de morte morrida, ainda sob circunstâncias não identificadas, já que naquele país, médicos-legistas não existem. E esse parece ter sido o primeiro presidente da Nicarágua que não foi apresuntado por alguém (o outro é o futebolista Daniel Ortega, pelo menos por enquanto).

Depois de Luiz Somoza, alguns outros marionetes passaram como presidente da Nicarágua até chegar a vez do superlativo dos Somozas, aquele que teve o pior governo, foi o mais sanguinário e teve a pior morte, tomando aquilo que nem o mais newbie dos jogadores de Team Fortress 2 conseguiu. Estamos falando de Anastasio "Tachito" Somoza, ou Anastasio III, segundo a conhecida "criatividade" inerentes aos pais nicaraguenses.

Mercedez-Benz que Tachito dirigia quando foi baleado com um pequeno tiro de raspão.
Na imagem, alguns jornalistas tentam pegar algumas palavras do ex-presidente, mas ele não parecia querer falar com a imprensa.

Anastasio Somoza Debayle desceu o cacete em dissidentes políticos, sentou seus adversários no pau (o do Arara) e ainda baixou a dita dura em todo mundo. Foi um filho da puta mesmo. Tais demonstrações de afeto foram retribuídas com um digníssimo bazucaso nas fuças enquanto caminhava tranquilamente nas ruas de Assunción, mesmo tendo renunciado (mas não largado o osso) antes disso.

O governo de Cabecito de Tachito Somoza foi o último com um Somoza mamando do erário no comando do executivo de Nicarágua. Depois com a renúncia do mesmo, os Los Somoza deram o pé daquele país levando apenas joias e roupas de banhos (para uso na Flórida, que passou a ser a nova sede dessa facção).

Influência nos dias de hoje[editar]

Hoje os Somozas são para Nicarágua o que os milicos são para os tupiniquins ou como António Salazar para os portugueses. Pelo fato do país ter tido experiências comunistas tão ruins quanto foram seus governos, para alguns, os Somozas são vistos como uma Delorean equipado com refrigeração a ar e rodas de liga leve e que possibilitam aquelas pobres criaturas fazerem uma viagem ao país que eles fantasiam ter existido.

Outra influência dos Somozas e também ligada ao período de ditar duras pelo mundo é que os Somozas passaram a ser descritos nos livros de História como tudo de mal que acontece aquela gloriosa nação desde que a guerrilha anti-somozista subiu ao poder.

Por fim, as propriedades dos Somozas que permaneceram no país onde fizeram fortuna, foram evomoralizados nos desgovernos seguintes. Não por acaso, a antiga casa de Luis Somoza Debayle, hoje é usada como edifício-sede do Ministério da Defesa.

Membros[editar]

Abaixo, segue a lista de mafiosos que por uns são amados e por outros, odiados, em Nicarágua.

Anastasio Somoza Reyes
(Ex-plantador de pé de Bananeira)
Julia Garcia
Anastasio Somoza García
(ex-dictador daquela republiqueta)
Salvadora Debayle
(???)
Anastasio Somoza Debayle
(ex-dictador daquela republiqueta)
Hope Portocarrero de Somoza
(concubina apenas)
Lillian Somoza Debayle
(descendente apenas)
Guillermo Sevilla Sacasa
(ex-embaixador da republiqueta nos EUA)
Luis Somoza Debayle
(ex-dictador daquela republiqueta)
Isabel Urcuyo
(concubina apenas)
Anastasio Somoza Portocarrero
(ex-candidato à presidência)
Eduardo José Sevilla Somoza
(ex-representante "permanente" da ONU, veja só...)
* Em afro estão os descendentes

Note que todos conseguiram mamar um pouquinho das tetas do Estado niguaraguense. Não por acaso são tão odiados por aquelas bandas, pois em uma das poucas vezes um presidente se comportou como o prefeito de uma cidade pequena do Brasil.