Faraó

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Horus.jpg

Este artigo é egípcio! Ele foi escrito num pergaminho sagrado e seu escriba é um sacerdote mumificado.

Não profane este artigo, ou a maldição do Faraó irá cair sobre você!


Faraó faliu!
Cows1.jpg Nem o Lula quita suas dívidas!

Outros que ficaram no vermelho.


Olha só a cara do faraó, pelo visto ele não estava muito feliz quando morreu!

Cquote1.png Você quis dizer: Fara o Ó? Cquote2.png
Google sobre Faraó
Cquote1.png Experimente também: Rei Cquote2.png
Sugestão do Google para Faraó
Cquote1.png Eu queria ser um! Cquote2.png
Você sobre Faraó
Cquote1.png Na URSS o Faraó mumifica você!!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Faraó
Cquote1.png Faraó não é o nome de um trio carnavalesco da Bahia? Cquote2.png
Baiano sobre Faraó (ou algo do tipo)

Apresentação[editar]

O destino final dos Faraós.

Faraó é era um dos mais variados títulos de alta hierarquia dada para qualquer múmia egípcia e mandona que se achava a dona do Rio Nilo (pra não dizer do mundo também, que eles imaginavam se restringir ao Egito e mais alguns pedaços de terra espalhados por aí). Nas Eras de Ouro do Antigo Egito, uma época mágica bem antes do nacimento de Jesus Cristo (e bota antes nisso, Jesus nem nos planos de Deus ainda tava - ou não), ele seria o que conhecemos atualmente como Imperador, Presidente, Rei, Alfa e Ômega, Dono do Mundo, Fanfarrão de merda e Filho da Puta, haja visto que se tratava de um cara totalmente sanguinário e que se tinha uma coisa que realmente gostava na vida era foder (em todos os sentidos possíveis e imagináveis) com a vida de seus servos, escravos (com esses principalmente), subalternos, mulheres, parentes e (claro) com a sogra (essa em todas as épocas tinham e bem que mereciam serem maltratadas mesmo).

Historinha[editar]

Amon, pai do primeiro Faraó do Egito.

Nas Dinastias Egípcias, o Faraó era adorado como um representante do Panteão Egípcio que habitava na Terra para condenar e julgar os seus moradores, sendo que tal status era passado hereditariamente (em suma, um nepotismo mais do que claro), de preferência para um homem, já que mulher no poder é um verdadeiro caos, coisa que podemos perceber bem na Argentina que tem no seu poder principal uma gostosa Presidenta. Mas não que não houvesse "Faraoas", até que tinham sim, mas só que em bem menor número quase chegando a 0. Isso se deve ao fato de que simplesmento o primeiro faraó que existiu (que, para quem não sabe, não era nada mais e nada menos do que um verdadeiro deus) era homem, por isso que os machos daquela época se achavam no direito de governar em cima acima das mulheres, sendo que (como sempre) elas poderiam dar alguns palpites no governo dos caras, caso eles precisassem de ajuda, ou mesmo tomando "de conta" de todo o império, no pior caso dos Faraós que não tivessem a sorte de ter um filho homem para o suceder no trono.

O olho de Hórus, pelo menos é mais bunitinho que o normal.

O primeiro Faraó que governou aquele povão miserável e sem nenhuma utilidade para o mundo moderno (a não ser como fonte de pesquisa e de turismo) foi o todo foderoso deus Horas Hórus, um cara com corpo de homem e cabeça de águia (WTF? Coisa comum, não?), filho de uma relação incestuosa entre os deuses Osíris e Ísis (sim, os dois eram brothers), que tinham aparência normal, pra variar um pouco. Ele governou o Egito depois da morte de seu pai, que foi esquartejado pelo próprio irmão (e tio de Hórus) 7 Seth, o deus com cabeça de cachorro e pai de Anúbis (ou com cara de chacal, êta família estranha). Durante a luta épica entre o tio e o sobrinho (por vingança e para controlar o Egito todo), o cara de águia levou a melhor, matando o seu tio e vingando o pai. Porém, Hórus não saiu ileso dessa disputa titânica, sendo que ele acabou perdendo um de seus olhos, que mais tarde foi substituído por um pingente de ouro Mara!, e que ficou conhecido como Olho de Hórus (ou Horus' eye, para os gringos).

Um dos faraós que veio após Hórus com certeza foi o Minutus.

