Flanelinha

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Google sobre Flanelinha

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Google sobre Flanelinha
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Google sobre Flanelinha

O que seria de nós sem os flanelinhas?
A sinalização é clara

Cquote1.svg Ol paga Adiamtadu ol riscú ceu karru. Cquote2.svg
Flanelinha

Cquote1.svg Esse carinha vai aprontar todas, e arrumar confusões do barulho. Cquote2.svg
Narrador da Sessão da tarde sobre Flanelinha

Cquote1.svg Eeeeu teeeeeenho a flanellllaaaaaaaaaaaaaaaa!!! Cquote2.svg
He Man sobre Flanelinha

Cquote1.svg Eu tive um sonho. Sonhei com um mundo em que os flanelinhas seriam livres para ajudar os motoristas a estacionarem seus carros. Cquote2.svg
Martin Luther King sobre Flanelinha

Cquote1.svg Tem vaga aqui, patrão, tem vaga aqui. Cquote2.svg
Atleticano sobre Cruzeirense

Cquote1.svg Ei flanelinha, eu já sabia que essa vaga era minha!! Cquote2.svg
Torcida do Cruzeiro sobre Atlético Mineiro

Cquote1.svg Ei vagabundo, quem pede mais aqui na área sou eu! Cquote2.svg
Valdemiro Santiago sobre Flanelinha



Origem[editar]

Os flanelinhas se originaram na Idade da Pedra, a partir da necessidade de Fred Flintstone e outros personagens não saberem estacionar seus carros, pois o retrovisor ainda não existia. Originalmente, o flanelinha era um pássaro com um pedaço de pano orientando o primata motorista a estacionar seu carro. Mas com a evolução dos tempos, passou a ser uma pessoa com um pedaço de pano, vulgo flanela, cobrando uma mísera gorjeta de R$ 1.134.123,78 pelo serviço. Esse valor pode ser dividido em 5 vezes no cartão Visa ou Mastercard com entrada e com juros. Os flanelinhas sempre andam com aquelas maquininhas pra cartão e não aceitam cheques pré-datados. Alguns flanelinhas têm serviço V.I.P., no qual eles se oferecem para cuidar do carro até que seu dono volte. Esse serviço é totalmente seguro e confiável, à prova de furtos e arrombamentos efetuados pelos flanelinhas por ladrões que circulam no local.

Um flanelinha pouco experiente.

Origem dos Flanelinhas atuais[editar]

Os flanelinhas atuais não são qualquer pobre pessoa que pode exercer o ofício. Os flanelinhas de hoje vem com o gene flanelus pobris gentalias, que é hereditário, criando assim, geração após geração, flanelinhas puro-sangue. Existem também os flanelinhas mestiços, que não exercem bem o papel, deixando você encostar no carro de trás, ou fazendo você estacionar em local proibido, dizendo: “é proibido não, patrão. Pode estacionar”, e cobrando uma gorjeta de valor reduzido, já que flanelinhas mestiços não pagam impostos.


Instrumento e Local de Trabalho[editar]

O instrumento deve ser apropriado para o trabalho.
Estacionando um megazord.

A flanela é um instrumento fundamental para o trabalho. Sem flanela, os flanelinhas podem usar outro instrumento, como tua mãe um pedaço de pano qualquer, ou até mesmo uma peça de vestuário, como tua avó uma camisa ou short. A flanela é dividida num sistema ordenado de cores: Flanela branca: aspirante a flanelinha. Flanela laranja: São iniciantes, mas garantem um bom serviço e guiam o motorista num carrinho de mão, até você num monociclo fazendo malabarismo de ré na corda bamba vendado numa ladeira sem freio dando a bunda e comendo Ruffles. Flanela vermelha: já são experientes e fazem o serviço como poucos. Guiam o motorista em um Chevette com duas rodas, até tua mãe de quatro um fusca 6.0 V8 biturbo, com ar condicionado, vidro elétrico, direção hidráulica, freio ABS, trava elétrica, roda aro 19, vidro fumê e chaveirinho. Flanelas pretas: assim como em algumas artes marciais, eles alcançaram o nível máximo e agora são flanelas pretas. Mestres na baliza e na perícia, usam a força da mente para guiar o motorista à sua vaga. Guiam qualquer tipo de carros, ônibus, caminhões, tanques de guerra, navios, aviões, foguetes, satélites, ônibus espaciais, submarinos, megazords, discos voadores, entre outros. Os flanelinhas não têm local específico de trabalho. Assistência: podem encontrar-se tanto em estacionamentos, como na rua, ou em parques, e andam sempre em bando. Se você vai a determinado evento em alguma rua, parque ou que possua estacionamento, tenha certeza que você irá encontrar um.

