Funkeiro

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
(Redirecionado de Funkeiros)
Ir para: navegação, pesquisa
Va-a-merda-porra-(Luiz-Carlos-Alborghetti).gif Este artigo pretende ser ofensivo!

Se você não se sentiu ofendido, edite-o até se ofender.

E se se sentiu ofendido, VÁ A MERDA, PORRA!!!
Platéia vazia.jpg Please STOP the music!

Este artigo se trata de cantores, bandas ou músicas cantadas muito, mas MUITO mal.
Bush-besta.jpg "Que burro! Dá zero pra ele!"

Este artigo é sobre algo ou alguém burro ou completamente imbecil.

A Desciclopédia está se pouco lixando se a burrice dele(a) contaminar você.
Verdade.
Verdade.
Este artigo contém...

VERDADES!

(pelo menos foi o que a Veja disse)

Material verídico: Use com moderação.


Funkeiro
Bailefunk 158.jpg
Funkeiro esfregando o pênis na glúteos de uma funkeira.
Origem Inferno
País Brasil, obviamente
Período 1970 - atualmente (infelizmente)
Gênero(s) Bosta
Gravadora(s) Favela
Integrante(s) Traficante, pirralho, qualquer desmiolado
Ex-integrante(s) Paulinho da Buceta
Site oficial Youtube


Cquote1.png Você quis dizer: Idiota Cquote2.png
Google sobre funkeiro
Cquote1.png Você quis dizer: Pessoa Pornográfica Cquote2.png
Google sobre funkeiro
Cquote1.png Experimente também: Retardado Cquote2.png
Sugestão do Google para Funkeiro
Cquote1.png Você é um completo filho da puta! Cquote2.png
Qualquer pessoa normal sobre Funkeiro
Cquote1.png Vossê éh un conpleto rekaucado... Cquote2.png
Funkeiro sobre qualquer pessoa normal que odeia funk
Cquote1.png Se eu pudesse, teria acabado com todos! Cquote2.png
Policial sobre funkeiro
Cquote1.png Nóiz porta Óklei e Naike Choque Cquote2.png
Funkeiro sobre playboy que usa Vans
Cquote1.png Terminou de pagar? Cquote2.png
Playboy que só usa cartão de débito sobre funkeiro acima
Cquote1.png A coisa mais asquerosa do mundo. Cquote2.png
Eu sobre Funkeiro
Cquote1.png Nóis num tem foni purque celula robado num ven con un Cquote2.png
Funkeiro sobre seus celulares
Cquote1.png Deviam ser queimados em praça pública, esses seguidores do capeta! Cquote2.png
Crente sobre funkeiro
Cquote1.png Tem que mandar matar, e depois enterrar de pé, para caber mais no cemitério!! Cquote2.png
Alborghetti sobre Funkeiro
Cquote1.png Onde eu chego eu paro tudo Cquote2.png
Mc Boy do Charmes sobre frequentes enquadros da polícia no trânsito
Cquote1.png De transporte nóis tá bem, de Hornét ou 1100 Cquote2.png
Mc Guime sobre suas motos alugadas
Cquote1.png Ainda faltam 57 prestações! Cquote2.png
Financeira sobre Funkeiro de 1100
Cquote1.png Na verdade vocês andam de ônibus, burros! Cquote2.png
Eu sobre funkeiros
Cquote1.png O Ministério da Saúde Adverte: Ouvir funk pode causar demência irreversível. Cquote2.png
Governo Federal sobre funk

Funkeiros são seres desprovidos de cérebro que congelaram na linha do tempo da evolução humana. Por consequência, falta-lhes inteligência, e alguns cientistas preferem atribuí-los a classe dos neandertais (mesmo esses ainda tendo um pouco de massa cinzenta). Esses animais espécimes vivem em bando, concentrando-se em escolas de ensino médio, praças públicas, baladas, praias, esgotos e principalmente becos, onde podem consumir suas drogas músicas. Estudos recentes estabelecem ligação direta entre a reprodução de funkeiros e de baratas, pois se proliferam tão rápido quanto, e não há veneno que mate senão uma chinelada (no caso dos funkeiros, paulada mesmo). Funkeiros são o oposto de tudo o que é tido como normal por uma sociedade evoluída, desde o jeito de falar e se vestir até a forma de pensar sobre o mundo ao redor. Atrapalham o convívio humano, mesmo que se manifestem em ambientes de indivíduos sãos.

