Fundação Getúlio Vargas
Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
| Importante! A Igreja Universal quer sua atenção:
Deus quer que este artigo seja ampliado |
Google redirecionando a procura de um inocente vestibulando
This is madness! ![]()
Aluno sobre "disciplina" do curso de economia da FGV-SP, conhecido como Escola de Economia de São Paulo
Madness?... This is EESParta! ![]()
Diretor do curso de economia sobre Aluno
[editar] Fundação Getúlio Vargas
Fundação que serve os interesses das elites dominantes do país desde os primórdios do Império, a Fundação Getúlio Vargas foi originalmente denominada Fundação Dona Maria, em homenagem à rainha de Portugal que posteriormente viria a ser conhecida como D. Maria, a Louca. Algum tempo após a Revolução de 1930, e muito tempo antes da invenção do Viagra, Getúlio procurava motivos para manter a ditadura e para isso decidiu tomar a Fundação para si, movimento que viria a ser conhecido como revolução tenentista, pois foram os oficiais os primeiros que conseguiram aportar na lama das dependências getulianas, trazendo junto com eles um amuleto que foi plantado embaixo da trave do qual nasceu, após muito adubo e água, o lendário Ferreirinha. A sigla eternizada foi FGV (Foi Golpe mas Vale).
A Fundação tem várias escolas, uma delas é de Administração, ultimamente conhecida como o fiasco brasileiro, ficando atrás de inúmeras instituições de ensino do país,inclusive a Unip. É uma bela instituição para gastar o dinheiro do pápis, se formar e assumir a empresa dele, achando que aprendeu alguma coisa.
Quase tão importante quanto a Fundação em si é o seu Diretório Acadêmico e particularmente a Associação Atlética Acadêmica, responsável pelos importantíssimos desempenhos esportivos da FGV nas Economíadas, como o glorioso 4o lugar obtido na edição de 1975 e a ostensiva 6a posição no ano seguinte, os "anos de ouro".
Diversos alunos ingressos das dependências da FGV conseguiram obter destaque nos negócios e na política brasileira, ajudando a construir a sociedade com modelos e atitudes. Romário da turma de 1985 resumiu brilhantemente como "Eu sou o cara".