Folhinha verde

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Folhinha Verde[1] é uma posição sexual lendária e praticada durante milênios por monges fudistas no Nepal. Diz uma antiga lenda nepalesa que a folhinha verde foi ensinada por Shun-li, a profetisa do Fudismo aos homens de boa-vontade, porém por ser considerada altamente imoral, eram poucos os privilegiados que tinham a sagrada permissão de aprenderem-na, do contrário, ela poderia chocar até mesmo a mais liberal elite do país.

Adão e Eva eram praticantes da Folhinha Verde

Anos se passaram e o conhecimento foi encontrado numa versão apócrifa e alternativa do Kama Sutra (que havia sido censurada), ao lado do Evangelho de Judas. No entanto algumas páginas estavam faltando, o que fez com que um dos maiores mistérios da história da humanidade não conseguisse ser revelado.

Segundo a Sociedade Foráica do Ceará, é possível que as partes ainda não traduzidas do antigo livro sagrado contenham algum indício do misterioso conhecimento ancestral, porém talvez ainda demore décadas para que tal conhecimento possa ser finalmente compreendido em sua essência.

Tabela de conteúdo

[editar] O pesquisador José

Um grande pesquisador da Folhinha Verde foi José T. Mello Rego, que dedicou anos de sua vida tentando descobrir algo a respeito de tão mística prática ancestral.

No entanto, o devotado membro da Igreja Metedista, após toda sorte de intempéries, jamais conseguiu desvendar tamanho segredo, que continua até hoje a intrigar inúmeros pesquisadores.


Veja o final da trágica história de José.

[editar] Outros Pesquisadores Importantes

Destacam-se no estudo da Folhinha Verde também o antigo mestre Fudista exilado de Sodoma & Gomorra Lama Tekarko Kawara Nomuro, especialista que desenvolveu várias técnicas conhecidas hoje de ascenção á prática da Folhinha verde: A Folhinha verde 110 (também conhecida como FV110 ou Amarelinha) e a Folhinha Verde 120 (ou FV120 ou Branquinha)

A FV110 consiste em socar veementemente uma garrafa de caninha 41 no rabo enquanto se pratica a folhinha verde conjugada com um 69. Já a FV120 somente se diferencia pelo uso da Aguardente 51 no lugar da caninha 41. As cores amarelinha e branquinha se diferem exatamente nos apelidos pela cor das aguardentes utilizadas. Há também a modalidade FV171, que consiste em um meia-nove com duas garrafas de 51, uma em cada praticante.

Uma outra pessoa que deve ser sempre mencionada no Brasil como difosura da FV é o Dr. PhD em Fodologia Emplástica Alizandro Crecil Pinto, digníssimo membro da Academia Fodástica Brasileira, que redigiu 2 livros importantes: Como manter a folha verde no outono e Como fodegar verde, todos best-sellers em suas áreas.

É importante observar a importancia do Lover-Boy Netão (de Pirituba) que constantemente aplicava a técnica em suas clientes, principalmente na atrizes de televisão e cinema. Madona se dizia apaixonada pelo profissional.

[editar] Ligações externas

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