Forca

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Este artigo trata de algo maligno por natureza

Forca é algo amaldiçoado que pode te levar pra conhecer o capeta cara a cara, e provavelmente vai te matar sem dó nem piedade. Se vandalizar, ele vai destruí-lo por completo!

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Perigo: as idiotices escritas neste artigo podem danificar o seu cérebro!

A triste imagem do enforcamento de um Homem palito. Repare que ele foi enforcado pelo número 1 (o maior inimigo dos homens palito).

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Google sobre Forca
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Sugestão do Google para Forca
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Sentença de morte para algum condenado muito perigoso
A Forca é (mais) um dos instrumentos sexuais usados para a execução dos azarados das pessoas condenadas à morte, sendo que ainda é um dos poucos métodos de execução do passado que ainda é praticado nos dias de hoje (diferente da decapitação, que só é realizada de forma amadora e sem carrascos formados na área da execução).

História[editar]

No passado, era o tipo de condenação mais comum em todas as partes do mundo (menos no Brasil, já que ele não era considerado parte do mundo ainda demorou a ser "descoberto"), por ser uma forma de matar os condenados à uma morte simples, fácil e que poderia ser bem rápida ou dolorosa, sem falar de uma morte limpa, já que o mínimo de sangue era retirado do corpo da vítima durante a prática (sendo que, algumas vezes, nem sangue se tinha durante a execução, para a sorte dos mais hematofóbicos). Além disso, era algo que poderia ser feito à distância, sem que houvesse o contato direto com o preso (de forma automatizada), fazendo com que os telespectadores pudessem apreciar tudo de longe sem sofrerem nenhum dano, diferente da do uso da guilhotina que, além de fazer o maior estrago no corpo da vítima, ainda sujava tudo ao seu redor.

A hora da Forca[editar]

Um patíbulo, para aqueles que ainda não conseguiram decaptar a ideia do que seja um!

Não era somente fazer um nó de forca em algum barbante vagabundo, enrolá-lo no pescoço da vítima sentenciada e enforcá-la em qualquer lugar para que a coisa toda fosse terminada e todo mundo ficasse feliz para sempre, muito pelo contrário.

Muito antes do dia do julgamento e da execução do réu, era-se escolhida uma corda especial para o processo todo, jamais a mesma corda era usada para mais de uma pessoa (a não ser que o enforcamento fosse em série), geralmente feita de sisal ultra-resistente, para que não se rompesse fácil durante a queda da criatura julgada. Depois, era preparado um palanque de madeira, e um Patíbulo (estrutura onde a corda é colocada para a condenação), pois as execuções, muitas das vezes, eram realizadas à céu aberto, diante de todo o povo da cidade, para que aquele julgamento fosse considerada como um exemplo a ser seguido de temor para outros criminosos. Depois, marcava-se a data certa para o condenado e, aí sim, o enforcavam.

Não tente fazer isso em casa

No dia do julgamento, o setenciado não tinha direito a todas as regalias de hoje antes de ir para o Inferno,exemplos:

  • dar (ui!) um telefonema (se bem que nas primeiras épocas da criação da forca nem telefone tinha ainda),
  • se despedir da família, esposa ou acompanhante.

Ele era levado algemado imediatamente para onde o palanque tinha sido armado (que sempre era na praça mais badalada da city, ou numa feirinha de carne), lá seus crimes eram confessados a todos os que estavam presentes, para que assim todos desejassem que ele fosse morto mesmo. Como a setença de morte já tinha sido dada, ele não tinha direito a defesa, no máximo que poderia fazer era pedir perdão pelos seus pecados, se dizer arrependido de seus crimes e desejar que Papai do Céu o recebesse em sua humilde residência celestial, o que, naquelas alturas, era bem difícil que acontecesse, mas como falam que "a Esperança é a última que morre", não custava nada rezar um pouco pra Ele.

