Fascinação

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Bandeira do Estado de São Paulo.svg.jpg Eaew, jhow! Este artigo é paulista: não gosta de gaúcho nem de carioca e se acha um puta trabalhador, né, meu! E não tá completo, pois o vacilão foi tomar um chôps e dois pastel, meu!

Cquote1.png Obaaaaa!!! Fascinação vai reprisaaaaaaaaaar!! Cquote2.png
Sua tia velha e desocupada sobre a milésima reprise de Fascinação pelo SBT
Cquote1.png Ah, eu não gostei. Eu preferia que reprisassem Rebelde... Cquote2.png
Uma guria retardada sobre Fascinação
Cquote1.png Ih! A Regiane Alves, a Mariana Ximenes e o Caio Blat estão nessa novela! Vou assistir... Cquote2.png
Você sobre Fascinação

Fascinação foi uma novela do arco da velha que passou no SBT de 25 de maio de 1998 a 6 de novembro de 1998, em 142 capítulos em horários que mudavam mais que o cabelo da Mariana Ximenes, sendo substituída por outra novela antiga que você não lembra, mas sua tia também amava: Pérola Negra. Foi escrita por Walcyr Carrasco, com colaboração de Bruna Surfistinha, Clodovil e Ronaldo Ésper.

O projeto inicial[editar]

A novela, inicialmente, iria ser exibida apenas no México, mas Sílvio Santos deu a louca (como sempre) e cismou de exibir essa porcaria novela no Brasil e ainda estreá-la no mesmo dia da estreia de Torre de Babel, fazendo com que os pobres atores ficassem gravando a novela sob um regime de escravidão durante longos quatro meses, fato que minou a vida social dessas pobres criaturas, destruindo seus relacionamentos, quem ainda estudava quase repetiu o ano, além de deixar sequelas psicológicas nos pobres atores, que tinham breves momentos de esquizofrenia, pois por gravarem usando o ponto eletrônico, tinham sempre a sensação de que haviam vozes em suas mentes.

A História[editar]

Clara e seu encosto

A história começa em 1935. Clara é uma guria pobre e ingênua e trabalhava entregando o leite com o pai e estudava num colégio chique para patricinhas ao mesmo tempo. Suas únicas amigas eram Berenice, patricinha sem sal e ingênua e Emília, que tecnicamente nem era amiga de Clara, mas vivia grudada no pé da Berenice o tempo todo. As três vão para o baile com vestidos belíssimos feitos pela mami de Clara, D. Guiomar, e lá Clara conhece Carlos Eduardo, playboy que era mimadinho pela mamãe D. Melânia, que fica pegando no pé do rapaz para que ele se case com uma mulher podre de rica, pois Carlos Eduardo e sua família estão na pior. Pinta um clima entre os dois, aí do nada aparece uma cigana, que prevê que os dois são almas gêmeas, só que vão se separar e por isso vão sofrer, e blá blá blá. Carlos Eduardo descobre onde sua amada trabalha, passa a persegui-la, os dois marcam vários esquemas para se encontrarem, e numa dessas, Clara fica prenha.

Sua sogrinha, D. Melânia, descobre tudo e arma para separar o pobre casal, pois ela quer que seu pimpolho se case com Berenice, pagando ao Alexandre para dizer que ele é o pai do rebento. Abandonada pelo bofe, Clara pede arrego à família, mas seu pai não gosta de ver que sua filhinha que ele criou ao pão de ló deu antes de se casar, então ele dá uma surra na moçoila e expulsa a coitada de casa. A partir daí, Clara começa a procurar emprego, mas não consegue, se arranja num quartinho de uma pensão xexelenta que ela mal consegue pagar com a ajuda secreta da mãe, mas aí seu rebento nasce, só que como ela teve dificuldades no parto, não pode mais engravidar novamente.