Desentrevistasminibox.PNG O Desentrevistas
possui uma entrevista com
Funkeiro
Fatos.png
Conheça os fatos sobre Funkeiro


Visão Geral[editar]

Aos funkeiros (Burrus analfabetus) falta muito conhecimento, principalmente acerca do que é música. Conseguem a incrível façanha de zerar uma prova de matemática da quarta série e dificilmente consegue um emprego que não seja de pedreiro ou auxiliar de padaria. Como não possuem um nível de cultura considerado mediano, tampouco questões básicas como higiene, educação financeira e planejamento familiar, acabam virando pais aos 20 e morrendo aos 30 por morrerem na mão de um traíra do bando.

Funkeiros em bando.

Alguns de seus hábitos incluem assistir o Esquenta, ostentar com motos e roupas compradas em milhares de prestações e, claro, fazer sexo com a primeira prostituta (preferencialmente travesti]) que aparecer. Seu habitat natural é a favela, mas pode-se encontrar seres dessa subraça morando em periferia, onde as paredes não são rebocadas e as janelas são buracos. Ainda com a condição precária de sobrevivência, gostam de ostentar aquele tênis da Nike que compraram em 70 prestações em alguma loja, ou então, aquele óculos da Oakley e bonés que você encontra por R$15,00 no camelô, mas que preferem pagar quase R$200,00 por ser "original".

Seu tempo de vida é curto, raramente passando dos 30 anos, pois acabam morrendo pelos próprios membros do bando na maioria das vezes. Nas poucas décadas em que vivem, dedicam-se a escutar barulhos repetitivos com alguém berrando putaria]s e provocar outros desequilíbrios ao mundo, como:

  • Andar com o carro (roubado) com algum funk no volume máximo;
  • Matar aula para fumar maconha;
  • Assalto a mão armada;
  • Disseminação da AIDS;
  • Procriação exacerbada para abusar do Bolsa Família;
  • Emburrecimento da sociedade a qual foram inseridos.
Uma espécime do gênero feminino.

Funkeiros são considerados pragas para os estudiosos. Acreditam que, dentro de poucos anos, a leptospirose deixará de ser uma doença transmitida por ratos para ser transmitida por funkeiros. Proliferam-se nos estádios do Corinthians, do Santos F.C e do Flamengo e de lá partem para a zona urbana, onde indivíduos normais vivem, daí a comparação com baratas: estão por todos os lugares. Em escala mundial, concentram-se no Brasil e é extremamente raro que partam para outros países (quando isso acontece, é mais em sonho).

Aparência[editar]

São facilmente identificáveis. Por anos, os Burrus analfabetus foram estudados em laboratório, e com muita dificuldade, pois não haviam cérebros pra facilitar a vida dos cientistas. Estudiosos de comportamento também analisaram por algumas décadas o jeito que os funkeiros vestiam, andavam e se comunicavam. Em relação a aparência, os drs. Benjamin Ahölla, Tim Habey e a phD em moda, Eva Gabunda, notaram o seguinte:

  • Chinelo furado;
  • Camiseta regata de qualquer cor, menos preta, da Oakley, Billabong ou Quiksilver;
  • Os mais "ricos" vestem John John e polo da Ralph Lauren;
  • Correntinha de ouro falsificada com imagem de santo;
  • Bermuda colorida;
  • Boné de aba reta;
  • Cabelo curto espetado ou no estilo Zeca Urubu;
  • Bigode ralo;
  • Óculos de sol refletor, geralmente laranja ou verde escuro.


