Formosa (Goiás)

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Cquote1.png Eu moro no DF Cquote2.png
Nativo de Formosa sobre a vergonha de revelar onde realmente mora
Cquote1.png Só tem puta e corno. Cquote2.png
Morador da volta do brejo sobre a formosinha
Cquote1.png Nóis é du interior, mais nóis samo intiligenti! Cquote2.png
Formosense sobre sua cidade
Cquote1.png Vou pro Pau-Ferro! Cquote2.png
Puta sobre sábado à noite
Cquote1.png Eu tô no Pau-Ferro! Cquote2.png
playboy pobre em um Chevette velho sobre sábado à noite
Cquote1.png Nunca mais volto aqui, porra cara foi um tijolo! Cquote2.png
Zezé Di Camargo sobre Pecuária de Formosa
Cquote1.png Formosa é uma porcaria, de dia falta água, e a noite falta luz Cquote2.png
cidadão local sobre todos os bairros
Cquote1.png Buááááááááááááá!! Tem que matar quem faz isso com o cachorrinho! Cquote2.png
Luisa Mel sobre enfermeira de Formosa

Formosa é um município brasileiro, que algumas pessoas dizem ser do estado de Goiás mas que obviamente é apenas um bairro distante da cidade candanga de Planaltina e talvez até uma nova cidade satélite de Brasília. A NASA já foi consultada para tentar ajudar a definir a real posição de Formosa no mapa para que se chegue num consenso sobre a questão.

História[editar]

Formosa surgiu quando o Brasil ainda não era colonizado, algo em torno de 700 a.C. Havia somente pés de lobeira e alguns índios, que cansados de passar fome em uma terra com tão pouco a oferecer em alimentos, já que naquela época o formosense já não gostava de trabalhar e estava querendo apenas se aproveitar do que já existia e de esmolas do governo.

Os primeiros a chegarem em Formosa foram os baianos que desistiram no meio do caminho em sua peregrinação rumo ao Mato Grosso. Daí a famosa vontade de trabalhar do cidadão formosense.

Alguns séculos depois, uns bandeirantes passaram por ali e se estabeleceram, na tentativa de conseguir ouro, mas o melhor que conseguiram foram caminhões e mais caminhões de cascalho, outra famosa marca da economia formosense.

Formosa também é conhecida também como a cidade goiana que deu origem aos cornos, por isso no começo era chamada de Arraial dos Cornos, pois quando os primeiros bandeirantes por lá chegaram, eles receberam de presente dos nativos as suas esposas que foram servir os bravos viajantes forasteiros a noite toda.

O nome foi então modificado para povoado de Santo Antônio, para ver se com nome de santo alguma entidade divina olharia para aquela terra tão ruim. O nome de nada adiantou, pois a população que já era pouca foi praticamente dizimada por um surto de malária (eita castigo sô! Vai dar nome de santo para terra de gente ruim).

Mas como todo formosense é teimoso, esse tipinho de gente voltou a se multiplicar e agora com genes imunizados à malária, mais tarde fundando agora o denominado Arraial dos Couros, pelo fato de criarem ruminantes de raça questionável, mas que eram a única que suportavam os meses de seca característico do clima horrível da região (alguns cientistas acreditam que fizeram mistura genética entre camelos e pé-duros), e eles não gostavam de fazer sequer adobe, começaram a fazer casas de couro.

No último século, nada mais de inovador e relevante ocorreu na cidade, mas um detalhe importante (importante não sei para que) é que a metade da Bahia foi morar em Formosa, e hoje estão andando de chevete, passat, voyage quadrado e gol bola (tudo rebaixado e com rodas coloridas). De notório, apena so fato que construíram a capital federal Brasília bem ali pertinho em 1960, só que longe o bastante para que Formosa permanecesse a favela que sempre foi.

Geografia[editar]

Fiscais da saúde visitando um formosense

Formosa está situada bem pregada no canto esquerdo superior do mapa do Distrito Federal, sendo possível dar uma única caminhada e sair da cidade e do estado de Goiás e adentrar ao DF. Isso dá uma falsa sensação de proximidade com Brasília, mas na verdade não passa de uma favela de Planaltina.

Clima[editar]

O clima é bom. Bom para pé de lobeira, para pé de pequi, para pé de manga-cajá... bom pra dar caganeira. Resumindo, é o típico clima do nordeste do Centro-Oeste brasileiro: seco pra caralho no inverno e chuvoso de fazer medo no verão.

Em meados de novembro, logo no início do período chuvoso, é possível observar durante a fase inicial de alguma boa chuva, o voo de barracos. O vento vem e levanta dezenas de barracos feitos sem nenhuma condição ou bom senso. Estes agora estão espalhados pelo cerrado afora.

