Fiabilismo

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Fiabilismo[carece de fontes]


Exemplo de lanchonete nada fiável.[carece de fontes]

Fiabilismo, ou confiabilismo, é uma teoria externalista da justificação epistêmica[carece de fontes] um estigma maldito e perigoso que afeta pessoas burras, segundo o qual as pessoas passam a confiar cegamente em seus instintos mesmo sabendo que todos os seres humanos, incluindo a si mesmos, são bastardos que têm suas próprias ambições de procriação, que buscam a felicidade inevitavelmente priorizando-se acima das necessidades e expectativas de terceiros.

As pessoas portanto, são completamente isentas de qualquer confiança, mas mesmo assim o fiabilismo defende que não tem muito em quem confiar a não ser em nós mesmos (o inventor dessa teoria provavelmente era escritor de livro de auto-ajuda), mesmo que por definição investir confiança em outras pessoas é geralmente comparável com o sucesso da viagem inaugural do Titanic.

Filosofia[editar]

O fiabilismo surge para explicar que os processos formadores de crenças não nos fornecem necessariamente conhecimento, mas apenas aburramento do intelecto, e antes disso, apenas uma mera justificação (como quando perguntam porque você faltou o trabalho, e então responde "fui ao dentista"). Ou seja, todas as explicações do mundo não passam de mentiras justificadas para assim serem aceitas como verdade, apenas um consolo sobre a burrice crônica da incompreensibilidade humana sobre o próprio mundo onde vive, para assim se acharem um animal de inteligência superior quando na verdade não passam de macacos que se matam todas madrugadas por pedaços de papel com desenhos de animais e números.

O fiabilismo ao longo dos tempos tem sido utilizado para explicar o inexplicável, o mais comum, é aquele personagem popular da ficção literária, Deus. Mesmo estando acima dos sentidos mundanos, o fiabilismo também prevê que a crença mentirosa não justificada pode ser pessoalmente fiável se uma pessoa se ilude que sim.

Epistemologia[editar]

Wikisplode.gif
A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Fiabilismo[carece de fontes].
Para a epistemologia, o nível de fiabilismo é diretamente proporcional ao nível de maquiagem utilizado.[carece de fontes]

Para a epistemologia a verdade não existe, mas apenas mentiras justificadas. Logo, o fiabilismo é um ferramenta para construir essas justificações, pois a confiança é a crença de que uma pessoa ou animal vai agir de uma certa maneira em um determinado momento, baseado apenas em experiências anteriores, pois se você comeu aquela pimenta preta do Tibete e passou um mês com caganeira, achará no futuro uma boa ideia utilizá-la para sabotar o almoço do ex-namorado. É a eliminação de qualquer dúvida sobre nossa parte, para ter certeza absoluta de que algo vai acontecer. Assim como quando vamos jogar no bicho porque estamos confiantes de que vamos ganhar, ou quando atravessamos a rua e estamos confiantes de que um caminhão não vai nos arregaçar.

A tão almejada e utópica crença verdadeira justificada só pode ser obtida através do fiabilismo, até a Wikipédia sabe disso, logo, se você fizer uma afirmação mas não passar um link de um site qualquer, sua afirmação é potencialmente falsa. Por outro lado, se você passar o link, por mais inconfiável que o site seja, a sua afirmação será aceita como verdade justificada.

Externalismo[editar]

Para o externalismo do fiabilismo, as coisas não são o que parecem ser. As suas percepções de visão, audição, olfato, paladar e tato são meras ilusões criadas por um supercomputador que simula em seu cérebro algo chamado vida.

A confiança fiável é uma maldição criada pela própria humanidade com o fim de se auto-iludir-se sobre o que é verdade.

Ceticismo[editar]

Na verdade, o fiabilismo só surgiu para tentar cortar a onda dos céticos absolutos que não acreditam nem no que veem, é claro que o fiabilismo falhou miseravelmente, porque nem a mais sofisticada retórica consegue refutar alguém cabeça-dura e frustrado sexual como um cético.

