Francos

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FrancesAutentico.jpg ALLONS EN₣ANTS DE LA PUTARIE!!

Este artigo è ₣rancês! Ele não toma banho, come camembert e faz biquinho. O autor já mendigou na Avenue Champs-Elysèes e è xenofòbico.

Cuidado! A qualquer momento um alemão pode invadi-lo!

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Para os neo-ateus que preferem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Francos.

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Google sobre Francos
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Francos sobre a sua moeda Franco

Os francos formavam uma das tribos germânicas que adentraram o espaço do império dos comedores de alfaces na cabeça a partir da Frísia como foederati e estabeleceram um reino duradouro na área que cobre a maior parte da França dos dias de hoje e na região da franguinhos na Alemanha, formando a semente histórica de ambos esses países modernos, mas contendo muitos pobres e mendigos também.

A Etimologia[editar]

Os francos sempre foram usados para comprar coisas bizarras e só servem pra isso mesmo. Aí acontece essa situação não muito confortável.

A palavra franco significava "livre" na língua franca, podendo fazer manifesto nú nas cidades até mostrar o dedo do meio ao Presidente Franquês. A liberdade não se estendia às mulheres ou à população de escravos que se instalou junto com os francos livres, pois senão tudo viraria uma verdadeira zona, como está o Brasil. Inicialmente havia duas subdivisões principais entre os francos: os francos sálios ("salgado e ricassos") e os ripuários ("rio de pobretões"). Por volta do século IX essa divisão havia se tornado virtualmente inexistente, já que as mulheres estavam com muita raiva desses maxismos dominantes naquele país, mas continuou por algum tempo a ter implicações para o sistema legal sob o qual a pessoa poderia ser julgada, sendo que mulheres e escravos eram totalmente um pouquinho mais injusto seus julgamentos.

Os primeiros Francos[editar]

A história dos primeiros francos permanece relativamente indistinta, pois a escravidão, abusos sexuais cometidas pelos padres entre outros tinham que ser ocultados. Nossa principal fonte, o cronista galo-romano Gregório de Tours, cuja Historia Francorum (História dos francos) cobre todo o período até 594, cita outras fontes de resto perdidas como Sulpício Alexandre e Frigerido e se aproveita do contato pessoal de Gregório com muitos francos famosos, mas que foram jogados na lenha para ocultar certas verdades obtidas por lá. Além da História de Gregório há outras fontes romanas, tais como Amiano e Sidónio Apolinário criando o senado de corruptos naquela região.

A fundação dos Francos[editar]

Em 355–358, o imperador Juliano novamente encontrou as linhas de navegação no Reno sob controle dos Francos e novamente os apaziguou na base da guilhotina e de execussões na forca. Roma concedeu uma parte considerável da Gália Belga aos francos em troca de muito ouro para enriquecer o império de Roma. Dessa época em diante eles se tornaram foederati do império romano, na marra. Uma região em linhas gerais correspondente a Flandres e à Holanda atuais ao sul dos rios permanece como de fala germânica até hoje (a língua germânica ocidental conhecida como neerlandesa, esses analfabetos franqueses). Os francos tornaram-se portanto os primeiros povos germânicos a estabelecer-se de maneira permanente no território romano, ou isto ou as milheres de mortes que ocorreriam por lá.

Das suas terras centrais, os francos gradualmente conquistaram a maior parte da Roma gaulesa ao norte do vale do rio Loire e a leste da Aquitânia visigoda, sendo os maiorais naquelas terras arcaicas. De início eles ajudaram a proteger as fronteiras como aliados, não tinham outra opção mesmo; quando uma grande invasão composta na sua maior parte de tribos dois loiros otakus orientais cruzou o Reno em 406, os francos lutaram contra esses invasores e venceram. A maior investida da invasão passou ao sul do rio Loire, com direito a um banho de sangue entre milhares de vítimas. (Na região de Paris, o controlo romano persistiu até 486, uma década depois da queda dos imperadores de Ravenna, em parte devido às alianças desesperadas com os francos.)

Veja também[editar]


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