Ela sai do hospital com o moleque nos braços chorando no pé do ouvido, quando do nada aparece o Alexandre, que sob ordens de Melânia, rouba o guri e obriga Clara a trabalhar no cabaré de Madame SofiaTherèze. Nesse meio tempo, Carlos Eduardo se casa com Berenice, mas ele chifra sua esposa constantemente com as moças do cabaré, e quando Clara vai trabalhar lá, ele passa a frequentar mais ainda. Então, a maligna Melânia e sua fiel escudeira Germana armam um plano infalível para se livrarem da Berenice de uma vez por todas, e para isso, elas resolvem viciar a patricinha na bebida, transformando-a numa Heleninha Roitmann das novelas de época.

A carta que conta os podres de Melânia

A vida de Clara parecia ir de mal a pior, até o dia em que Manuel pinta por lá. Ele era o filho de Querubina, o pai de Emília e padrinho da Berenice, que ficou muito doente por conta de seu alcoolismo, e foi em Sampa só pra enterrar a guria e cuidar da grana. Só que antes de morrer, Berenice descobre as armações de Melânia e escreve uma carta contando tudo ao seu padrinho e a Carlos Eduardo. Manuel cisma com Clara, principalmente pela sua burrice e sua beleza, e resolve ajudá-la a sair de lá, pagando toda a sua dívida com Madame Therèze e se casando com a moça, para desespero de Querubina, Emília e Melânia, que estava de olho na bufunfa do coroa e teve a ideia de se casar com Manuel para tirar o pé da lama primeiro. Revoltada por ver que Clara estava por cima da carne seca e ela não, Melânia armou um assalto para matar o velho do coração e conseguiu, só que tinha um problema: o velho Manuel, esperto (ou não), já tinha deixado metade de tudo o que ele tinha para Clara, que virou milionária.

Clara resolve usar sua grana para conseguir tudo o que ela mais quer: ter seu rebento de volta e casar com Carlos Eduardo. Então, ela decide comprar o rapaz para satisfazer seus desejos sexuais e continua a procura pelo filho, até que consegue encontrá-lo, e agora vê que ele é uma criança de quase dez anos (e você finalmente se liga que já se passaram dez anos nessa porcaria de novela e o autor nem avisou, tava rolando Segunda Guerra Mundial e tudo, a Emília estava com a mesma cara de fuinha e ainda continuava sendo dimenor), e trava uma batalha judicial com os pais adotivos do pimpolho na justiça, e ela só ganha quando Carlos Eduardo depõe a favor dela, e ele só faz isso quando fica escondido no confessionário enquanto Clara admite que Francisco/Matheus/Whatever é mesmo o filho dele e que ela o ama muito. Os dois criam o moleque e vivem felizes para sempre (ou não).

Os Personagens[editar]