O argumento cético de que nossos sentidos, crenças e desejos não são confiáveis coloca o fiabilismo por terra. Por exemplo, o fiabilismo diz que ao você ver uma maçã, acreditará que aquela maçã existe pelo fato de que pode vê-la, pode pegá-la, pode cheirá-la, pode comê-la, e que todos os outros seres humanos do mundo também sentiriam essa experiência, mas nada garante que aquilo seja uma ilusão criada por um alienígena bem humorada comumente referido como Deus.

O fiabilismo tenta responder ao cético que a realidade não precisa ser justificada, pois aceita algo como conhecimento se produzida a partir de um processo confiável. Mas o cético como a bunda do fiabilista quando diz que não existe processos confiáveis e que essa própria discussão é passível de inutilidade.

Você talvez tenha a crença de que há inúmeros processos confiáveis, mas como garantir que seus sentidos realmente são confiáveis? Bastam umas poucas doses de cachaça para você acordar no dia seguinte no meio de cinco negões pelados, as suas percepções na madrugada anterior eram realmente confiáveis?

Diferença entre ceticismo e fiabilismo[editar]

O fiabilismo busca a ausência total da inocência e a busca incessante pela verdade. Não é por acaso que Ken e seus amigos são sarados, com cabelinho gay e barbichas metrossexuais.[carece de fontes]

Então o fiabilismo é inútil? Não! A grande vantagem dele sobre o ceticismo, é que ao contrário dessa crença quadrada, o fiabilismo é fundamental para identificar ciladas. A prática do fiabilismo é muito mais complicada, porque é subjetiva, e sua análise sempre sugere uma abordagem diferente do ceticismo, como por exemplo:

  • Quando seu amigo gay convida-o a sua casa para estudar à noite. - Para o ceticismo é só um gay estudioso, mas para o fiabilismo é uma cilada.
  • Quando seu namorado virtual é um homem maravilhoso, gato, rico, bom de papo, mas sempre foge de um encontro pessoal. - Para o ceticismo é uma pessoa tímida, mas para o fiabilismo é um nerd.
  • Quando a sua namorada virtual é linda, sensual, gata e com seios maravilhosos, mas ela nunca liga a webcam. - Para o ceticismo é uma pessoa tímida, mas para o fiabilismo é um negão disfarçado.
  • Quando você está em um aeroporto e um homem com chapéu e bigode falso pede-lhe para segurar um saco só por um minuto. - Para o ceticismo é só uma pessoa pedindo um pequeno favor, mas para o fiabilismo é uma cilada.
  • Quando seu marido sai na manhã do sábado para jogar futebol com os amigos e retorna para casa apenas na madrugada de domingo com as roupas rasgadas, pescoço mordido. - Para o ceticismo foi um jogo de futebol bem acirrado e demorado, mas para o fiabilismo é uma cilada.
  • Quando a sua esposa sai muito tarde com as amigas usando uma mini-saia e volta no dia seguinte toda feliz com os cabelos emaranhados dizendo que choveu. - Para o ceticismo ela teve uma noite divertida com as amigas, mas para o fiabilismo é uma cilada.
  • Quando você encontrar um saco em sua porta muito bem fechados suspeito! - Para o ceticismo é só um saco com algo, mas para o fiabilismo já sabe que é um saco cheio de merda.
  • Quando você estiver na praia e um senhor entrou na água para o fundo e começou a olhar para todos os lados. - Para o ceticismo é só alguém nadando olhando para os lados, mas para o fiabilismo o tiozão está mijando.
  • Quando seu parceiro diz que sexo anal é tranquilo. - Para o ceticismo é razoável pois nunca experimentou antes para definir o nível de doloribilidade do ato, mas para o fiabilismo é uma cilada.

Ver também[editar]