Farmácia Popular do Brasil

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Banner-Farmácia-Popular.png

Farmácia Polular foi um programa do governo brasileiro criado em 2004 durante a falta de gestão Lula, quase encerrado em 2016, no que restou da desastrosa ecatombe gestão da ex-governanta Dilma, tendo sido enterrado com direito a pá de cal no inicio da gestão Temerária do presidente do GOB em exercício (até 2018). O programa era uma ferramenta do governo de enganar pessoas mais pobres em nome de uma suposta promoção no preço dos remédios, o que não passava de uma grande enganação. O programa não passava de uma extensão do falido Sistema Único de Saúde e era tão ruim quanto.

O Programa[editar]

O programa foi mais uma das "jenialidades" do governo petista (que não se diferiria em nada do que era praticado na era peesssedebista, digassi di passagi) e também era baseado numa parceria entre um ente público (o que entra com os recursos) e um ente privado (o que embolsa os recursos).

Consistia no seguinte, o governo deveria criar algumas FARMABRAS — Farmácias Brasileiras S.A., como Eletrobras, Petrobras, Telebras e outras bras brasil afora — e vender vários remédios que o SUS deveria dar de graça, a precinhos camaradas nessas Farmabras. Em locais que não conseguisse atender, o governo poderia fazer uma parceria com pequenas farmácias da região dando as farmácias alguns pequenos trocados, como forma de subsidiar o lucro o ganha pão do dono do boteco farmacêutico.

O que aconteceu de facto é o que todo mundo sabia que aconteceria. O governo embolsa uma parte do valor que deveria ser usado para construir as Farmabras em escândalos de corrupção e fica sem ter outra alternativa a não ser fazer acordo com aquelas grandes drogarias financiadoras de campanhas. O resultado isso é que 99,99999999% das Farmácias Populares funcionam nessas Pague Menos da vida enquanto o governo conseguiu algumas unidades da Farmabras com o dinheiro que dava para ter construído uma centena deles.

Outros problemas[editar]

Por causa dessa forma emaconhada viciada do governo criar contratos de revenda com empresas de terceiros, o Farmácia Popular caiu no mesmo problema do PNBL e outros fracassos governamentais retumbantes. O ignorante pobre cidadão chega na farmácia para comprar seu revotril ou viagra a "precinhos populares" e se depara com um vendedor que quer te vender a todo o custo o remédio mais caro da Pfizer. O cidadão finalmente consegue comprar aquele maldito remédio depois que o merda do vendedor pára de encher o saco, achando que está levando o medicamento por um precinho camarada e quando passa na farmácia do lado descobre que pagou o dobro pelo medicamento do Farmácia Popular. O melhor disso tudo é o governo ir contabilizar o otário na "lista dos beneficiários" do programa.

Ver também[editar]

Outras formas de capitalização do governo federal brasileiro durante as gestões FHC/Lula/Dilma (e há quem diga que estes dois ultimos foram governos estatizadores...).