Far Cry 3

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Virtualgame.jpg Far Cry 3 é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, um Chefão faz mais uma vítima.


Choro Distante 3
Far Cry 3.png

Capa do jogo em pre-order

Informações
Desenvolvedor Ubisoft
Publicador Ubisoft
Ano 2012
Gênero Primeira Persona Xota
Plataformas PolyStation 3; Cubo 360°
Avaliação 3/10 (GTA numa ilha)
Idade para jogar +18 (sexo com líderes tribais)

Far Cry 3 é a continuação indireta conceitual de Far Cry 2 [carece de fontes], sendo portanto um jogo de tiro em primeira pessoa que tenta se distinguir dos demais ao tentar imitar alguma coisa de Fallout 3 e Borderlands 2 mas com gráficos de Crysis 3 e qualquer Call of Duty. Desenvolvido e publicado pela Ubisoft podemos dizer que é também um Assassin's Creed com armas, pois temos todo um mundo aberto para coletar tesouros, escalar torres e um mapa com trezentas missões idiotas a serem concluídas. O jogo chamou atenção por ter sido o primeiro da série Far Cry que se passa fora do Acre, dessa vez o cenário é a Ilha de Marajó no Amapá.

Como esperado de qualquer jogo de tiro, Far Cry 3 tem uma história semi-clichê sem nenhuma profundidade filosófica abusando de um estereótipo social de que o Amapá e a ilha de Marajó são habitadas apenas por piratas sanguinários e indígenas psicóticos drogados. Embora o local do jogo não seja exatamente explícito em nenhum momento do jogo, é só observar os bichos encontrados lá e os costumes dos habitantes que percebemos que é toda fauna amapaense.

Enredo[editar]

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Você é Jason, um playboy que foi pular de para-quedas com os amigos também playboys numa paradisíaca ilha no meio do nada (a ilha de Marajó), só que ninguém esperava é que o local fosse repleto de criminosos, afinal é Brasil porra! Jason e seus amigos todos são raptados por piratas liderados por um ex-jogador de futebol maluco, o Fernandinho Beira-Mar de moicano, que escapou do gulag brasileiro na Amazônia e agora se refugia no Amapá sob o codinome de Vaas. Como eles te prendem numa jaula de bambu, você consegue fugir dali junto do seu irmão Grant que fez concurso de policial e por isso acha que pode ser o Rambo. Ele obviamente morre, mas você consegue correr até cair do alto de uma cachoeira e desmaiar. Jason acorda na cama de um homem chamado Dennis que faz parte da tribo Ianomâmi cuja tradição é abusar de forasteiros que sejam encontrados desmaiados e por isso ele tatuou Jason sem seu consentimento enquanto ele estava inconsciente.

A partir de então você deve sobreviver nessa ilha infestada de búfalos, onças, lagartos gigantes, galinhas assassinas e traficantes-piratas, mas ao contrário dos seus amigos cagões que ficam se borrando de medo por estarem sendo submetidos a rituais canibalísticos e escravização anal sexual, você é um cara que jogou muito Far Cry 2 (percebam a metalinguagem) e por isso consegue pegar numa arma e sair atirando em todo mundo como se fosse um soldado altamente treinado, e por isso Jason decide matar todos piratas da ilha de Marajó, resgatar seus amigos e provar que é um guerreiro para poder ganhar mais tatuagens e comer a rainha da tribo. É claro que ele ainda vai morrer muito para aprender que não é lá tão foda assim, ainda mais contra inimigos que compensam a falta de inteligência artificial com a habilidade de nunca errarem um tiro sequer.

Salvando os amigos[editar]

O realismo do jogo impressiona. Como nesta cena onde devemos nos livrar de índios que estão cobrando pedágio indevido na BR-156 que nos liga até Laranjal do Jari, lar do último chefão do jogo.

A primeira amiga a ser salva é uma aspirante a atriz pornô, uma loirinha chamada Daisy, que é encontrada na casa de um farmacêutico doidão conhecido na ilha por produzir o melhor haxixe da região, muito apreciado pelo vilão Fernandinho Beira-Mar, sendo este o momento em que exploramos uma caverna repleto de cogumelos alucinógenos. Após provar o seu valor fazendo na ilha de Marajó o que os Ianomâmis não conseguiram em décadas, que foi expulsar fazendeiros e madeireiros de suas terras, Jason é reconhecido pela rainha da tribo e vai conhecê-la. Sob o codinome Citra, para não levantar suspeitas, descobrimos que a rainha Ianomâmi é a Rihanna, e que ela só vai te aceitar na tribo caso traga para ela um dildo pertencente aos antigos chineses, os primeiros exploradores daquela ilha.

Primeiro você resgata os seus amigos. Primeiro a namorada Liza, uma patricinha de Beverly Hills e percebe como ela é sem graça comparada à Rihanna rainha dos ianomâmis, deixando-a cada vez mais de lado. Resgata também o amigo Oliver, um drogadinho. E por fim para resgatar o último amigo, Keith, começa a fazer missões para um gayzão chamado Buck que havia feito Keith de seu escravo sexual. Essas missões consistiam em procurar pelo dildo sagrado dos ianomâmis, o mesmo que a Citra pediu, mas ao adquiri-lo, você enfia no cu de Buck, causando grave hemorragia anal, matando-o, ficando com o dildo pra si e resgatando Keith, que está altamente traumatizado. Com esse dildo em mãos, Jason consegue conquistar o coração de Rihanna, levando-a para cama e tendo uma intensa noite de sexo, que só não foi melhor apreciada porque eles cheiraram cocaína antes do ato e Jason estava doidão.

