Fernando Pessoa

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PortugalDJoãoscary.jpg Manuel, vê-me dois cäcətinhos, o pá!

Æstə ärtigo é purtugäish, gajo. Élə comə cacətinho cum bəcalhau, tuma um ishtränho vinho, adora cumpetir cum a Ishpänha e tem um bigodão.

Se vəndalizarish, um bäenfiquista vai atrás də tua mãe


Drummond.jpg Este artigo é relacionado à literatura.

Este artigo louva Shakespeare.

Este ser é um Sock puppet e pode ser até ele mesmo!
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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Fernando Pessoa.
Fernando Pessoa fazendo uma autoconfirmação de que não é louco

Cquote1.png O poeta é um fingidor Cquote2.png
Fernando pessoa sobre si mesmo
Cquote1.png Fernando é uma pessoa? Cquote2.png
Carla Perez sobre Fernando Pessoa
Cquote1.png O dia em que eu o vi num caixão, foi porque ele morreu Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre Fernando Pessoa
Cquote1.png Quem me dera ter um bigode assim. Cquote2.png
Adolf Hitler sobre Fernando Pessoa
Cquote1.png Façamos um CU para saber se é ele mesmo Cquote2.png
Administrador Malvado duvidando da autenticidade do maior Sock puppet que o mundo já viu

Vida[editar]

Ele já disse que não quer nada, então deixe o morto vivo em paz e vaza!

Fernando António Nogueira Pessoa nasceu em Lisboa, no dia 13 de Junho de ... D.C e foi para a cova no dia 30 de Novembro de 1935, também em Lisboa, ele era Português (O RLY?). Era poeta e escritor e junto com os seus mais de oito mil "eus", tornou se a maior personalidade portuguesa (o que nem é tão difícil).

Às três horas e vinte minutos da tarde de 13 de Junho de 1888 nasce em Lisboa Fernando Pessoa, o parto ocorreu no quarto andar e blá blá blá blá, enfim, era filho de pais que faziam parte da trupe de folgados da sociedade, digo, aristocracia. Sua mãe era desocupada dona do lar, como todas as mulheres daquela época, já seu pai compunha o parlamento da ladroagem, digo, politicagem de Lisboa. Na casa da família Pessoa também moravam duas velhas que se diziam empregadas e a avó de Fernando que era doida tinha sérios problemas mentais (assim como todo mundo naquela casa).

A convivência em família de Pessoa não durou muito, seu pai acabou morrendo de tuberculose e no dia seguinte seu irmão também morreu sabe se lá do que (mas também não interessa), enfim, com a morte do velho, a mordomia acabou, como a mãe de Pessoa era atoa, ela foi obrigada a leiloar toda a mobilha e vender a casa (não era mais fácil trabalhar?). A triste realidade de ficar miserável fez com que Fernando entrasse para o livro dos recordes como o mais jovem autor a ficar louco, tanto que foi neste período que ele criou seu primeiro heterônimo (mas falaremos disso depois). A situação financeira piorou e a senhora Pessoa deu para o primeiro que encontrou, digo, casou se novamente com um outro velhote rico e folgado que levou ela junto com o filho para os confins da África do Sul.

Na África do Sul, Fernando teve boas experiências sexuais com estudos (e sexuais também), aprendeu a língua inglesa e abandonou o português (bem fez ele), conheceu várias pessoas, namorou várias meninas e meninos também, foi nessa época que ele se revelou homossexual, mas sem sair do armário. n Ainda na fase escolar, onde ao contrário de todo português ele é um menino muito inteligente, ele cria o seu segundo pseudônimo, Alexander Search, através do qual manda cartas para si mesmo (quanta carência), mas não é para menos, pouco tempo antes dessa nova criação, sua outra irmã morre também de uma doença desconhecida (mas eles não conheciam nada naquela época?). De qualquer forma, Pessoa ainda tinha muitos irmãos para morrer por parte de seu padrasto, e por ficar morrendo de ciumes já que a mãe só dava atenção a eles, Pessoa começa a se isolar e logo entra definitivamente em seu mundo, com seus poemas, seus heteônimos e tudo mais (resumindo, ficou esquisofrênico).