As espécimes femininas (Marmitas dibandidum) usam mini shorts que quase mostram o útero e calcinhas fio dental. Em geral, também apresentam as características supracitadas (incluindo o bigode ralo, na minoria das vezes).

Acasalamento[editar]

Um espécime Burrus analfabetus mais desenvolvido, já no fim da vida.

Essa espécie costuma se acasalar com frequência em baladas e atrás do muro da escola onde matam aula. A incidência de DSTs é considerada altíssima para os padrões da OMS, e numa única relação a pessoa pode contrair sífilis, AIDS e gonorreia, mas como essa gente é burra pra caralho, não dão a menor importância. O acasalamento raramente é para a reprodução, e quando isso acontece, as fêmeas preferem parar só pelo sétimo filho. A idade média para uma fêmea estar apta a engravidar é 15 anos.

O macho conhece a fêmea do mesmo jeito que conhece outros machos: com aquelas caixinhas de som ligadas no volume máximo em um ônibus e simplesmente esfregando as partes do corpo em baladas, emitindo um som parecido com um "Koééé novinha". Não há outra forma de comunicação aparente além do membro ereto e da disposição da fêmea, que lhe arrasta para um canto e paga um boquete ali mesmo. A idade média para um funkeiro perder a virgindade é 13 anos. Homossexualidade é bem frequente na subraça Burrus analfabetus, mas é enrustida em 99.86% das vezes.

Comunicação[editar]

Funkeiros não são bons comunicadores.

Nas vezes em que tentam se comunicar com seres humanos normais, providos de cérebro e no mínimo três neurônios, os Burrus analfabetus apresentam grandiosa dificuldade, mas aprenderam a forma verbal e escrita, que se mostra eficiente com seus semelhantes. Estudos científicos sugerem que esses seres usem uma linguagem diferente do português, cheia de aglutinações, erros ortográficos e gírias estranhas. As vogais geralmente são prolongadas, como em tiiiiiiiiiio e séloooooooooco. Alguns verbetes:

  • tio: substantivo para se referir a qualquer pessoa;
  • tá ligado?: o mesmo que "sabe?", "conhece?";
  • chave: estiloso;
  • coxinha: como se referem aos policiais;
  • boy: qualquer um que seja mais rico;
  • zika: legal, bacana;
  • novinha: moça mais nova;
  • piranha: mulher;
  • sinhô: policiais (quando são enquadrados);
  • fluxo: pegação de mulher, onda de assaltos;
  • fechamento: confiança;
  • menó: pessoa de menor idade.
  • recalcadóh:pessoa que não gosta de funk (odeia funk);

Aos poucos, os seres humanos estão compreendendo o linguajar dos funkeiros, mesmo que não se comuniquem da mesma forma. Pode levar anos, até décadas para que nós nos rebaixemos alcancemos seu patamar. Não é uma interferência direta num convívio em sociedade, há outros meios deles encherem o saco, como a já citada música alta na caixinha de som.

Habitat[editar]

Esses lixos seres estabelecem moradia nas favelas cariocas e paulistanas, em maioria, mas alguns já se adaptaram a viver em bairros de periferia e até de classe média. Biólogos creem que eles saem do esgoto, uma vez que sua origem é incerta, e de tanto comerem estrume e lixo tóxico, subiram para procurar mais. O estado do Rio de Janeiro é completamente dominado pelos Burrus analfabetus, que por sua vez infestaram o país inteiro com suas "músicas" de ostentação, putaria e ódio a policiais (embora não saibam responder outra coisa além de sim sinhô e não sinhô quando são enquadrados por um). Com os territórios dominados, os funkeiros se acasalam, criando dezenas de outros funkeiros mirins que desrespeitam professores nas salas de aula e são apresentados a putaria desde muito jovens.

Um espécime Burrus analfabetus ainda na infância, com uns 3 anos de idade.

