Firminópolis

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você sobre Firminópolis

Firminópolis[1] é um arraiá lá nos cafundó de Goiás, de difícil acesso, longe da civilização, abandonado por Deus e o mundo, acredita-se que o video-game mais avançado encontrado por lá é o Sega Saturn, e usado como penico, porque afinal não há energia elétrica numa cidade dessas.

História[editar]

A entrada do Inferno em Firminópolis.

Fundada em 1940 por Manoel Firmino dos Santos, um cara extremamente louco e pinel de ir para esse fim de mundo criar uma aldeia. Atraiu muitas pessoas com a falsa promessa de pequis grátis.

Tanta gente foi atraída que a população da cidade pulou de 1 para 10.000 habitantes. Depois que todos descobriram que o pequi não existia já era tarde demais, todos estavam presos naquela dimensão paralela (aka fim de mundo) e jamais poderiam outra vez conhecer o mundo exterior.

Em 1948 torna-se independente de Paraúna, outra cidade sem futuro nenhum, que mesmo sendo a bosta que é, ainda consegue ser melhor que Firminópolis.

Atualmente o Google Earth ainda vem tentando encontrar essa cidade que acredita-se ser até um mito.

Economia[editar]

A avançada economia de Firminópolis é baseada no escambo de sangue de boi, leite, linguiça, capim e ar.

Demografia[editar]

Firminópolis é formada de acordo com o IBGE por 9.900 habitantes fictícios, e 100 habitantes reais, já que grande parte de quem está lá em Firminópolis é de gente que estava passando e nunca mais conseguiu achar o caminho de saída da cidade.

Cultura[editar]

Devido ao altíssimo grau de isolamento de Firminópolis, o pacato município ao longo do tempo vem adquirindo várias semelhanças culturais com a sua região vizinha mais próxima, o Inferno. Ou seja, a cidade é quente pra caralho, só tem pobre burro, mulheres desdentadas, só se escuta música de corno, o melhor carro da cidade é um Fusca 77, só tem capim e barro e tudo está a mais de mil quilômetros de distância da civilização.

Notas[editar]

  1. Não tinha um nomezinho melhor para colocarem nessa cidade não?