Ao som dos tambores do exército, o condenado subia em um banco (ou barril, ou numa cadeira qualquer), onde ficava em pé, bem embaixo do Patíbulo, onde a forca estava suspensa. Com a ajuda de um carrasco, a amarra era colocada ao redor do pescoço dele e firmemente presa, para que ele fosse morrendo logo não se soltasse. Finalmente as últimas palavras dele eram proferidas, podendo elas serem uma revelação (do tipo, "Eu sou gay e dormi com o juíz da suprema corte!"), uma despedida ("Adeus, mamãe querida!") ou um salve ("Filma nós, Galvão!"). Depois disso, a cadeira (ou o que ele tivesse sob os seus pés) era retirado, fazendo com que ele ficasse suspenso, sem tocas os pés no chão, e morresse. Nas setenças mais modernas, um alçapão era criado bem abaixo do condenade e aberto na hora da execução, fazendo com que a cadeira, ou outro objeto qualquer, perdesse a sua utilidade de sustentação da vítima, sabe como é, mais cedo ou mais tarde as coisa vão se modernizando.

Tipos de Execução na Forca[editar]

É claro que somente matar alguém na forca não teria graça nenhuma para os execultores, afinal, é algo que qualquer um pode fazer até consigo mesmo. Por esse motivo, várias pesquisas foram desenvolvidas nas áreas da forca para descobrir os melhores e mais eficazes meios de matar alguém através dela, afim de causar a alegria do povo (que começou a comparecer em peso às execuções em praça pública), ou pelo menos uma morte mais rápida e menos sofrida ao condenado, coisa que nem sempre acontece em um suicídio (ou não). Para tal temos dois estilos simples, em que somente o que se varia é o tamanho da corda, mas que causa uma diferença enorme no momento da morte do infeliz condenado à essa terrível prática:

A Corda Curta[editar]

Uma forca com corda curta (ou não)

Nas épocas de vacas magras, o governo não tinha como ficar comprando muitas cordas somente para matar criminosos (sendo que matar alguém por forca era até evitado nas épocas mais pobres), por isso foi adotado o uso de cordas mais curtas para o momento da execução. Assim, com um metro somente, poderia se matar mais de um condenado (e isso se a corda não fosse reaproveitada mais tarde, o que sempre poderia acontecer mesmo nas más épocas). O problema no uso das cordas mais curtas é na sua dificuldade de matar o réu de uma vez por todas, durante a queda dele de cima do suporte, como acontece com as cordas mais longas. Como a morte não vinha de imediato, a sentença acabava sendo uma trágica tortura para o condenado, que já não estava muito bem, e que tinha que ficar se debatendo até que o seu corpo não aguentasse mais e finalmente ele morresse devida a asfixia.

Além disso, o uso da corda mais curta era considerada uma "morte porquinha", pois, enquanto o réu se debatia para se manter vivo (o que NUNCA adiantava, pois, mesmo que ele sobrevivesse seria condenado de novo), outras partes do corpo acabavam sendo esquecidas e, por meio disso, ele geralmente se borrava todo ou acabava se urinando durante a execução , por causa da perda de controle sobre o cu e demais orgãos responsáveis pela excreção, o que humilhava (além do condenado) a honra de sua família. Porém, esse tipo de morte, pela corda curta, eram as mais divertidas para os apostadores da população, que aproveitavam a agonia do fudido condenado para fazerem apostas, tipo: Quanto tempo ele conseguiria se manter vivo na corda?; Se ele quebraria realmente o pescoço?; Se os olhos saltariam das órbitas?; Ou se, pelo menos, eles veriam sangue durante a morte do coitado. Valia de tudo para que pudesse se tirar um dinheirinho à custo dos outros.

A Corda Longa[editar]

Um lego prestes a sofrer com uma corda longa (será rápido e indolor, ou não)

Geralmente usada nas épocas mais prósperas da localidade, a corda mais longa era a preferida das pessoas mais importantes da sociedade e que não poderiam perder tempo em ver um condenado se debatendo em uma corda curta, até resolver morrer de uma vez. Geralmente bem mais trabalhadas e de material mais resistente ao clima, a corda longa era sempre usada na execução dos condenados da Zelite, que não queriam se ver por baixo nem mesmo na hora da morte, exigindo que pelo menos uma corda mais bonita lhe fossem comprada (como se presidiário tivesse querer). A diferença entre a corda curta e a corda longa (além do tamanho) era o tipo de morte que o condenado acabava tendo durante a sua enfadonha execução. A corda mais longa era responsável por uma morte menos dolorosa e bem mais rápida, já que ao cair de uma certa altura, ou quanto aberto o alçapão no palanque, o condenado balançava e, devido ao "puxão" feito pela corda, tinha, automaticamente, o pescoço quebrado no momento da parada.

