Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior

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Fundo de Financiamento Estudantil do Ensino Superior, o FFEES, visto pelo ponto de vista de quem ta lá em cima, é uma forma de investimento possivelmente mais rentável que o CDB e com toda a certeza mais rentável que uma conta poupança. O Fies, no ponto de vista da plebe é mais uma forma do governo (sempre mais esperta que a plebe) tomar tudo que o estudante vier a ter (ou não) no futuro, estudante este que hoje é só mais um fodido da vida, que vai em busca de uma forma de adquirir (comprar) seu diproma em mais uma fac-esquina do bairro e assim evitar a cela comum quando vier a cometer algum delito, já que no Brasil, existem divisões de celas de acordo com nível de dipromassaum(sic).

O FIES é mais um dos programas do governo que oferecem vagas que ninguém quis no Prouni, nem no vestibular e muito menos em bolsas da própria universidade. As vagas refugadas oferecidas pelo MEC são vagas em instituições pra lá de meia boca, como a UniBan, Uninove, Universidade Anhembi Morumbi e outros bolsões tenebrosos da educação privada brasileira.

Etmologia da sigla[editar]

Tudo está bem especificado nos termos de uso do contrato que ninguém lê...

Não há evidências realmente claras ou fontes fiáveis que nos levam a saber a origem desta sigla (e de outras siglas em geral no brasil). O programa tem pelo menos dois nomes oficiais, e três siglas, sendo dentre estas siglas duas que poderiam ter uma representatividade na quebrada com relação ao nome e uma outra que é a única sigla usada, e que não tem nada a ver (igual esta seção deste artigo).

A sigla FFEES, mostrada no primeiro parágrafo deste artigo, não é usada porque o som resultante da pronúncia dessa sigla parece com o produzido pelo David Brasil quando ele diz FE.

Também existe uma outra variação do nome do programa que seria Programa de Filanciamento Estudantil. Seguindo os exemplos de outros programas assistencialistas como o Pronatec, Prouni e o Enem, a sigla do programa neste caso deveria ser Profiles, mas o país estava (e ainda está) na pindaíba e o governo não queria gastar discutindo patentes registradas na justiça, pois com certeza a Google, Likedin e outras empresas do ramo iriam recorrer (e ganhar pra eles é apenas uma consequência). Então mandou mudar a sigla para Files (sem o Pro).

Entretanto, isso acarretou no mesmo problema, pois files é quase um termo de patrimônio público da língua inglesa. Além do mais, qualquer estadista do mundo é obrigado a pensar 904817758x antes de querer arrumar alguma treta com qualquer pessoa, empresa ou organização que seja de algum país cujo os habitantes tenham como língua nativa o inglês (ou quase isso), então a ama-seca da nação BR demitiu quem tinha as ideias e decidiu montar a sigla por conta própria, quando pensou Cquote1.png Af1! então bora financiar esses ai. Financiar Esses ai, taí uma sigla! Cquote2.png.

Como funciona[editar]

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Você sabia que...
  • ...você pode colocar o nome daquele cunhado mala como fiador? Ou ainda o nome daquele vizinho fdp que manda as correspondências bancárias, IPTU ou o IPVA pro seu endereço de propósito pra você pagar depois? O fiador é o cara que vai ficar responsável pelo seu futuro calote, o que pode ser uma ótima oportunidade de vingança!

Aqui não é o Deslistas, mas qualquer imbecil consegue entender qualquer coisa quando se explicado passo a passo, igual aqueles tutores do YouNotFoundTube fazem.

Primeiramente o aspirante a universitário que desejar pedir arrego ao governo deverá tentar acessar aquele "troço" do Mc's. Dessa vez o candidato não vai acessar o "trabalhe conosco", ele vai ter de clicar em um link bem camuflado, perto do wally Ronaldo McDonald.

Os sites do MEC costumam ficar sobrecarregados porque normalmente tem muita gente lá ao mesmo tempo, só que a maioria está a pedir emprego na instituição, o que acaba deixando os alunos que desejam solicitar a filantropia governamental com muitas dificuldades no acesso a sistema.

Bem, depois que os candidatos a bolsistas(!) ficam mendigando ajuda ao MEC via site por uma semana, é certo que o ministério aprova a solicitação.

Depois disso tem que provar uma porrada de coisas pro MEC, que não quer nem saber se o candidato tem garantias para pagar depois, mas quer saber todo o resto da sua vida: nome, endereço, idade, renda (se é bolsa família ou se trabalha de verdade), se os pais ainda se encontram vivos e se ainda mora com eles, se tem filhos, se tem papagaio, a quantidade e o nome desse(s) papagaio(s), qual a marca da ração que o papagaio come, se com 70 kg de carne da pra 20 comer, se em caminho de paca, tatu caminha dentro e outras informações altamente relevantes e extremamente necessárias para a assinatura do contrato.

Após isso o já estudante passa de 4~8 anos só na badalação e 9,8 entre 10 fiestistas, como são chamados os vagabundos que usufruem desse sistema, costumam escolher Medicina e os mais menos desprovidos de capacidade mental, Administração.

Fim do Suporte[editar]

Como todo sistema de atualizações periódicas, como o do Windows 7, que vai até 2020, ou o Ubuntu 14.04 LTS, que vai até 2019, o suporte do FIES também tem um fim. Como se trata de "coisas do governo" ninguém se preocupa muito em deixar de pagar, até porque mesmo que o aluno não pague um tostão ainda vai ser o governo é quem vai ficar devendo. Mesmo assim, o contrato foi feito entre o pré-candidato e o banco e bancos costumam colocar umas pegadinhas contratuais bem legais, igual aquelas que existem em contratos de aquisição não solicitada de cartão de crédito.