  • Clara (Regiane Alves): Guria retardada do início do século XX, tinha só 18 aninhos, não sabia nada do mundo e era tãããão romântica... Apaixona-se perdidamente por Carlos Eduardo, playboyzinho rico e burro, e acaba enfrentando a fúria da sogra Melânia e a perseguição do maligno Alexandre, que armam altas maldades para ferrar com a pobre garota, mas Clara sempre consegue encontrar um jeito de se dar bem no final e ainda dá o golpe do baú num velho rico, ficando bilionária.
  • Carlos Eduardo (Marcos Damigo): Playboy filhinho da mamãe do início do século XX, tinha 25 anos e não pegava ninguém, até conhecer Clara e se apaixonar por ela. Ele passa a persegui-la, e convence a pobrezinha a dar a ele uma “prova de amor” (nome que davam para o que hoje chamamos simplesmente de sexo), engravida a namoradinha, mas cai na conversa da mãe e larga a moça, pra casar com a amiga dela, a Berenice. Enche a cabeça da esposa de galhas, torra o dinheiro da hipoteca da casa com Clara e fica viúvo e na miséria, até Clara comprá-lo por uma bagatela. Ele e Clara encontram o filho, que é a cara de Carlos Eduardo cuspido e escarrado, mas a mãe diz que não se parece com ninguém da família deles e o bobão acredita, até ele ouvir Clara dizer da própria boca que o menino é filho dele mesmo e ler na carta de Berenice as armações malignas de Melânia. Então, Carlinhos fica de mal com a mamãe, mas vive feliz para sempre com a patroa e o rebento.
  • Melânia (Glauce Graieb): Velha perua falida que, com a ajuda de sua fiel escudeira, a governanta Germana, tramava armadilhas para tirarem o pé da lama e ferrar com a vida de Clara, que sempre estragava tudo. Ela se envolve com seu capanga Alexandre e juntos eles roubam o filho da Clara, mas no final todo mundo descobre suas maldades e ela se livra de seus comparsas, mas se ferra e vai parar no xilindró.
Narizinho Berenice, sua fiel escudeira Emília e sua amiga de todas as horas: a cachaça
  • Berenice (Samantha Monteiro): Patricinha sem sal, burra e milionária, cai na pilha da Melânia e resolve casar com Carlos Eduardo, levando dele vários chifres. Aí, numa das armações de Melânia, vira uma bêbada doidona sem papas na língua (como todo bebum de novela), mas pega cirrose e morre, mas antes Germana, que ficou tiririca da vida ao saber que Melânia não iria lhe dar um aumento caso tudo desse certo, conta toda a verdade para a menina, que escreve uma carta para seu padrinho, mas na hora em que iria contar tudo para Carlos Eduardo, ela morre e o anta fica sem saber de nada por looooongos capítulos.
  • Alexandre (Heitor Martinez): Cafetão malvado e explorador de ricaças, cisma com Clara e faz tudo de ruim só para ficar com a moça (esse não entendia nada de mulher). Seduzia as prostitutas do cabaré do qual era sócio só para que elas realizassem serviços sujos para ele. Seduziu a bobinha da Colette para transformá-la em prostituta como fez com muitas outras, só que Clara impede que isso aconteça. No final, Melânia o mata, mas ele consegue realizar seu sonho, que era beijar Clara.
  • Manoel Gouveia (Luís Carlos de Moraes): Velho podre de rico que entra pra novela só para salvar a pátria. Em poucos capítulos, ele enterra a Berenice, lê a carta da afilhada que conta todos os podres de Melânia, vai atrás de Clara, tira ela do cabaré, casa com a moça e morre, em mais um dos planos perversos de Melânia. Mas ele deixa metade de tudo para Clara, deixando a moça bem de vida.
  • Emília (Mariana Ximenes): Patricinha fútil, retardada e boca sujammm sem vergonhammm, que estava sempre no pé da Berenice em quase todas as cenas. Aí, Berenice morreu e ela ficou sem função na novela, até que ela passou a perseguir o Gustavo, com toda a ajuda de Melânia, pois diferente de Clara, Emília era rica. Até que seu papi resolve se casar com Clara, e ela arranja um novo alvo para destratar, xingando Clara de mariposa (modo como as hoje chamadas simplesmente de putas eram xingadas naquela época), mas aí seu pai morre e ela é obrigada a aturar Clara e a chamá-la de mamãe. No final, ela pega Gustavo a chifrando com a empregada, mas ela não fica a ver navios, se arranja com outros mauricinhos ainda mais bonitos do que ele.
