Florence Griffith-Joyner

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Florence Griffith-Joyner
Florence Griffith-Joyner.jpg
Florence Griffith-Joyner usando sua perna biônica, ainda descoberta, para ganhar mais uma medalha de ouro suspeita
Nascimento 21 de dezembro de 1959
Bandeira dos Estados Unidos Estados Unidos - Los Angeles
Ocupação corredora

Florence Griffith-Joyner é uma cyborg que atuou como atleta humana por um curto período de tempo representando os Estados Unidos. Era reconhecida por seu jeito extravagante em utilizar longas unhas anti-higiênicas como as do Zé do Caixão, com o intuito de utilizá-las para aumentar sua aerodinâmica nas corridas, além de usar calças numa perna só, também um truque bem singular para ganhar mais velocidade. Artimanhas estas que deram muito certo, pois foi necessário só um pouquinho de anabolizante para ela ganhar medalhas de ouro e bater records que ficaram décadas sem serem batidos por nenhuma outra mulher.

Juventude[editar]

Florence foi fabricada por uma empresa de tecnologia japonesa, mas como esta história não podia ser contada, algo teve que ser inventado para servir de história da infância da atleta, então decidiram contar o básico, que é uma pobre garota que nasceu em Los Angeles, onde desde cedo atuava como trombadinha assaltando turistas e tinha que correr muito para sobreviver, basicamente a mesma infância de todas outras corredoras estadunidenses. fgfgfgfgfg

Carreira[editar]

Começou a carreira de velocista em 1984 nas Olimpíadas de Los Angeles. Como ela ainda era um protótipo em desenvolvimento ainda não se destacaria muito nos jogos por sua competitividade, mas já chamava atenção por sua marca registrada, que eram unhas longas e uniformes de corrida assimétricos extravagantes. Ganhou apenas uma medalha de prata que não foi percebida, mas o evento-teste para este cyborg foi declarado um sucesso.

Surgiu para o esporte, do nada, nas Olimpíadas de 1988, jogos nos quais ganhou dúzias de medalhas de ouro, todas de maneira absolutamente suspeitas. Graças à esteroides para cavalo que estavam sendo inventadas na época, pois havia uma demanda mundial cada vez mais crescente pelo produto por pessoas que desejavam resistir uma madrugada inteira suportando as músicas toscas das discotecas. Totalmente drogada, a mulher registrou marcas surreais mesmo com 30 anos de idade. Os atletas rivais contestaram o fato de Florence estar vestindo uma calça numa perna só, alegando que ela servia para ocultar uma possível perna biônica, outros ainda alegaram que as unhas longas dela geravam um atrito contra o ar que exercia uma aerodinâmica que gerava vantagem à atleta. Todavia o recorde e as medalhas de ouro foram confirmadas e legitimadas pela IAAF.

No ano seguinte Florence aposentou-se precocemente, coincidência ou não, o Comitê Olímpico anunciou naquela mesma semana que começaria a fazer testes anti-doping em todas atletas a partir de então. O medo de que descobrissem de que ela na verdade é um robô a fez abandonar as pistas de corrida, mas o recorde dos 100 metros e 200 metros permaneceu por décadas.

Morte[editar]

Morreu de asfixia em decorrência de overdose em 21 de setembro de 1998. Por ser um dos primeiros cyborgues fabricados no mundo, Florence ainda tinha uma série de imperfeições (como suas unhas). E dentre estas imperfeições estava o fato de que ela precisava beber óleo de motor de carro para se hidratar, mas um problema nas engrenagens de sua garganta impediu a devida ingestão do líquido no fatídico dia, e assim ela morreu asfixiada por overdose de óleo de motor de carro.