Bom, se ele não morresse durante a quebra de seu pescoço provocada pela corda, com certeza ele não sobreviveria para andar por aí de novo, já que, no mínimo, tetraplégico ele iria ficar e, se ele sobrevivesse a trágica queda, ainda tinha que ficar se debatente (que nem no caso da corda curta) até finalmente bater as botas (o que nem sempre era uma cena boa de se ver, ou não). Mas como a corda longa não pode agradar a gregos e troianos, tinha uma parte da população que não se satisfazia com ela, e era sempre aquele povinho que ganhava a sua grana, para comprar o pão de cada dia, com apostas realizadas durante as execuções, principalmente quando tais envolviam o uso da corda curta. Como a morte na corda longa era, quase sempre, automatizada e certeira, tais apostadores acabavam sendo excluídos da "diversão" que se era ver tais mortes bem no meio das praças de antigamente. Bom, não se pode vencer todas afinal, não é?

E a sentença é... Enforcamento[editar]

Aprenda a fazer o seu nó de forca também
Saddam e seu colar de sisal usado somente uma vez (caiu tão bem nele)

Veremos agora a lista de alguns "sortudos" que tiveram a grande satisfação de ganhar o belíssimo cordão de sisal e não puderam emprestar falar com mais ninguém depois de ganhá-los:

  • Judas Iscariotes - Judas Iscariotes foi um dos Doze Discípulos de Jizuis Criztu e o único da dúzia que teve a cara-de-pau de fazer algum mal a Ele, entregando-o para os soldados que o crucificariam (Pedro somente negou que conhecia o Salvador por três vezes, nada demais se comparado ao que Judas fez - ou não) por algumas míseras moedas de prata (nem ouro valeu a entrega do Nazareno ¬¬). Na maior cara de madeira, ainda teve coragem de dar um selinho beijo no rosto do Filho do Altíssimo enquanto o entregava. Mais tarde, depois de perceber a merda que tinha feito, tentou voltar atrás, mas foi feito de trouxa pelos caras que queriam a cabeça do Senhor à mostra, que lhe negaram a reconsideração (trato era trato). Arrependido, pegou o que tinha ganho e investiu em uma corda, com a qual enforcou-se nos galhos de uma árvore. Em suma, apesar do enforcamento de fato, Judas ainda cometeu suicídio contra ele mesmo.
  • Tiradentes - Joaquim José da Silva Xavier (só pelo nome a criatura merecia a morte) é o nosso representante verde e amarelo que vestiu o cordão assassino de sisal. Lutou para que o Brasil tivesse a sua Independência, mas, por uma traição, foi entrega à morte na forca, assim que souberam da sua participação na tramoia toda. Verdadeiro trouxa, foi o único dos inconfidentes a morrer, já que era o único pobre, sendo que os outros só tiveram um pequeno exílio, indo a sua maioria para a Angola. Além do destino de ter a sua cabeça pendurada por uma corda, Tiradentes foi esquartejado (ou seja, foi basicamente desmontado) e teve somente a sua cabeça exposta ao público por um bom tempo. Sem falar que sua família foi considerada traidora até a quinta geração (como se a desgraça não fosse pouca). Mas quando finalmente foi proclamada a República, ele foi considerado um herói, apesar de não ter feito basicamente nada de heroico, mas... enfim!
  • Saddan Hussein - Ex-ditador do Iraque, e melhor pior inimigo dos EUA, Saddan conseguiu fazer o presidente Bush sair do sério, a ponto de buscá-lo em vários locais do mundo. Foi encontrado em um esconderijo subterrâneo junto com o seu irmão. Depois daí, demorou um pouco até ser julgado por crimes contra o povo iraquiano (ah, ele não fazia nada demais, além de fuzilar alguns no meio da rua) e armar uma ditadura totalmente contrária às ideias propostas pelos países ocidentais. Morreu enforcado em um julgamento secreto, porém algum espertinho conseguiu gravar tudo no seu celular e postar mais tarde no Youtube, fazendo com que todos pudessem ver Saddan revirando os olhos antes de partir para o inferno. Pelo visto, a mídia substituiu as execuções ao vivo em praça pública por locais com o conforto do próprio lar o espectador.