Federico Fellini

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Federico Fellini ou Kiko (Quico, no Brasil), foi um cineasta ítalo-romano que tinha o ego maior que o ego de Helmut Kohl. Fellini (não confundir com Fellaini, o cotonete ambulante belgo-marroquino) era um cineasta mimado e hoje em dia é uma das musas dos cinéfilos babacas, que fazia aqueles filmes que ninguém entende nada, nem mesmo o próprio Fellini.

Fellini é autor de vários filmes autobiográficos que ele fez sobre si mesmo e sobre sua própria pessoa, porque ele se amava muito e idolatrava a si mesmo. Entre esses filmes estão Fellini 8 e meio, A Doce Vida de Fellini, Fellini Sátiro, Amarcord (Quando Fellini era criança), Roma de Fellini, "Eu, eu mesmo e Fellini", "Com Fellini só se vive 2 vezes", "Fellini, Eterno","Elas cantam Fellini", entre outros.

Fellini era dono de um trabalho ultra-anárquico-romano-pseudo-potróico-neo-impressionista-surrealista-realista-moderno-moderador-clássico-contemporaneamente-renascentista-metaforicamente-nuclear. Sem falar de suas grandes impressões, favoráveis a todo e qualquer tipo de guerra, baseando-se em teorias puramente pacifistas - paz & amor.

Poderia ser basicamente definido com um gênio, gordo, feio pra burro, escroto, maconheiro, lunático e tarado. Muito tarado. Tal como um de seus filmes, 8 e meio, cujo nome é inspirado numa famosa posição sexual. Satyricon é uma obra que marca uma transição em seus estilos, na qual ele vai de hetero, para homossexual, e de homossexual para pederasta, se convertendo no final a novamente, heterossexual taradão. Satyricon é um filme sublime, do qual nem Salvador Dalí não entendeu porra nenhuma. Satyricon narra a saga de um viadinho pederasta que sai pela Roma antiga atrás de seu "bom menino", o qual está sendo enrabado por uma outra bicha louca.

Fellini foi o cineasta mais romano que cruzou os 7 mares. Em todo maldito filme que ele fazia, cenas de Roma surgiam. Ele era tão romano que até decidiu morrer em Roma, de ataque cardíaco.

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