Franz Kafka
Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
| Desciclopédia über alles in der Welt!!! Este é um artigo tipicamente alemão!!! O autor provavelmente quis comer uma Fräulein e não conseguiu. Este artigo é parte da conspiração germânica para invadir a França por trás outra vez. E ser tetracampeão na Copa também. Os alemães falam grosso e comem joelhos de porco! Cuidado! A qualquer momento um salsichão pode querer te pôr de quatro no muro de Berlim ou no corredor polonês.
|
E com certeza não é confiável, como tudo que sangra por cinco dias e não morre
Habita em castelos de contos de fada, puxa o saco de alemães e bebe mais cerveja que eles, odeia os eslováquios, possui uma grande crise de identidade, mas no final resolve tudo com muita putaria e libertinagem.
Barata sobre Kafka
Françoise Kafka ou Kazinho ou ainda Franz ou melhor, Franz Kafka, conhecidíssimo autor neo-violenista, foi um personagem influenciado pela autoridade onipresente de seus vizinhos surdo-mudos além da opressão mal-cheirosa do Peru. Nasceu numa época estranha, tentou fazer faculdade mas sentiu logo que a vida acadêmica era muito "comunista" para seu atual estado de espírito. Resolveu, portanto, num insight filosófico-zapatista, escrever livros que ninguém entendesse. Sua frase mais famosa é: "possuo todas as características e atribuições para ter sucesso estomacal"
[editar] Sobre o nome Kafka
Kafka descendia de uma família turca onde a carne denominada kafta era digerida de cinco em cinco minutos pelos orifícos auriculares de seus membros. A cada mordidela, os membros davam um silvo para o ar em sinal de alegria. O pai, orgulhoso dos feitos de seus antepassados, resolveu, quando escapuliu para a Checoslováquia, adotar o codinome Kafka para sua família fazendo assim com que homenageasse seus antepassados ao mesmo tempo que ocultava suas origens da parada-gay comunista dos países que o perseguiam.
[editar] Curiosidades
Quando criança, Kafka possuía uma coleção de soldadinhos de chumbo na qual era muito apegado. Era seu desejo, contudo, ser escoltado por esses brinquedos em seu velório.
Kafka, ou "ei, cara" (como é tratato pelos amigos mais próximos) pode ser visto emborcando uma cervejinha no LIMBO (Av. Afonso Pena, 666) enquanto lamenta a desastrosa campanha da Seleção Turca de Handball. "Se ao menos abrissem as mãos para segurar a bola.", avalia.
[editar] Vida e obra
Kafka teve uma carreira tumultuada por estranhas correntes doutrinárias. Formado em direito pela Universidade Estácio de Sá, teve seu primeiro romance publicado dois séculos após sua morte. Na sua obra de maior renome, A metamorfose, Kafka conta a história de um rapaz que, de repente, se transforma numa barata enorme e é esmagado pela família, incrédula. Era esse o tipo de literatura que a Europa de então não precisava, por esse motivo, sua obra fora truculentamente queimada em praça pública pela Inquisição Espanhola que monitorava os arrebaldes da Alemanha de então.
Kafka então pensou grande, como não poderia vencer seus inimigos, juntou-se a ele. Escreveu algo como uma manual de torturas a ser usado na extração das confissões, escreveu sua genial obra, Na Colônia Penal. Nesse romance, Kafka conta a triste e melodramática história de uma máquina que rabiscava o crime na pele viva de quem o cometeu, para que esse a soletrasse sem mesmo nunca ter lido aquilo que em sua pele era feito.
Mas a vida é uma caixinha de surpresas, a Inquisição não viu aquilo com bons olhos e mandou que todos os exemplares fossem tirados de circulação, talvez por temerem uma concorrência ou seja lá o que for. Num último suspiro e desanimado, abatido, Kafka começou a escrever seu último Best Seller eleito segundos os critérios da revista Veja, o senscional O Castelo. Nessa obra o autor conta as desventuras de um agrimensor diante da grandeza burocrática do castelo onde deveria trabalhar. Fato: o autor não chegou a terminar o romance, altas taxas de colesterol e triglicérides ceifaram o resto de seus dias. A humanidade se prostou perplexa: "O que fazer com um romance não-acabado?". O certo é que até hoje poucos foram os mortais que se atreveram a dar um fim a tal pedaço da genialidade humana.