Quando termina a tortura os estudos, Fernando ainda permanece por um tempo na África, mas logo percebe que naquele fim de mundo ele jamais conseguirá alguma coisa decente, então resolve voltar a Portugal, onde se entrega a sua carreira de escritor (se é que eu posso chamar isso de carreira).

Carreira[editar]

Algum intruso tentando se passar por Fernando

Assim que se entitula escritor, Fernando Pessoa ingressa em uma universidade para fazer letras, mas logo que vê a chatice que é tudo isso ele abandona a faculdade e vira vagabundo por um tempo, até que sua avó morre e lhe deixa uma pequena herança; com o dinheiro que ganhou, Pessoa tenta mudar de ramo e monta uma pequena empresa de tipografia (olha no dicionário), mas como português nenhum sabe fazer nada, a empresa logo faliu, deixando seu dono novamente como desempregado. Pouco tempo depois, para não virar andarilho, o sonhador aceita se tornar um correspondente estrangeiro e passar a vida toda fazendo traduções (melhor que nada), como já fazia parte do ramo, Pessoa começou a escrever no jornal algumas coisinhas além das traduções que fazia, até que suas críticas ficaram tão famosas que ele não parou mais de escrever e passou também a publicar coisas inúteis, que de tão clichês necessitavam ser atribuídas a outros autores para não quimar o filme do crítico tão famoso que Pessoa se tornara.

Obra[editar]

O contato com os ingleses (e eu que desconfiava dos franceses) deu a Pessoa um estilo de misturebas da literatura inglesa, ele pegou Shakespeare, Lord Byron, John Keats, Percy Shelley, Alfred Tennyson, Edgar Allan Poe, John Milton, entre outros, bateu no mixer, bebeu e disse ter arrumado seu próprio estilo.

Pessoa (ele mesmo) criou várias coisas, entre elas prosas, poesias, artigos e muito mais; é conhecido naturalmente como o poeta da babaquice saudade.Mas como escrevia como várias pessoas ao mesmo tempo, apresentava características tão variadas que nem ele mesmo conseguia descrever. mas com o decorer do tempo ele foi ficando afeminado ate que virou a casaca mas apos isso ele começou a escrever poesias sem noção como cara cade meu pingulim.

Outras vidas[editar]

O verdadeiro Fernando Pessoa

Considera-se que a grande criação estética de Pessoa se deu através do surgimento de seus amiguinhos imaginários, seus heterônimos. Entre os heterónimos, o próprio Fernando Pessoa passou a ser chamado ortónimo, porquanto era a personalidade original

Ortônimo[editar]

WTF

O ortônimo nada mais é que a verdadeira personalidade do poeta que possui falsas personalidades (?), isso significa que o ortônimo de Fernando Pessoa era o próprio Fernando Pessoa, o verdadeiro, sem estar atuando sob nenhum outro pseudônimo ou heterônimo; essa personalidade era conhecida e citada como "ele mesmo" para identificar de quem se tratava quando o papo era sobre o escritor.

A obra ortónima de Pessoa é nada além de uma obra que diz ter traços simbolistas mas não passa de um mísero patriotismo; nessas obras Pessoa dá uma de Sebastianista, aqueles idiotas que acreditavam que D. Sebastião estava vivo depois de mais de oito mil anos de seu desaparcimento na África (agora eu sei porque Pessoa adorou a África), ele é tomado de grande patriotismo e não acredita que Portugal, após ter feito grandes descobertas marítimas pudesse ter se tornado a merda que se tornou (respeitado por ninguém e devendo até as cuecas para a Inglaterra.

Heterônimos[editar]

Caeiro conversando com Fernando, ou o contrário...

