Fenomenalismo

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O fenomenalismo surgiu através da observação dessa pança fenomenal do Fenômeno que existe como fenômeno em si como nos aparece.

Fenomenalismo é mais um conceito da epistemologia inventada por um grupo de cheiradores de gatinhos, cachorros, canarinhos e outros mais animais de estimação denominados popularmente de "filósofos". O fenomenalismo é o interessante conceito de mentir categoricamente onde os objetos físicos não existem como coisas em si pois nossas percepções sensoriais e extra-sensoriais de cor, sabor, cheiro nos fazem viver nessa coisa chamada Matrix onde os objetos nos aparecem através do fenômeno. Logo, quando você nega para a polícia com aquele bafo de onça que comeu alho que não estava embriagado quando bateu naquele poste que se mexeu em sua direção, você está aplicando o fenomenalismo da existência de postes ambulantes conforme sua experiência vívida.

Filosofia[editar]

O fenomenalismo é uma forma radical de empirismo que busca através do consumo repetido da maconha constatar ou negar a existência dos objetos através dos sentidos. Muito ligada à ontologia pois você precisa se auto-perceber através de seus sentidos mais profundos para afirmar ou negar sua própria existência.

John Locke passou anos coçando a bunda para descobrir que a definição de cor depende da mente de quem observa após reparar que poderia afirmar que o sangue de um pessoa esfaqueada é vermelho apesar de nunca ter visto uma pessoa esfaqueada sangrando por ser anti-social e não frequentador de pubs, todavia, conforme o fenomenalismo, poderia imaginar que o sangue de uma pessoa esfaqueada era vermelho através da observação que outra pessoa tenha. O fenomenalista apenas amplia essa análise para os objetos físicos, logo, ao afirmar que existem cabras levitantes roxas com bolinhas amarelas malabaristas de serras-elétricas que cheiram a jiló com azeitona vivendo em Júpiter, elas existirão pelo fato de que não importa se alguém viaje ou não para Júpiter para confirmar, contanto que essa declaração condicional permaneça verdadeira, permanece verdadeiro que as cabras levitantes roxas com bolinhas amarelas malabaristas de serras-elétricas que cheiram a jiló com azeitona vivendo em Júpiter estão lá. Ou seja, o fenomenalismo é apenas a arte de mentir categoricamente e embasar afirmações absurdas como aquela sua foto de Orkut da Alessandra Negrini que você diz ser você.

Kant por sua vez, em seu discurso entediante diz que o espaço e tempo são as formas primordiais das experiências sensoriais. Não me diga! Sério?

O filósofo Capitão Óbvio por sua vez afirma que o fenomenalismo é como o idealismo, mas com a diferença que o fenomenalista admite que os objetos físicos não deixam de existir quando deixam de ser observados. Pode parecer papo de louco (o que na verdade o é) mas o fenomenalista usa essa preposição de desculpa para acreditar que qualquer objeto existe em qualquer circunstância em qualquer lugar.

Ainda no século XIX, o fenomenalismo foi muito utilizado por ateus para tentarem provar a não existência de Deus através do raciocínio fenomenológico da ausência de traços de sua existência em si.

Atualmente o fenomenalismo é usado por você quando cria um perfil fake para o Facebook.