  • Gustavo (Caio Blat): Mauricinho sonso que dizia que queria ser padre, mas adorava dar uns amassos na empregada Nadir. Até que ele descobre que a vida é muito mais do que casar com a Emília e dar uns pegas na empregada e no final da novela vira gay padre de vez.
  • Nadir (Lucimara Martins): Empregada que adorava pegar os novinhos, principalmente os filhos do patrão. Cismou com o Gustavo, gastando o dinheiro de seu parco salário comprando uma cueca de elefantinho para o rapaz, mas no final ele não fica com ela, mas ela não se abala e continua à caça.
  • Querubina (Lia de Aguiar): Velha rica e boazinha que foi incapaz de estender a mão à Clara com o filho chorando nos braços na hora em que ela mais precisou e ainda teve a coragem de censurar a menina só por que ela deu o golpe do baú no seu filho Manoel e ficou com a metade da fortuna dele. Mas, no final as duas fazem as pazes e Querubina depõe a favor dela no processo para que Clara recupere seu filho, e ainda desencalha com o juiz Adão, casando com ele no final da novela.
  • Guiomar (Myriam Mehler): Velha feliz e desbocada que sofre junto com a filha Clara, pois queria cuidar dela enquanto ela estava grávida, mas por causa do maridão não pôde. Depois de ficar viúva, arranjou um trampo com o estilista Renée, com quem vivia às turras, mas por causa de Melânia, eles perderam o ganha – pão. Mas, graças a Clara, eles puderam criar um novo ateliê, só que agora como sócios.
  • Renée (Blota Filho): Estilista boiola dono de um ateliê que não tinha muita criatividade, até a chegada de Guiomar, que com suas ideias diferentonas o faziam querer rasgar os panos de tanta raiva, pois essas ideias também eram ruins, mas os dois conseguiam enrolar as madames que iam pedir roupas por lá. Ele conhece Colette, que vai passar apenas uns dias e fica quase oito anos e se apega a menina, que é burra demais e acaba caindo na lábia do Alexandre.
  • Irma Tanajura (Míriam Lins): Ex – prostituta, estava velha demais para o serviço e só conseguia pegar velhos bêbados e ceguetas. Conhece Clara e fica amiga dela, quando ela sobe na vida, Irma vai junto, se torna governanta e mulher digna. Tem uma filha, a Colette, uma guria retardada que era mais burra do que Clara, pois diferente desta, caiu rapidinho na lábia do Alexandre, para o desespero de Irma, pois ela sabia que aquela peste não valia nada. No final, Colette descobre que a mãe era do mesmo ramo que a Bruna Surfistinha, só no último capítulo, com os conselhos de Serafim, é que ela perdoa a mãe, que vira coordenadora de um orfanato para crianças filhas da p***.
  • Colete (Amanda Defaveri): Filha da Irma Tanajura, portanto, filha da p***, enfim, ela não sabia e pensava que sua mami era uma mulher chique da sociedade paulistana. Vai passar uns tempos com o Renée e lá conhece Alexandre, moreno alto, bonito e sensual que não era a solução de seus problemas, ao contrário, só lhe arranjou confusão. Ela quase vai para um cabaré lá nos cafundós do Judas, quando Clara e Carlos Eduardo conseguem impedir tudo, e no final ela perdoa a mamãe e se casa com o jornalista bobalhão Serafim.
  • Serafim (Rodrigo Souto): Jornalista trapalhão, portanto, pobre de marre, servia apenas para fazer reportagens sobre os assuntos da novela e trazer as novas sobre a Segunda Guerra Mundial. Gastava seu escasso salário com a Fifi, que o tratava como um cachorro, só que no final ela morre e ele ainda tem que aturar a mala – sem – alça da Colette.
  • Fifi (Gigi Monteiro): Prostituta revoltada com a vida que fazia de tudo para se dar bem, até dedurava a Clara e de vez em quando dava uns pegas no Alexandre. Adorava esnobar o Serafim, e no final morre de AIDS.
  • Germana (Malu Pessin): Governanta da casa da Melânia e sua fiel escudeira em suas tramoias, escondia um grande segredo: tinha um filho mulato, o Malaquias, a quem ela despreza por ser muito racista. A única pessoa de quem ela realmente gosta é sua sobrinha Ada, a médica judia. No final ela vai presa também e por ter que defender de seu pimpolho mulatinho, ela pira e vai parar numa camisa de força.
  • Malaquias (Ademir Zanyor): Delegado adjunto (nome chique para quebra-galho) que diferente do delegado, era honesto e bom. Sua mãe, a Germana, o odeia por ele ser mulato, e por causa disso, ele passa os dias choramingando pelos cantos. Aí seu pai morre e ele tem mais motivos para choramingar ainda, mas ele se consola ao saber que tem uma prima gente boa (Ada) e que pode contar com a ajuda de Clara (sempre ela).