Ficando na ilha pra acabar com os trafica[editar]

Com todos os amigos a salvo, Jason se despede deles, contando que havia descoberto seu lugar na ilha de Marajó, e que não iria embora mais. Então parte para o confronto final contra Fernandinho Beira-Mar, invadindo sua ilha e matando dezenas de traficantes, até o encontrá-lo numa sala e tomar uma injeção de heroína no coração, o que faz Jason ter alucinações, lembrar que estava com o dildo sagrado da Rihanna, e mesmo em estado psicodélico, empalar o vilão, dando cabo dele mas desmaiando em seguida.

Ao acordarmos na cama da Rihanna, prometemos acabar com outro influente traficante da região, o Marcola, cujos madeireiros haviam derrubado toda a mata da reserva indígena ianomami para plantar batata. Insultado com isso, devemos nos equipar com lança-chamas e queimar tais plantações, além de visitar o Amapá onde este insano chefe do tráfico se esconde. Chegando no Amapá encontramos o Alemão, um agente duplo que nos ajudará a infiltrar no PCC para termos acesso ao Marcola.

Nesse momento descobrimos que nosso irmão mais novo, Riley, está vivo e preso pois o Marcola quer vendê-lo como escravo sexual para o Marajá de um país distante chamado Maranhão, e como estamos infiltrados somos incumbidos a uma missão de torturá-lo por informação. Damos uma coça no moleque e tudo parece bem, somos até chamados para um jogo de poker com o chefão do tráfico. Neste jogo, porém, Marcola revela que já sabia de tudo, mata o alemão mas antes que possa matar Jason começa-se uma intensa briga de faca, novamente drogado, até matar o último chefão. Em seguida Jason vai até o aeroporto clandestino do PCC e resgata o irmão, fugindo de helicóptero após eliminar centenas de mercenários contratados pelo Sarney, livrando assim a ilha de Marajó e o Amapá da influência de madeireiros e traficantes.

Final[editar]

A tão esperada cena.

Depois de ficar perambulando num mundo aberto sendo fuzilado em cada parte que chegou, concluindo missões repetitivas e atirando em tudo que se mover, mas se certificando sempre de ser ecologicamente correto e não desmatar a floresta tropical, Jason chega ao grande e surpreendente final ao ser traído pelos ianomâmis que raptaram todos seus amigos, e agora deverá fazer uma escolha que dirá muito sobre tua ética:

Você pode optar por ser racista e não desejar transar com uma mulher negra e salvar todos seus amigos de infância que são brancos e cis-gênero e tirá-los da ilha de LOST junto com você para terem uma vida cheia de futuro promissor na civilização. Ou você pode matar a todos seus amigos brancos e cis-gênero sem um pingo de bondade no coração para poder transar com a Rihanna pelo resto de sua vida (e ser morto pela mesma após gozar - essa foi cruel demais por parte dos produtores).

Jogabilidade[editar]

O jogo inteiro pode ser resumido em três palavras: cortar, atirar e queimar! Basicamente Far Cry 3 é Crysis 3 só que sem futurismo e com muito mais racismo. É um FPS de mundo aberto que parece um Assassin's Creed moderno que se passa na ilha de Marajó porque o mapa é repleto de torres para subir e destravar missões novas, só faltava pular em montes de fenos. Aliás, o mapa é cheio de pequenos baús para abrir e já vimos isso em algum lugar! As habilidades de Jason incluem tirar fotos de inimigos para depois conseguir vê-los através de paredes, conseguir curar dano de tiro com esparadrapos, matar tubarões e crocodilos embaixo da água só com as mãos e morrer para quedas de 3 metros de altura.

Como a ilha de Marajó e o Amapá estão fielmente reproduzidos, tornando o mapa do jogo bem grande, temos a nossa disposição diversos carros usados (GOL, Uno, Corsa, etc) que ficam espalhados por aí em locais convenientes e todos convenientemente com a chave já na ignição para serem livremente utilizados.

Um aspecto interessante que merece ser avaliado separadamente é a possibilidade de preparar drogas injetáveis, graças a um estranho estoque infinito de seringas, a partir de cinco tipos diferentes de folhas de plantas. Esses preparativos são realizados em meio aos tiroteios em questões de milésimos de segundos e cada tipo de folha tem uma característica. As folhas verdes curam qualquer dano, machucado, doença ou membro amputado. Já as folhas amarelas te transformam num cão farejador permitindo que você ouça e sinta o cheiro de animais a dezenas de metros de distância e ainda visão de raio-x. Já as folhas vermelhas transformam Jason em um bombeiro escudo anti-bomba. Já as folhas azuis permitem você respirar embaixo da água por tempo indeterminado. Enquanto as folhas brancas podem até te tornar imortal por um período de tempo. Agora por que os Rakyiat não conquistaram o mundo sozinhos ninguém sabe, talvez porque essas plantas sejam endêmicas apenas da ilha de Marajó, onde ocorre o jogo.

Campanha cooperativo[editar]

Fatos que ocorrem 6 meses antes de Jason chegar na ilha de Marajó, conhecemos as aventuras de um grupo de 4 pessoas (um texano, um irlandês hooligan, um russo e uma negra) que foram vendidos para os piratas da ilha de Marajó mas conseguem escapar e começam uma sangrenta busca pelo capitão do navio que os vendeu. Depois de uma carnificina comparável apenas ao número de pessoas mortas na Segunda Guerra Mundial, encontramos o capitão, o matamos e voltamos ricos para casa.

v d e h
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