Valdemiro Santiago[editar]

Um flanelinha de Deus, muito conhecido entre os evangélicos, ele sempre passa a flanela na própria cara e depois passa no bolso do povo. Mas não se preocupe, os milagres são de graça!!!


Pontos Sobre os Flanelinhas[editar]

Árduo treinamento na arte flanelal.
  • Nunca foi encontrado um flanelinha só. Eles sempre se locomovem em bandos.
  • O Estado brasileiro é completamente conivente com essa escória.
  • O tema flanelinha é o maior jogo de empurra da administração pública.
  • Para a PM, isso é responsabilidade da companhia de trânsito; para a companhia de trânsito, isso é responsabilidade da Prefeitura; para a Prefeitura, isso é responsabilidade da Assistência social.
  • Ao invés de criminalizar essa conduta de vagabundo, há entre os nossos mentecaptos legisladores, jegues que pretendem "legalizar" uma atividade baseada na extorsão. (LOL)
  • Antigamente a maioria dos flanelinhas era realmente pobre e necessitado que se contentava com 0,50 centavos; hoje se vc der 10 reais, o camarada te xinga e até te agride porque não está respeitando o seu "trabalhoso serviço".
  • Hoje em dia a atividade é um antro de vagabundagem, onde a grande maioria desses vermes sanguessugas, famintos por dinheiro fácil, tem inúmeras passagens pela polícia, e o estado como sempre finge que não vê esses FATOS.
  • Ao se doar uma flanela a um pobre, ele automaticamente se torna um flanelinha.
  • Assim como as faixas na arte marcial, existem as flanelas, na arte flanelal, indo de laranja, passando pela vermelha e chegando na preta. Não foi possível realizar estudos para saber o tempo necessário para alcançar a flanela preta, mas exige bastante treinamento e dedicação.
  • Onde há um flanelinha, há sempre um carro. E mais 10 flanelinhas.
  • Pobre não troca de flanela. Flanela que troca de pobre; do pai pro irmão, do irmão pro primo, do primo pro tio, do tio...
  • É sabido que desde a Idade da Pedra, os Flinstones dispõem de flanelinhas para os ajudarem a estacionar seus carros de fibra de carbono, extremamente leves.
  • Estudos recentes comprovam que, antes de chegar à Idade da Pedra, o Rio de Janeiro passou pela Idade da Flanela. Passou, não! Ainda está nela.
  • O número de flanelas no Brasil é proporcional à raiz quadrada do cubo de pobres por quilômetro quadrado.
  • Quem com flanela fere, com flanela será ferido.

Requisitos Básicos para ser um flanelinha[editar]

  • Ter a mãe na zona;
  • Ser preguiçoso
  • Ser aquele cara que abandonou os estudos no primário;
  • Oferecer um serviço que ninguém pediu;
  • Ter alergia a trabalho.
  • Ser ignorante.
  • Se achar o dono da rua.
  • Reclamar da vida.
  • Achar que é obrigação de todos pagarem o seu ``grande serviço`` de ``olhar`` carros e motos.
  • Ter a mãe como ex-namorada do Kid Bengala ou arrombador similar;
  • Ser aquele cara que tem a cara de pau de extorquir e dizer que é "trabalhador";
  • Ter uma mãe amiga de profissão da Bruna Surfistinha;
  • Ser aquele cara que nunca pagou imposto e cobra para você estacionar na rua mantida com seus impostos;
  • Ter na mão uma flanela e no bolso um prego para arranhar seu carro caso você não aceite extorsão;
  • Ser Noia;
  • Ser um filho-da-puta.
  • Ser vagabundo