  • José (Breno Bonin): O pai de Clara, ralou a vida toda para sustentar os luxos da filhinha vendendo leite para São Paulo inteirinha, até que pegou tuberculose justamente na época em que tudo estava dando errado na vida de Clara. Quando soube que a filha estava prenha, não pensou duas vezes e deu uma surra na menina, sem nem se preocupar se iria matar a criança e a filha junto, e ainda a colocou pra fora de casa, fazendo a coitada comer o pão que o diabo amassou. Mas isso só fez piorar sua saúde, e no final ele morreu de remorso, mas antes Clara, que é um anjo perdido na Terra, perdoou seu amado pai e ele foi evoluir espiritualmente feliz da vida.
  • Padre Cirilo (Robson Loddo): BFF de Clara e de Carlos Eduardo e mentor de Gustavo, estava sempre com uma palavra amiga e um bom conselho para dar. Foi ele quem ajudou a abrir de vez os olhos do anta do Carlos Eduardo.
  • Ada (Vera Kowalska): Médica judia que ia de vez em quando para o cabaré de Madame Sofia Therèze para fazer uns exames nas “funcionárias”, para ver se elas não estavam com a maldita. Se apaixonou pelo fanfarrão nazista Otávio, com quem travava barracos homéricos por causa de suas ideologias, mas no final ela consegue botar um pouco de juízo no rapaz, com quem vai viver perigosamente na Palestina.
  • Otávio (Luiz Arthur): O típico playboy do início do século XX, era ele quem arrastava Carlos Eduardo para farrear no cabaré de Madame Therèze, e pegava todas (menos Clara, afinal para Otávio, mulher de amigo dele é homem). Na verdade, não tinha onde cair morto, e era sustentado pela Madame Therèze, que o mimava com presentinhos e com as putas que ele podia pegar de graça, em troca, é claro, de uns sacrifícios da parte dele. Cisma com Ada, e depois que descobre que ela é judia, dispensa a moça e volta para a farra, pois ele é simpatizante do nazismo e acha que Hitler é o máximo, mas isso muda quando Serafim (sempre ele) mostra a ele uma foto de judeus sendo torturados num campo de concentração, e ele enfim se toca de que estava errado e resolve voltar para Ada, com quem vai morar na Palestina.
  • Delegado Dionísio (Ivan de Almeida): O típico delegado marrento e desonesto das novelas, coloca seu filho Malaquias para trabalhar com ele (nepotismo) e aceita livremente subornos da Melânia e do Alexandre para manter o cabaré funcionando e ignora casos realmente importantes, como o sumiço do filho de Clara e o sequestro de Collette, mas quando Clara fica milionária, ele amansa e resolve investigar o caso dela, e ele até prende os chefes da máfia que roubou o guri, mas ele leva um tiro e morre nos braços do filho.
  • Ernesto (Mauro Gorini): O dono da padaria/lanchonete mais frequentada e badalada da cidade, o point preferido de Melânia e Germana para efetuar pagamentos a Alexandre e outros capangas, planejar maldades e paquerar Manuel. A vida dele era boa, até o dia em que sua digníssima resolve pegar um menino pra criar, e ele não gosta, sente ciúmes e resolve dar uma volta no cabaré de Madame Therèze, onde conhece Fifi e gasta tudo com ela, entrando em falência. Sua esposa entra em ação e se revela uma mulher de negócios melhor que o marido, colocando as contas nos eixos e ele se conforma e assume a paternidade do menino.
  • Dulce (Deborah Seabra): A mulher do padeiro, é a única que tinha juízo do casal. Se apega a um menino que Alexandre arranjou para ser o filho de Clara e ela parar de investigar, e adotou o moleque, para desespero de seu maridão Ernesto, que para se vingar, a traiu com Fifi, puta do cabaré de Madame Sofia Therèze. Mas, ele se ferrou no final, pois eles perderam tudo, e Dulce mostrou quem é que manda (ou não).
  • Adelaide e Tomás Giuliani (Suzy Camacho e Nelson Baskerville): Casal que receptou o fruto do crime (o filho de Clara), a quem deram o nome de Matheus. Mimaram demais o moleque e ficaram sem querer entregar a criança para Clara, travando uma longa e absurda batalha judicial, da qual eles saíram incrivelmente derrotados e tiveram que entregar o pirralho, mas Adelaide recebeu como prêmio de consolação uma gravidez inesperada.