Quando fora de seu habitat natural, os funkeiros costumam frequentar festas conhecidas como Baile funk ou mesmo Proibidões, que são como uma suruba generalizada onde toca todas essas putarias da pior qualidade, e lá, fazem sexo com qualquer coisa que se mova (desde uma puta, um traveco, um homem ou até um cachorro que entrou no baile por engano). Não que isso seja estranho, afinal, todos já estão muito drogados lá pelo início da madrugada e o ambiente é muito escuro. As funkeiras, Marmitas dibandidum, também conhecidas como "putas de favela", competem entre si para ver quem chupa mais, na esperança de seduzir um traficante, mas mal sabem elas que, com exceção dos líderes de bando (os traficantes), todo mundo é mais pobre que o Chaves e suas roupas de marca e celulares são roubados, parcelados ou comprados com o dinheiro do Bolsa Família.

Também costumam andar de ônibus, ou mesmo em carros (roubados, que geralmente são aqueles Gol), com seu barulho no volume máximo, irritando tudo e a todos. É uma ótima maneira de atrair a atenção das chamadas "novinhas". Para a sua curta sobrevivência (30 anos em média), precisam de emprego, mas como nenhum lugar decente quer contratar essas doenças pessoas, então acabam trabalhando no McDonald's, como gari, caixa de supermercado, atendente de telemarketing e flanelinha. Com o dinheiro que recebem, conseguem comprar sua bicicleta (quando não roubam).

Sobrevivência[editar]

Funkeiros são afetados por problemas de saúde gravíssimos, como por exemplo, a falta de bom senso. Nota-se que essa e outras doenças são hereditárias dos piores tipos de brasileiros: sambistas cachaceiros e nordestinos petistas, e essa é uma das teorias em relação a origem dos funkeiros (o cruzamento dessas duas subraças). Os funkeiros que moram em favelas, denominados Burrus pobris pobris, possuem condições precárias de vida: desnutrição, falta de inteligência, falta de cultura, má educação, demência e atitudes violentas. Já os que moram em zona urbana, os Burrus ignorantis lixus, apresentam apenas falta de inteligência, bom senso, demência e má educação.

Aproximadamente 99.73% dos funkeiros vivem em bando. A probabilidade de alguém desse bando se rebelar e assassinar o próprio companheiro é altíssima, ainda mais quando alguém entrega outro para a polícia. Apenas os líderes, chamados de traficantes ou Burrus entorpecentis, podem viver uma vida solitária em paz, e esses costumam até viver um pouco mais (dependendo de que lugar no morro se escondem).

O comportamento bestial desses seres leva a loucura, o que afeta o tempo de vida. Alguns se entopem de drogas e morrem aos 17. Geralmente morrem na favela.

Rivalidade[editar]

Os funkeiros não convivem bem em sociedade com pessoas normais, o que acaba criando rivalidades perigosíssimas, tanto para os próprios funkeiros quanto para os outros.

  • Polícia: todos os funkeiros odeiam policiais. Todos, até a hora em que são enquadrados, e aí ganham total respeito. Demonstram ódio visceral em suas letras e textos no Facebook, mas algumas vezes fazem acordos de traficante e policial;
  • Rockeiros: esses dois seres não podem conviver num mesmo ambiente sem intrigas. São como gregos e troianos;
  • Skinheads: os skinheads são neonazistas que vivem espancando pobres, mendigos e baianos (maioria deles, coincidentemente, funkeiros), mas ao matar funkeiros, estão fazendo um bem a sociedade.
  • Nerds: Como funkeiros não sabem nada além de acasalar e ouvir merda, eles acham que estudar é uma perda de tempo pois segundo eles, estudar não "Da mulher".


Infecção[editar]

Mulheres infectadas pelo vírus zika.

Entre as doenças que um funkeiro pode transmitir (AIDS e burrice), eles podem contaminar outras pessoas saudáveis normais com o vírus zika. Não, não o transmitido pelo mosquito. O zika referido aqui é a gíria, mesmo. Do mesmo jeito que o mosquito pica, o funkeiro chupa morde.

