Francisco Pizarro

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Cquote1.png As veces, usted me pergunta, porque yo soy tan calado Cquote2.png Pizarro pensando em um jeito de colocar o ouro pra fora do Peru
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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Francisco Pizarro.

Cquote1.png Você quis dizer: Francisco Bizarro Cquote2.png
Google sobre Francisco Pizarro
Cquote1.png Dios salve al rey Cquote2.png
Francisco Pizarro, antes de partir para a conquista do El Dorado
Cquote1.png Dios, yo soy el rey ahora Cquote2.png
Francisco Pizarro, depois de um tempo no Peru
Cquote1.png Yo quiero ser el novo Pizarro Cquote2.png
Hugo Cháves sobre ele mesmo
Cquote1.png Nosotros somos los descobridores de la America Cquote2.png
Hernán Cortés sobre ele e Pizarro
Cquote1.png Leve o ouro, mas por favor, não leve a batata Cquote2.png
Atahualpa para Pizarro
Cquote1.png Chegamos ao El Dorado, na fronteira com o Acre Cquote2.png
Pizarro sobre desbravamento do indesbravável
Francisco Almodóvar Castro Pizarro, o Chicão Bizarro, foi o grande conquistador do Império Inca. Responsável pelo desaparecimento dos incas, Pizarro fez o Peru crescer em nível social-econômico, tornando-se o décimo país mais rico da América do Sul.

No Peru, Bizarro invadiu o Cuzco dos incas, roubando todo o ouro da população. Morreu aí mesmo, na América do Sul, quando tentou penetrar a resistência equatoriana depois da penetração peruana, mas no Equador era mais forte.

Foi espancado, queimado, enforcado e chicoteado, tudo ao mesmo tempo. Seu corpo foi jogado em uma fossa. Pizarro foi considerado, pela revista Forbes, o homem mais rico e influente do século XVI, com um capital estimado em 23 toneladas de ouro.

História[editar]

Os brutos também se enfeitam

Chico Bizarro nasceu em Extremadura, cidade sede da companhia Pfizer (Leia-se Viagra), mas foi no Peru que ele conquistou a fama. A data de seu nascimento é incerta, pois ele era filho bastardo e FDP (filho da pátria).

Seu pai estava desesperado, pois era um pai solteiro. A mãe de Pizarro era dançarina da casa de burlesco da madame Joanna Herrera.

Pizarro nasceu careca, fraco, desdentado e pelado, sendo abandonado mais tarde pelo pai na porta da casa do líder militar José Carajo. Aprendeu cedo a manejar a pistola e a carabina, mas nunca teve estudos científicos ou literários, tornando-se mesmo um poliglota, esses homens das cavernas que falavam ugauganês e outras línguas, apesar de ser analfabeto.

Carreira Militar[editar]

Pizarro ingressou no Corpo dos Fuzileiros Navais de Navarra, aos 15 anos, forçado pelo seu criador Carajo. Lá, Pizarro aprendeu a manejar canhões, espingardas, bombas de efeito moral e psicológico, pistolas, arcabuzes e estilingues.

Sua preparação militar durou 20 anos, o suficiente para Pizarro sair da Espanha se achando o Rambo.

Expedições à América[editar]

O dia que os Incas conheceram Pizarro

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Depois de ser pisada por Leif Eriksson e, tempos mais tarde, por Cristóvão Colombo, a América já era uma grande fonte de boatos e lendas. A notícia que as terras perdidas de Aquidaoanus, Acre e El Dorado, lugares lendários, situavam-se na América agradou e surpreendeu os europeus. Portugueses, espanhóis, franceses, holandeses, ingleses e vietnamitas se aventuraram neste mundo de confusões e mistérios que até Deus duvida, e foram os primeiros corajosos a invadir o novo continente. Ingleses se perderam e foram parar na América do Norte, que não tinha tanto ouro.

Holandeses se distanciaram e tiveram que se contentar com o Suriname. Os vietnamitas estavam aderindo ao comunismo e tiveram que abandonar as expedições. Franceses ficaram boiando e não chegaram a lugar algum.

Portugueses erraram as coordenadas e chegaram ao Brasil, lugar perdido no meio do nada, com sabor de chocolate e cheiro de terra molhada. Os únicos que tiveram sucesso foram os espanhóis, que dominaram 60% da América. Um destes homens era Francisco Pizarro, o conquistador de El Dorado, primeiro e único homem a pisar no Acre, que roubou todo o ouro do Império Inca, eliminando toda a população nativa. Pizarro varreu a América em busca do metal amarelo brilhante, passando por cima de tudo o que encontrava.

Pisando no Peru[editar]

Pizarro formou um grupo de 10 pessoas, com gatos, armaduras e armas de fogo, para invadir a América. Quando pisaram na América, mais precisamente no Peru, os incas acreditavam que estes espanhóis fossem deuses. Os espanhóis foram tratados como políticos mensaleiros, ganhando comida, bebida, batata.

O chefe dos Incas, Atahualpa, foi capturado, estuprado, morto e estuprado novamente por Pizarro

Mas o que eles queriam mesmo era o ouro, que os incas chamavam de lágrimas do Sol. O pobre chefe Atahualpa foi morto, as mulheres foram raptadas e violadas, os magrelos foram escravizados, os gordões tiveram que comer salada e os chefes foram assassinados também. Todo o Império Inca havia sido destruído por Pizarro e seus homens. Do Peru, Pizarro levou o ouro, as batatas e as lhamas.

A fama[editar]

Pizarro foi o responsável em levar a batata para a Espanha, que depois seria levada para a França e transformada em batata frita. Ele ficou bastante famoso. Com o trato que fez com o rei espanhol, as batatas ficariam com a pátria e o ouro poderia ficar com Pizarro. Pizarro se sentiu prejudicado com o acordo, mas aceitou.

Quando seu dinheiro estava acabando, tentou invadir novamente a América para roubar mais coisas, mas o Peru estava em posição de ataque e o Equador fechadinho. Não conseguiu tirar nada. Pior ainda, morreu lá mesmo. Ficou com fama de retranqueiro. Foi um triste fim para alguém que estava no topo do ranking de pessoas mais influentes.

Ver também[editar]