Fudbalski Klub Crvena Zvezda

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Fudbalski Klub Crvena Zvezda
Escudo do Crvena Zvezda.png
Brasão
Hino Comunistas!!
Nome Oficial Фудбалски клуб Црвена звезда
Origem Iugoslávia
Apelidos Red comunist
Torcedores Sérvios sangrentos
Torcidas Red Star beer
Fatos Inúteis
Mascote Estrrela
Torcedor Ilustre Klaus Marx
Estádio Estádio do sangue
Capacidade 50.000 pessoas comunistas
Sede Sérvia
Presidente Carl Max
Coisas do Time
Treinador Rudolf Mitt'ler
Pior Jogador Nuvola apps core.png Todos
Melhor Jogador Crystal Clear action bookmark.svg.png Belodedici
Patrocinador Comunismo
Time
Material Esportivo Martelos e Foices
Liga Campeonato Sérvio
Divisão primeira divisão
Títulos Mundial Interclubes 1991
Ranking Nacional 2° no rank sérvio
Uniformes



Fudbalski Klub Crvena Zvezda (Фудбалски клуб Црвена звезда) ou no idioma dos humanos, o Futebol Clube Estrela Vermelha é um ex-clube de futebol que existiu entre os anos de 1945 até falir em 1992. O grande ano da história dessa equipe foi o memorável 1991, o único ano em que foi vitorioso, e de resto ninguém lembra ou ninguém sabe o que fez.

História[editar]

Fundação[editar]

O Estrela Vermelha foi fundado em 1945 a partir dos restos dos desativados times do SK Jugoslavija e BSK Belgrade. Os ex-times eram apenas equipes odiadas por Tito, o novo imperador, que decidiu criar um só time na Iugoslávia inteira, proibindo a criação de qualquer outra equipe. Como era um imperador bem mimado, fuzilou os jogadores do antigo time e ordenou que só o Estrela Vermelha fosse campeão iugoslavo a partir de então.

Primeiros anos[editar]

Beneficiado pela lei que proibia a existência de outros times na Iugoslávia senão o Estrela Vermelha, o time veio a se tornar 30 vezes campeão iugoslavo consecutivo, obedecendo aos moldes do titoísmo que defendia esta unidade comunista onde todos os títulos são divididos entre todos os times existentes (no caso, o único time existente, o Estrela Vermelha).

Como a equipe tinha que de vez em quando jogar torneios internacionais, era comum que seus jogadores fossem substituídos por ciborgues idênticos aos humanos originais para dar porrada nos adversários até cansá-los e vencer as partidas. Tanta apelação fez o time ser campeão da Copa Mitropa duas vezes antes de ser banido da competição por doping.

O grande ano de 1991[editar]

Por ironia, só foi a Iugoslávia falir junto com o comunismo em 1990, que o time do Estrela Vermelha foi ter o melhor ano de sua história. Ganhar o campeonato iugoslavo e a copa iugoslava até aí não é novidade alguma, além do fato da Iugoslávia nem estar existindo mais.

Foi porém, o grande campeão da Taça dos Clubes Campeões de 1990-91 sobre o pobre Olympique de Marseille na final. O título da equipe iugoslava foi tão surpreendente que os cartolas da UEFA não viram outra alternativa senão mudar o regulamento e o nome da competição para "Liga dos Campeões da UEFA". Agora, ao invés do torneio ter apenas os campeões de cada país, agora ele passou a ser entupido com dezenas de equipes espanholas, inglesas e italianas campeãs nacionais ou não, tudo para que não houvesse nunca mais a chance de uma zebra do leste europeu ser campeã européia.

Estrela Vermelha e o fim da Iugoslávia[editar]

Com o fim da Iugoslávia, o time ficou na beira do abismo e em 1995 deu um passo à frente por não ser mais uma equipe conhecida, assim como o Nottingham Forest. Jogando agora pelo campeonato sérvio-montenegrino, sem o titio Tito para proteger o time, a equipe chegava a perder para times de Montenegro, e muitas vezes ficando em último só não rebaixava devido à inexistência de Segunda Divisão.

Decadência no campeonato sérvio[editar]

Com a separação de Montenegro, o Estrela Vermelha só foi campeão sérvio de 2006-07 porque estava uma zona o torneio e sem nenhum time quase. Mas depois disso, falido como o comunismo, só ficou a assistir o rival Partizan Belgrado dominar a Sérvia.

Torcida[editar]

A torcida do Estrela Vermelha sempre foi formado por revoltados e invejosos nerds comunistas que querem sempre acabar com a torcida dos grandes times europeus e gostam de defender que o importante não é ganhar, mas sim jogar sem ceder aos caprichos do capitalismo e dos jogadores comprados a peso de ouro. Na década de 60 odiavam o Real Madris, na década de 70 odiavam o AC Milan de Frank RIjkaard e Marco Van Basten. Nos anos 80, época da dominação da África do Sul, comandada por Nelson Mandela do Manchester United, causou várias guerras contra os ingleses. Assim, deu tanto medo nos anos 90 que a FIFA deu o título de campeão do Mundial Interclubes para eles.