O Burrus analfabetus costuma ser extremamente agressivo a presença humana, mordendo uma pessoa. A partir daí, o infectado começa a andar com ela, sair com ela, e quando menos se imagina, está usando boné e fazendo arminha com os dedos. Um funkeiro antes já foi uma pessoa como eu ou você, porém a Rede Globo o alienou. A mídia dá muito ibope para esse tipo de lixo, então criaram programas como Esquenta, Pânico na Band e Domingão do Faustão.

Pensando nisso, a OMS elaborou uma lista com algumas recomendações básicas de segurança. Segue:

  • Não ouça funk;
  • Mantenha, pelo menos, 20m de distância de qualquer funkeiro;
  • Estude;
  • Ouça rock;
  • Não assista a Rede Globo (se possível, nem tenha TV em casa);
  • Leia sempre a Desciclopédia e frequente chans;
  • Não mantenha relações sexuais com uma funkeira, mesmo que você esteja desesperado;
  • Aprenda a contar e a falar corretamente.
  • Não use drogas.
  • Evite andar perto de favelas ou periferias.
  • Aprecie literatura ou qualquer coisa inteligente
  • Se avistar um funkeiro indo na sua direção, atravesse a rua

Funkeirismo passivo[editar]

Assim como o pulmão de um não-fumante sofre com a fumaça dos fumantes, o cérebro de uma pessoa normal sofre com o barulho dos funkeiros. Normalmente, essas pessoas enlouquecem e se matam, mas quem tem coragem e não aguenta mais ouvir essas porcarias usa headphones de alta qualidade e ouvem heavy metal até os ouvidos explodirem, causando a surdez. Porém, quem não faz esse tipo de tratamento, acaba desenvolvendo retardamento mental. Por isso, a OMS recomenda as pessoas aderirem a campanha Doe um fone de ouvido a um funkeiro, uma ação voluntária para o bem de toda a sociedade. Funkeiros não ouvem com fone, pois quando roubam o celular na loja, acabam esquecendo de roubar o fone também.

Estilo de vida[editar]

Já na juventude, os Burrus analfabetus aprendem a roubar e a idolatrar na religião dos funkeiros, o PCC. Quando atingem seus 15 ou 16 anos, engravidam em média três mulheres diferentes. Raramente uma Marmita dibandidum sabe quem é o pai de seu filho da puta. Até morrerem, por meio de tiroteio ou assassinato, suas atividades são: frequentar baile funk, trabalhar pra comprar bonés e camisetas em 40 prestações, roubar bicicletas, roubar correntinhas na praia, roubar tênis, roubar pulseiras, roubar relógios e também roubar Wi-Fi do vizinho para baixar suas porcarias músicas.

Os carros que roubam geralmente são aqueles Chevette, Monza, Golf e Celta, e como se não bastasse, pintam as rodas com cores chamativas e podem passar fome o mês inteiro só para comprar um som potente com o dinheiro do FGTS. Eles querem que querem que todos ouçam suas putarias. Poderiam rebocar suas casas, aumentar seus barracos, comprar uma cama decente, porém, preferem infectar pessoas saudáveis com sua doença.

Curiosidades de funkeiros[editar]