Os heterônimos, diferentemente dos pseudónimos, são personalidades poéticas completas, (que eu prefiro chamar de falsificação completa), ou seja, não são apenas um nominho diferente para aparecer em público, são pessoas que a princípio não existem, mas se tornam verdadeiras através da insistência. É o mesmo que você inventar uma mentira e insistir tanto nela até que você e todo mundo passe a acreditar que seja uma verdade. Na verdade isso é pura esquizofrenice, mas como se sabe, não se deve discutir ou contrariar esse tipo de gente.

Fernando Pessoa teve mais ou menos 123 heterônimos, mas ninguém dá a mínima para a maioria deles, tanto que só serão apresentados três, no caso, os mais importantes (ou não). Se quiser saber dos outros 120, vai e procura!

Alberto Caeiro: Caeiro era tido como o mestre dos heterônimos de Pessoa, todos lhe enviavam cartas e mais cartas perguntando sobre alguma coisa (¬¬). Ele é um dos poucos em que é apresentado características físicas além das escritas. Analisando superficialmente, Caeiro se achava muito pegador em razão de seus olhos azuis e tudo mais, mas, na verdade ele não passava de um analfabeto que não compreendia o mínimo da literatura implícita das coisas, não sabia bem sobre a existência das metáforas e não escrevia nada além de meras palavras por palavras. Eu não sei se é relevante, mas Caeiro foi o único dos heterônimos a nunca escrever em prosa (e o kiko?)

Ricardo Reis: Originalmente médico, também fracassado e escritor, ao contrário do anterior é latinista, mas ninguém dá a mínima, então Ricardo fica realmente conhecido por se o único heterônimo que não teve causa-morte ou atestado de óbito (Pessoa deve ter esquecido), esse fato importantíssimo levou à escrita de um livro chamado O ano da morte de ricardo Reis, que foi escrito por José Saramago, mas nem fala como o tal Ricardo morreu (que inútil). Segundo Pessoa, Ricardo chegou a mudar se para o Brasil, já que era a favor da monarquia e veio aqui para tumultuar ainda mais a Proclamação da República.

Álvaro de Campos: Entre todos os outros "eus" de Pessoa, Álvaro foi o único a apresentar fases diferentes na escrita, ele era uma personalidade , que mesmo irreal apersentava dupla personalidade (quanta criatividade). Enfim, Álvaro era originalmente um engenheiro fracassado que começou a beber demais e resolveu ser escritor. Começa como decadentista, depois vira simbolista e sebastianista, passa para futurista, depois niilista que quase vira modernista e termina nossa lista como um ninguém que morre de tuberculose.

Curiosidades[editar]

Entre as curiosidades de Fernando Pessoa destacam se os momentos em que ele dava suas crises de esquizofrenia e encanava que era algum de seus heterônimos.

  • Ao contrário do que muitos pensam, todos conheciam as identidades implicitas de Fernando, e sabiam bem que ele era doido, então nem discutiam.
  • Numa tarde em que ia se encontrar com José Régio, chegou com quase três horas de atraso (como de costume) e ainda dizendo que era Álvaro de Campos, muito pior do que isso, pedindo desculpas por Fernando Pessoa não ter comparecido (fala que ele não era doido)
  • Uma vez, Fernando marcou um churrasco para si e todos seus heterônimos, óbvio que apareceu só ele, mas no dia seguinte ele mandou uma nota no jornal dizendo estar muito ofendido por seus amigos não terem atendido seu convite...
  • Pessoa acreditava em astrologia e deu um grande bolo na escritora brasileira Cecília Meireles dizendo que seu horóscopo dizia para os dois não se encontrarem naquele dia. Só por acaso eles nunca se encontraram, já que Pessoa morreu no ano seguinte.
  • Pessoa chegou a colocar a própria morte no jornal (não me pergunte como).
  • Pessoa teve um namorada, mas mesmo assim morreu virgem.