Durante a fase estável do período chuvoso, todos tem a alegria de poderem passar até 40 dias sem ver a luz do sol, aquela chuvinha fininha que nunca para e mofa a casa de todo cidadão formosense.

Política[editar]

Prefiro não comentar.


Uma imagem vale por mil palavras...


Pula. Não quero morrer.


Deixa quieto e passa pro outro aspecto.


Vai caralho, vai ler outro tópico.


Não vou falar de novo.

População[editar]

Bom... Tirando meia duzia de fazendeiros milionários que mandam e desmandam na região, o resto é tudo pé-di-toddy.

O IBGE tentou por várias vezes identificar, quantificar e qualificar os formosenses, algo terrivelmente complicado e que não chegou à lugar nenhum, pois é uma mistureba de raças tão desgraçada que é impossível descrever que tipo de vira-latas alguém ali é. E a coisa só piorou depois do evento da invasão gauchesca, e o que era de se prever, logo foram sendo absorvidos os conceitos, tradições e o sangue daquele povo branquelo, dando início à uma nova raça de formosense mesmo assim continuam a ser um povo feio.

Hoje Formosa tem em torno de 200.000 habitantes, incluindo os da roça (zona rurar e indios que moram no itiquira). Este número pode variar bastante em anos eleitorais, chegando à incrível marca de 500.000 eleitores, muitos destes nunca vistos antes, ou nunca vistos mesmo.

Educação[editar]

Se algum forasteiro chegar em Formosa, o mesmo precisa tomar muito cuidado com seu linguajar, pois os habitantes locais não falam português, mas sim uma estranha mistura de acriano com latim, mas com sotaque baiano.

Transportes[editar]

Última inovação no transporte coletivo de pé-di-toddy

O trânsito formosense é um caso à parte, é algo tão imprevisível que todos precisam andar com mães-de-santo por perto para ajudar nas adivinhações e assim evitar as constantes surpresas.

O forasteiro (turista), perante as autoridades, ele estará sempre errado, por mais certo que esteja, e vai acabar pagando o pato por não ser da terrinha.

Ultimamente estão tentando inovar, substituindo os milhares de quebra-molas que o Sr. Ja... (nem vou completar o nome porque esse mata mesmo) colocou, por meia dúzia de semáforos, que por sinal, estão sempre desregulados. Mas os condutores de lá não ligam para isso... como o trânsito todo é desregulado, um ou outro semáforo doido, não vai influenciar a vida lá não. Incrivelmente, mas muito mesmo, acontecem pouquíssimos acidentes de trânsito, mas quando acontece, é para a vítima virar patê.

O transporte coletivo é outra coisa simplesmente insólita, parece coisa de país comunista (afinal o Brasil é comunista), é um monopólio da qual um monte de sucatas velhas e empoeiradas transportam as pessoas por preços abusivos. É mais perigoso morrer de tétano nos ônibus formosenses do que por traumatismo em caso de acidente.

Turismo[editar]

Desemboque do Josefa Gomes na Lagoa Feia

Formosa conta com vários pontos turísticos. O mais conhecido é o Salto do Itiquira, que na realidade é um córrego que despenca de uma pedra a uma altura de fazer medo. O local é calmo, limpo, e é pago, o que faz com que quase nunca seja visitado pelo formosense comum, e quando vai é para levar aquele amigo ou parente que vai lhe pagar tudo, sem esquecer da 29 (típica cachaça de baixa qualidade) consumida sem moderação pela população local.

A Lagoa Feia, que por sinal é até bonita vista de longe, mas tem que ser de longe mesmo, e principalmente desconhecer a origem da água que, na realidade, é um córrego que nasce atrás da rodoviária da cidade e ali mesmo já sai coletando os dejetos da mesma, passando por praticamente toda a parte norte da cidade, recebendo esgoto de hospitais, indústrias e residências, por fim desaguando dentro da Lagoa Feia.

Tal córrego leva o nome de Josefa Gomes (nunca foi encontrada qualquer ligação deste nome com qualquer pessoa que tenha existido naquela região) que como se não bastasse o Josefa Gomes ser a origem da Lagoa Feia, existem lá algumas dezenas de botecos de palafitas, e que quase ninguém mesmo que visita o local vê pra onde vai o esgoto destes botecos, tornando a água desta lagoa algo que, do ponto de vista da Vigilância Sanitária, seria bom lacrar tudo, aterrar e passar uma boa camada de concreto.

Tem também um local conhecido como Buraco das Araras. Mas ninguém nunca foi lá.