Francisco Cuoco

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Bandeira do Estado de São Paulo.svg.jpg Salve, truta! Este artigo é paulista, que não gosta de Gaúcho e Carioca e se acha um puta trabalhador né, meu! E não tá completo pois o vacilão foi tomar um chôps e dois pastel, meu!
Francisco Ânusvazio
Francisco Ânusvazio
Francisco Cuoco tentando disfarçar a calvície
Nascimento 29 de novembro de 1933
Bandeira do Brasil Brasil
Ocupação Múmia viva
Signo Sagitário
Cabelo O pouco que lhe resta está branco

Francisco Cuoco é um ator cujo sobrenome dispensa maiores zoações. Atualmente, é um velho caquético e horrível, mas já foi considerado um dos maiores galãs do Brasil, o que antigamente nem era tão difícil assim de acontecer. De acordo com a Wikipédia, ele também é cantor, diretor, escritor, poeta, músico, artista plástico, humorista, cineasta, stripper, go-go boy, adestrador de unicórnios selvagens, domador de extraterrestres, carrasco, estuprador, assassino, exorcista, transformista, dançarino de hula-hula, mecânico, engraxate, sapateiro, vendedor da Polishop, falsificador de documentos, surfista, trapezista, engolidor de espadas e garoto-propaganda da Vaselina Pacu.

História[editar]

Como todo filho da puta rico que deseja comover o público, Francisco Cuoco diz que vem de origem humilde, sendo filho de um comerciante italiano muito pobre, com o qual começou a trabalhar ainda durante a infância para não passar fome. À noite, ia para a faculdade estudar direito, o que é um tanto controverso, pois se ele era apenas uma criança, como poderia já ser universitário? Enfim, ninguém se importa... O fato é que em 1955, Francisco Cuoco decidiu abandonar os estudos para fugir com uma trupe de circo um grupo de teatro, onde teve início sua carreira de ator.

Seu papel de maior destaque nos palcos foi em 1961, como o protagonista da peça O Beijo no Asfalto, escrita por Nelson Rodrigues. Porém, o reconhecimento viria apenas em 1964, quando ganhou um prêmio de melhor ator coadjuvante por sua atuação no espetáculo Boeing Boeing e começou a chamar atenção das emissoras televisivas para seu trabalho, o que será detalhado mais adiante neste artigo.

Atualmente intérprete de figurantes sem relevância na Globo, Francisco Cuoco voltou a ser destaque na mídia somente em 2013, quando assumiu publicamente seu relacionamento de anos com uma estudante cuja diferença entre suas idades é de apenas 53 anos. Ou seja, quando ela nasceu, ele já estava praticamente beirando a velhice. E você achando que ninguém poderia superar o Michel Temer nesse quesito...

Carreira na televisão[editar]

Francisco Cuoco em 1900 e guaraná com rolha pegando a Betty Faria.

Francisco Cuoco estreou na televisão brasileira no já citado ano de 1964 com a telenovela Marcados pelo Amor, exibida pela Record em uma época muito antes de a mesma ser propriedade de Edir Macedo. Ao longo dos anos 60, dividia sua carreira entre as novelas e as peças de teatro, transitando entre as emissoras Tupi e Excelsior, ambas já falidas. Sua estreia na Globo, onde permanece até os dias atuais, foi somente em 1970, quando finalmente começou a receber um salário decente e não precisou mais atuar nos palcos durante um bom tempo.

Dentre as trocentas novelas em que atuou na Globo, destacam-se Pecado Capital, de 1975, e O Astro, de 1977. Tais obras fizeram um tremendo sucesso, chegando ao cúmulo de ganhar remakes em 1998 e 2011, respectivamente, nos quais Francisco Cuoco novamente atuou, mas obviamente interpretando outros personagens, já que sua idade não colaborava mais para que fosse o protagonista. Sua aparência então, colaborava menos ainda.

Ao longo dos anos, sua carreira decaiu tanto que ele participou até de Malhação, onde era zoado pelos atores novatos por sofrer constantemente de falta de ar e precisar ter sua ponte de safena frequentemente verificada pelos médicos que ficavam de plantão no Projac durante as gravações.

Em 1985, quando ainda não estava totalmente afundado na merda, Francisco Cuoco chegou a cogitar a hipótese de retornar ao teatro e largar a televisão, mas o público já não era mais o mesmo que o acompanhava em seus primórdios como ator, então a tentativa fracassou completamente. Paralelamente a isso, a Globo ficou um pouco desfalcada em seu elenco, e para suprir o buraco deixado por Francisco Cuoco na grade de programação, Roberto Marinho começou a enfiar Tarcísio Meira para interpretar todos os papéis que seriam dele, sobrecarregando a carga horária do ator. Como se isso não bastasse, o galã substituto ainda teve a enorme audácia de emprenhar Glória Menezes, uma das maiores gostosas daquela época, o que reduziu drasticamente o ibope global. A situação veio a melhorar somente em 1987, quando Francisco Cuoco retornou ao canal.

Embora seja figurinha carimbada da Globo há mais de 8000 anos, Francisco Cuoco também conseguiu obter destaque na programação do SBT, mesmo sem nunca ter sido contratado pelo Silvio Santos. Acontece que seu nome é muito citado na dublagem do Chaves, que adaptou as menções originais a Hector Bonilla e outros galãs mexicanos das antigas que nenhum brasileiro conhece. Além disso, ele também é um dos recordistas em ganhar o Troféu Imprensa na categoria de melhor ator, recebendo ao todo cinco prêmios entre os anos de 1967 a 1982. Dizem que ele parou de ser indicado porque enfiou as estatuetas no cu, o que descaracterizou seu adorável sobrenome e desagradou aos fãs.

Os mais recentes trabalhos de Francisco Cuoco foram a novela I Love Paraisópolis e o filme Real Beleza, ambos de 2015. Há quem diga que sua próxima aparição será na Record, que vem adaptando muitas tramas bíblicas cujas histórias são ambientada no Antigo Egito, portanto Francisco Cuoco já estaria com o papel de múmia garantido, dispensando até maquiagem para ajudar na caracterização, que já está naturalmente perfeita.