Broom icon.svg
Tua mãe desencoraja seções de curiosidades, mas nós não ligamos a mínima! Sob as políticas da Desciclopédia
Mas bem que esta seção pode ser aproveitada integrando-se piadas decentes às seções mais adequadas.
Cada curiosidade pode render uns bons parágrafos, então faça direito!
  1. Eles são tão retardados que gastam mais de R$500 em equipamentos de som pro carro, sendo que podiam comprar um fone de ouvido;
  2. Acham graça em usar três óculos ao mesmo tempo na cara;
  3. Não veem problema em pipocar suas motos na frente da escola da "namorada" sete anos mais nova;
  4. Gastam seu pouco dinheiro com roupas de marca;
  5. As funkeiras que engravidam após os 21 anos intrigam os estudiosos;
  6. Podem ficar com cinco machos dentro de um carro velho escutando putaria no talo;
  7. 87.91% possuem dentes faltando;
  8. 42.09% dos funkeiros adquire AIDS já aos 13 anos de idade;
  9. Maioria vota no PT, entretanto, os que terminam o ensino fundamental apoiam a direita;
  10. Só saem de casa para dar "rolêzinho" em baladas, no shopping ou para assaltar uma loja;
  11. Acham que todas as coisas de um nível cultural superior são elitizadas;
  12. Para eles, tudo o que não é funk é coisa do diabo;
  13. Seu vizinho provavelmente é um funkeiro.
  14. Nenhum MC sabe cantar, mas basta colocar umas piranhas rebolando no clipe que tá compensado
  15. 90% dos funkeiros morrem em bailes funk.
  16. Funkeiros não sabem escrever, por isso a maioria de suas músicas possuem erros grotescos de português.
  17. Acham "legal" falar igual a um bando semi-analfabetos favelados.
  18. Não existe Funk Universitário pois nenhum funkeiro completa o primário.
  19. Sua mãe é funkeira.
  20. O máximo que eles tem de massa cerebral é 1/3 da de um ser humano normal
  21. Os poucos que frequentam escola passam 39.2% do tempo dormindo, e 60.8% do tempo ouvindo funk no volume máximo, frequentemente sem fone. Zeram as provas e depois reclamam dos professores com os pais, os forçando a dar uma nota boa.
  22. Costumam pensar mais com o pau, do que com o pouco cérebro que possuem
  23. Apesar de ficar ostentando suas correntes de ouro (falsificadas) e carros (roubados), odeiam gente "rica" (funkeiros considaram todos os não favelados ricos)
  24. Quase nunca tem emprego, não por falta de opção, mas por preguiça de estudar e trabalhar mesmo. Quando arranjam, costumam ser flanelinhas (machos) e stripper (fêmeas).
  25. Cerca de metade dos funkeiros machos raspa parte da sombrançelha direita, atraindo as fêmeas.
  26. Estranhamente, mesmo o youtube banindo vídeos com um único palavrão, os funkeiros arranjaram uma maneira de publicar seus vídeos cheios de putaria e bundas sem serem desmonetizados.

Ver Também[editar]

Carro pessoal.jpg Esty artygo é dy pobry!

Esty artygo é sobry koyzas dy póbry, peçowas póbrys y o dono
taméyn dévy dy sê un pobretãwn do karáy!

Mirror2.jpg Conheça também a versão oposta de Funkeiro no Mundo do Contra:

Espelhonomdc.jpg
Putz, além de Funkeiro andando por aí você vai ter o azar de encontrar também:
No entrance sign martin 01.svg


v d e h
Piores seres
OS PIORES SERES DO UNIVERSO
Emo.jpg
Adultos que agem como criançasAntissociaisAteus de FacebookBasqueteirosBichos feiosBlackheadsBoleirosBolsonaretesBródsonsBroniesBulliesCaipirasChannersClubbersCornosCrentesCrentes do cu quenteCultsDark NerdsDescíclopesDuckfacersEmosEsquerdistasFanboysFascistasFaveladosFeministasFirstsFlammersFloodersForrozeirosFrom UK'sFunkeirosFurriesGamersGóticosGreasersGringosGrungesHatersHeterofóbicosHippiesHipstersHomofóbicosIndiesJ-RockersJogadinhosLiferulersMachistasMaconheirosMadrastasMaGGotsManginasMalandrosMetaleirosMicareteirosn00bsNarutardsNerdsNu PunksOnanistasOs ManoOtakusPagodeirosPedófilosPichadoresPlayboysPlayssonsPobresPokemaníacosPolíticosPoopersPosersPunheteirosPunksRappersRegueirosRockeiros de ensino médioSadboysSatanistasScreamosSertanejosSkatistasSkinheadsSograsSonystasSurfistasTagarelasTerraplanistasTrollstr00sTrutasUnderloversUniversitários que falam topVagabundosVândalosVegetarianosVidas LokasWikipedistasX9's