  • Francisco / Matheus (Airo Munhoz): O filho que Clara tanto procurava, e também a causa de todos os seus problemas, afinal se ele não tivesse nascido, Clara não teria se ferrado tanto na vida (mas também não teria conhecido o velho Manuel e ficado podre de rica, então o saldo até que foi positivo). Era simplesmente idêntico a Carlos Eduardo, praticamente a sua versão mirim, mas o mané cismou que não era o pai. Como não tinha DNA na época, o tonto só acreditou quando Clara desabafou no confessionário. O moleque sempre teve tudo na vida, era paparicado pelos pais adotivos e tinha amigos delinquentes mirins que jogavam lama em Clara quando ela ia visitá-lo, mas ele sempre a defendia, afinal ele gostava um pouco dela. Como toda criança chata das novelas, ele vivia choramingando por que Clara queria separá-lo dos pais dele, mas no dia do julgamento, ele disse que queria ficar com Clara (WTF?) porque achou ela legal (WTF?²) e tinha a sensação de que já a conhecia (¬¬), enfim, só em novela mesmo...
  • Tonho (Tadeu Menezes): O motorista da Dona Melânia, era obrigado a aturar os desmandos da patroa megera. Encantou-se com Lindaura, e pensando ser moça fina e de família, pediu ela em casamento. O problema é que ele nunca sabia onde ela morava, e ele até pagou a Nadir para que ela a seguisse e dissesse onde Linda vivia, mas sua colega descobriu que ela trabalhava no cabaré de Madame Therèze, e por receber subornos e dicas quentes para segurar homem, ela não contou nada, só que ele acabou descobrindo, e no final até perdoou Lindaura, cometendo assim o maior erro de sua vida.
  • Lindaura (Elaine César): Era colega de Clara, de Irma Tanajura e de Fifi, portanto, também era puta. Fugiu do Nordeste debaixo de um pau de arara e foi parar em Sampa, trabalhando nesse ramo, porém teimava que falava francês e que era da França. Seu sonho era casar e sair da vida, mas o máximo que conseguiu foi casar com o pé – rapado Tonho, trabalhando de empregada e reclamando da vida, sentindo saudades da época em que era puta.
Clara e seu bofe, burro como uma porta
  • Madame Therèze (Adriana Ridolfi): A dona do cabaré, veio da França para fugir da vida e para se vingar da sociedade, passou a explorar outras pobres moças, como Clara, e vender mocinhas virgens que caíam na lábia do Alexandre, como a Colette. Depôs contra Clara no julgamento após receber um grande suborno de Melânia, e vendeu seu empreendimento para Clara, que transformou o lugar num orfanato para crianças filhas da [email protected], e se mandou pra França.
  • Espirro (Gustavo Montellato): Trabalhava como faz tudo no cabaré de Madame Therèze e fazia alguns serviços para o Alexandre de má vontade por que se pelava de medo dele. Sofria da mesma síndrome da Emília, pois ambos eram pirralhos no começo da novela, se passam dez anos e ainda continuam com a mesma cara, sem crescer um milímetro. Mas, para Espirro, é diferente, pois ele virou mocinho, as mulheres passaram a prestar mais atenção nele e até a Madame Therèze tenta levá-lo pra França, mas ele dispensa a coroa, pois ela estava um bagaço, e no final é estuprado pela empregada Nadir.
  • Juiz Adão (Serafim Gonzalez): Entrou bem no final da novela, só pra julgar o caso de Clara e desencalhar a velha Querubina, casando com ela no final.
  • Cigana Sandra Rosa Madalena (Maximira Figueiredo): Como toda cigana de novela, aparece do nada, faz revelações importantes do enredo e desaparece misteriosamente sem deixar rastros, deixando os personagens e o público totalmente confusos e desorientados. Foi ela quem disse que Clara e Carlos Eduardo eram perfeitos um para o outro, duas metades da laranja, enfim, almas gêmeas (aliás, esse até seria o nome dessa novela, mas Sílvio Santos não achou tão legal assim e Walcyr deixou para usar em outra novela sua), e na última cena, quando Clara e Carlos Eduardo, felizes e casados, caminham distraidamente pelo jardim com o filho deles brincando de futebol, quando o perna de pau chuta e a bola vai parar nos pés de quem? De quem? Da Cigana, que novamente apareceu do nada, novamente leu as mãos do casal e disse que eles eram almas gêmeas, mas fez uma cara de suspense, deixando os pombinhos e o público tensos, mas depois ela deu um sorrisinho sarcástico e disse que o casal seria muuuuuuuuuuito feliz e teriam vários netos, pois Clara não podia engravidar de novo, e sumiu de novo, deixando Clara e Carlos Eduardo namorando ali mesmo na frente do menino.

