Fogo de dragão

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Exploding-head.gif
A forma grisu

Nas histórias em quadrinhos e nos desenhos algumas vezes aparecem dragões soltando fogo pela boca. A pessoa inculta pode até pensar que o fogo de dragão se trata de invencionice de algum babaca, mas não, dragões soltando fogo e fumaça pela boca existiram no passado, em número tal que a tradição oral manteve viva a imagem.

Descrição[editar]

Uma pesquisa feita pelo cientista vietnamita Dr. Lev an-do Foong Nuku conseguiu demonstrar que enormes lagartos - também chamados de dinossauros, sogras, lagartixa-assu - dentre outros nomes, conseguiam cuspir fogo e fumaça com bastante frequência.

Ocorre que tais bichos, assim como muitas sogras, tinham estômagos enormes, na faixa de 10 metros cúbicos, e todo o alimento ingerido demorava muito tempo para ser digerido, chegando mesmo ao estado daquilo que para nós seria putrefação. Esse processo químico complexo produz enormes quantidade de metano, CH4, que pode assumir, no caso dos lagartos e sogras, duas formas: grisu, se combinado com O2, oxigênio livre, ou a forma de "gás de pântano", quando combinado com dióxido de carbono, CO2.

Então, cada arroto do bicho produzia um forte jato de metano que, em contato com a atmosfera, entrava em ignição, lançando longa chama que o bicho usava para assar a bunda dos outros bichos que ele iria comer. A fumaça reportada era peido mesmo nos animais com refluxo, mas também ocorria quando a chama acendia cedo na boca e queimava algum pedaço de madeira que, sabe-se lá porque, o bicho mantinha entre os dentes.

A forma grisu era altamente explosiva, e hoje pode ser vista ainda, em algumas situações. Essa forma, também chamada de "peido de véia", pode ser observada na flatulência de algumas senhoras. Ocorre também com alguns senhores pinguços que ingerem amplas porções de mortadela com cachaça e no dia seguinte pedem ao garçon: "bota mais daquela que arranca o fundo das calças!!"

Ver também[editar]