Não se sabe se Hórus conseguia enxergar com aquilo, muitos falam que sim, mas eu duvido muito, mas enfim... isso são detalhes pouco importantes, mas, somente para efeito de descarrego de consciência, que fique bem claro que aquilo acabou curando ele da "arrancada de olho" que sofreu do tio (isso que eu chamo de amuleto poderoso), só não se sabe como aquilo fez ele ter o olho de volta, mas ok. O que também importa mesmo é que tal símbolo olhístico de Hórus ficou mundialmente conhecido como a representação do poderio do Faraó, sendo que tal desenho sempre era visto perto dos governantes daquele local, sendo no todo dos seus chapéus faraônicos, ou mesmo encravada nos seus sarcófagos, para mostrar que quem estava enterrado alí era nada mais e nada menos do que um Faraó e não qualquer pobre popular (ou você acha realmente que qualquer um podia construir uma pirâmide para morrer feliz e ser recebido de braços abertos e outras coisa se possível no paraíso? não se iluda, meu caro). E assim, mais faraós foram surgindo depois de Hórus.

Vivendo e aprendendo[editar]

Faraó recebendo um presente de Grego, para mostrar o quanto ele é amado no Egito.

Vida de Faraó não era nada fácil, ainda mais em um local que nem internet ou televisão existia, sendo que muitas das vezes ele mesmo tinha que delegar trabalhos pessoalmente para os outros fazerem, ou mesmo vigiar um por um de seus empregados pra ver se eles realmente trabalhavam e não estavam sendo pagos a mais para não fazer nada (isso quando recebiam algo em troca para realizar os serviços do seu senhor, lembre-se que escravo não tem salário), como acontece muito no Brasil no ramo político. Mas como o trabalho de controlar "somente" um país (que, pra variar, ainda se tratava de um império) ainda era muito para um simples e frágil semi-deus, o Faraó delegava alguns outros subordinados mais confiáveis para lhe ajudar na tarefa de governar, sendo que tais caras escolhidos ficavam divididos em algumas áreas específicas do governo do Faraó, como a parte de administração de guerras, criação de leis, prestação de contas na parte da economia do império e até mesmo na seção ligada à Religião. Vejamos alguns desses "amigos" do Imperador do Egito:

  • General: Com esse nome de patente ele não poderia cuidar da parte religiosa, não é? O General era responsável pela administração dos exércitos nos momentos de guerra e coisas que envolvessem invadir territórios;
  • Vizir: Era o braço direito do Faraó nas horas de aperreio. O Vizir era o primeiro-ministro, que auxiliava o monarca na tomada de decisões, tal qual uma esposa, ou seja, só dava palpite na vida do cara;
  • Escriba: Esse era o mais alfabetizado e nerd do reino, além de bons publicitário, haja visto que era o que registrava as leis, cuidava da economia e administrava todo o reino no lugar do Faraó, para depois explicar tudo pra ele;
  • Sacerdote: Sendo um deus, nem sempre o Faraó tinha tempo para puxar-saco de seus parentes celestiais, por estar ocupado com coisas mais importantes. Para isso se fazia necessário a existência do Sacerdote, que cumpria o papel de homenagear os deus no lugar do deus Faraó.

Acabou-se o que era doce[editar]

No Egito Antigo também houve Faraboas Faraoas.

É claro que uma coisa tão arcaica e pré-histórica como esse modo de governar, em que o cara é basicamente um deus na Terra, não poderia ainda existir hoje (ainda mais com o crescimento do Ateísmo), a única espécie de governo ainda tão velha quanto a do tempo dos Faraós é a da Inglaterra, que ainda se diz seguir segue uma monarquia (se bem que, quem manda mesmo naquela porra toda, é o primeiro-ministro e não a metida a rainha). O poderio de santidade do Faraó acabou vindo por terra com o surgimento do Império Romano de César Augusto, que o controlou todo o Egito por muito tempo como sendo uma província sua, quase uma extensão de Roma do outro lado do Mar Mediterrâneo. Como houve dois impérios unificados não havia espaço para dois monarcas com trejeitos gays divinos, santos e milagrosos, por esse motivo um deles tinha que se submeter ao outro tornando-se a sua mulherzinha. Como os romanos eram o povo dominador do momento, acabou ficando com eles o controle dos dois impérios, sendo que o Faraó acabou sendo ownado no final, acabando assim com todo o poderio que Horas Hórus construiu no começo (azar dele).

Ver também[editar]