Fronteira dos Vales

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Localização Geográfica[editar]

Essa vila, ou espécie de cidade, bairro rural, sei lá o quê, é mais um desses lugarzinhos de Minas difícil de se achar, difícil de achar a entrada, difícil de chegar e difícil até de acreditar que existe. Fica em algum daqueles lugares verde sem noção do Google Earth. Muitos até acreditam que fica no topo de alguma montanha perdida nessa grande besteira entupida de morros e montanhas chamada de Minas Gerais. Muitos geográfos acreditam que ficam atrás de algum morro, impossível de se localizar até por GPS. Cidadela situada na zona leste da Região Metropolitana de Águas Formosas, no Delta do rio Pampã sobre a única colina da "Planície do Arroz". cerca de 14 km ao ao leste da sua localização definida pelo Google Earth. Pertencente ao estado de Minas Gerais, porém segue totalmente desconhecida nos anais do Governo Central do estado.

História[editar]

Ninguém sabe dizer quem exatamente foi. Após uma revolução na cidade de Joaíma, os derrotados fugiram para terras desconhecidas ainda de posse dos índios Machakali, que logo seriam afugentados da região com a introdução da enxada como forma de vida, o vilarejo levou o nome do rio que o banhava a força. Os novo habitantes de Pampã viviam dos frutos silvestres, tais como mangas, bananas e animais mortos, já que caçar dava muito trabalho. Em 1934 um regimento militar proveniente do município de Águas Formosas tomou posse da localidade, criando um posto avançado para suas ambições imperialistas em dominar o então debilitado município de Joaíma, que já vinha a quase um século de guerras contra o miserável município de Jequitinhonha. Em 1956 Águas Formosas concedeu ao povo de Pampã a sua emancipação, seguiu-se um período de fome e escassez devido a longa distância dos pés de manga da vila. No ano de 1994 construiu-se uma praça com mão de obra vinda de outras cidades.

Economia[editar]

Famílias indo a Lambari receber o bolsa família,bolsa gás, bolsa escola, bolsa miséria, principal renda local.Desde a época da inconfidência mineira a cidade vai levando como pode. Ainda há os engenhos, os quilombos, as vendinhas, os tropeiros e o escambo (uma espécie de troca troca entre os moradores).Muitos vivem da vida alheia, e o resto idem.

População[editar]

Típica família da cidade reunida na sala assistindo a missa do padre Marcelo.Na última contagem do gado, aproveitaram e contaram os sobreviventes, já que seria serviço pequeno contar o que restou de gente (gente?) neste lucarejo. Existem uns 2 homens, umas 3 mulheres e uns 24 gays assumidos e uns 32 índios maloqueiros. Na verdade só tem gado, viado e índio.

Dialeto[editar]

Esse é o serviço de táxi da cidade. Nas horas vagas também é auto escola.Eles falam algo mais complicado e inteligível que o mineirês. As palavras são todas emendadas, coisa pra alemão babar de inveja. Não tende o que um nativo dessa vila (tribo) fala, só acene com a cabeça, no final das contas todos se entendem.

Religião[editar]

Existe um monte de igrejinhas na cidade (já reparou que qualquer bribóca de Minas sempre tem mais igrejinha que gente?, repleta de fervorosas senhorinhas da casta local, ávidas por uma confissão onde, na verdade, elas aproveitam pra fofocar e tricotar com o paróco e com as outras os babados da vila.

Bairros[editar]

Será que tem algum?

Habitantes ilustres[editar]

Saci pererê, mula sem cabeça, dama de vermelho, loira do banheiro e outras coisas esquisitas habitam essa vila.