Folha de São Paulo
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Google sobre Folha de São Paulo
É esta revista que uso para aumentar os meus conhecimentos ![]()
Luciana Gimenez sobre a Folha de São Paulo
Veja bem, é arquievidente e irrefutável, como provei anteriormente, que esta Folha é mero satélite de Havana! ![]()
Olavo de Carvalho sobre a Folha de São Paulo
E é, E é! ![]()
Olavete sobre o comentário de Olavo de Carvalho
Iczo infelizmente ecziste. ![]()
Padre Quevedo sobre Folha de São Paulo
Tabela de conteúdo |
[editar] O que é isto?
A Folha de São Paulo é um jornal que junto a Rede Globo, a Wikipédia e ao Grupo Abril (controlador de revistas como a Veja e a Playboy), forma a grande rede de desinformação que domina a mídia Brasileira.
Dizem até que esta empregou gente como Alberto Dines e Luis Nassif, coisa que não é de se surpreender se formos considerar a qualidade do material que eles publicam.
[editar] Diagramação
A diagramação do Jornal é uma característica a parte que marca o sucesso chamado Folha de São Paulo, no qual se destaca o tal caderno C, que muda de nome conforme a região do estado de São Paulo ao qual está sendo destinada a venda da porcaria.
Infelizmente, os filhos da puta não conseguem sequer separar o joio do trigo, empurrando as notícias marrons da capital e de outros lugares em cadernos com títulos como "Folha Ribeirão".
Afora isso, temos os Classificados, onde alguns patetas anunciam em restos de páginas ditas Jornalísticas e os anúncios empresariais que o Seu Patrão faz de Apartamentos especialmente para iludir os idiotas da Classe Média, que são a grande clientela desta porcaria.
[editar] Posição Política
A Folha de São Paulo tem posição política igual a sexualidade do seu dono: enrustida. Assim como a Falha pende para a esquerda bocó, Otavinho Frieiras pende para sair do armário rococó. Emprega ilustres recebedores de jabá governamental a título de cortezia com o governo Lulista, que lhes abriu as portas do BNDES. Assim, vigaristas como Nelson de Sá, Monica Bergamo, Elio Gaspari, Laura Capriglioni e Eliane Cantanhede fazem ulas de adoração ao Mestre Lulla II fingindo-se sérios articulistas. Para contrabalancear, o jornal dá espaço para José Sarney fingir-se de intelectual lustrado.
Está mais que provado que o alinhamento tendencioso dessa arma de destruição em massa não é normal de uma mídia séria, a tornando mais próxima de uma Folha Universal do que de um noticiário a sério.
Ainda assim, os magnatas que controlam esse jornal resolveram criar um jornal especialmente dedicado a agradar descaradamente os lulistas com o nome de Notícias Populares Agora São Paulo, focado nas classes C, D e E e na qual se colocam as matérias que nunca seriam publicadas no Jornal Sério (sic) intitulado Folha.
Um paradoxo é constatar que a única coisa que presta no dito "jornal sério" são seus humoristas, a saber: Macaco Simão, Barbara Gancia e o trio Angeli, Glauco e Laerte.
[editar] Exemplos de matérias da Folha
Como dá para se perceber, além da politicagem explicita, há traços de falhas no português que por sorte não chegam ao nível de seus concorrentes, que chegam a colocar termos crassos como Aceano e Omintir, cuja falha seria reconhecida até por boçais como a Gyselle Soares e o Kleber Bambam.
Por sorte, estes erros não são de grande importância, apesar de a Marilene Felinto ter mania de reclamar do português incorreto, por isso pedimos atenção as matérias abaixo.
[editar] Presos são acusados de tramar sequestros - Página C6 - 20/02/2008
(...)Após busca em uma casa alugada pelo grupo, investigadores teriam encontrado armas (três fuzis, revólveres, pistolas e munição), algemas, coletes, capuzes, celulares, R$ 2.000, celulares, câmeras e três cartas com ordens para sequestros. (...)
[editar] Brasil Atraente - Página B7 - 20/02/2008
Após colocar um volume recorde milho no mercado externo em 2007, o Brasil torna-se atraente para o produto paraguaio. Nas últimas semanas, centenas de caminhões estão cruzando a fronteira em direção ao Paraná, principal produtor brasileiro de milho. O preço de US$ 205 por tonelada é considerado bom pelos exportadores paraguaios.
[editar] Copiando o lixo
Considerando que os Paulistas não tem gosto pela leitura e que por isso mesmo eles se contentam com lixos como a Folha de São Paulo e a Revista Veja, o pessoal do jornal "O Estado de São Paulo", também conhecido como Estadão, resolveu copiar o seu concorrente pelo fato de estar passando por graves dificuldades financeiras.
O Estadão, conhecido por ser feio e pesado, ganhou novas cores, mas perdeu toda a identidade, se tornando uma cópia tão fiel da Folha de São Paulo a ponto de os dois Jornais apresentarem na página A5 o mesmo anúncio publicitário.
O fato da mudança de visual do Estadão chegou a ser noticiado pelo pessoal da Folha como um feito histórico e como reconhecimento de que eles faziam um "jornal de qualidade", enquanto que na verdade a Folha é um dos lixos mais descartáveis da imprensa Brasileira.
Além disso, temos a Folha de Pernambuco e a Folha Online, versões mini-mim do grande projeto de dominação mundial representada pela publicação e por gente como Adolf Hitler e Olavo de Carvalho.
[editar] Ver também:
- Datafolha
- Folha Online
- Revista Veja
- Rede Globo
- Jornal Nacional
- Fantástico
- Wikipédia
- Olavo de Carvalho
- Terrorismo
- Lixo
| Conheça também a versão oposta de Folha de São Paulo no Mundo do Contra:
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