O CD de bosta[editar]

CAPA: Regiane Alves, cheirando uma inocente papoula

  1. Masturbação (Masturbation) - Nana Neném
  2. Casca-Grossa - Elis com a Vagina Ocupada
  3. Até que Enfim Livre de Você - Vinícius e Tobinha
  4. No Cio - Cal Gosta
  5. Na Vala à Noite - Ney Mete Grosso em Rafaella Rabuda
  6. Da Cor do Viado - Roberto Meu Nescau
  7. Por um Boquete - Pra Vânia não basta
  8. Suplicy - Maria Betoneira
  9. La Vie Est une Merde - Jardim Elba, zona sul
  10. Caputa que te parí - Caetano Caiu na MTV
  11. Durma e Não Acorde Mais - Jair pai do Jairzinho
  12. A mesma porra do início, só que com um tal de Alceu Galhardo.

A Repercussão[editar]

  • Como Torre de Babel foi um fracasso, Fascinação foi um sucesso, atingindo a casa dos 10 pontos, o que para o SBT, é arrasar na audiência. Suas mudanças de horário atrapalhavam as vidas das donas de casa desesperadas que gostavam da novela, mas isso não impediu as pobrezinhas de acompanhar todo o folhetim, muito menos de deixar de ver todas as suas mil reprises.
  • Depois dessa novela, quase todos os atores bons e nem tão bons assim foram para a Globo, inclusive o autor Walcyr Carrasco, que deu um jeito de encaixar a Neusa Maria Faro em quase todas as suas novelas.
  • Porém, como o show business é dureza e o sol nem sempre brilha para todos, só os mais bonitinhos fazem sucesso, vide Mariana Ximenes, Regiane Alves e Caio Blat. O outro protagonista, Marcos Damigo, não conseguiu muita coisa que preste e deu a louca, saiu do armário, e aí as portas se fecharam para ele de vez, até que Gilberto Braga lhe estendeu a mão e lhe deu um personagem que era a sua cara em Insensato Coração.