Futboll Klub Partizani Tiranë

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Futboll Klub Partizani Tiranë
Escudo do Partizani Tiranë.png
Brasão
Hino '
Nome Oficial Futbollistik Klubi Pizaria Megerë
Origem Bandeira da Albânia Albânia- Tirana
Apelidos
Torcedores
Torcidas
Fatos Inúteis
Mascote
Torcedor Ilustre
Estádio Salma Hayek Stadium
Capacidade
Sede
Presidente
Coisas do Time
Treinador
Pior Jogador Nuvola apps core.png
Melhor Jogador Crystal Clear action bookmark.svg.png
Patrocinador
Time
Material Esportivo
Liga Campeonato Albanês
Divisão Kategoria Superiore
Títulos
Ranking Nacional
Uniformes



Futboll Klub Partizani Tiranë é um tradicional clube de futebol da Albânia, mas tradicional apenas em seu país mesmo, ignorado no resto da Europa, desde sempre apenas um saco de pancadas quando enfrenta algum time mediano que seja.

História[editar]

Fundação[editar]

O Partizan Tirana seria fundado em 1946 após a criação da Albânia como país, pois a UEFA determinara que todo país novato da Europa deveria ter sua liga e seus times para ser reconhecido na ONU. O time surgiria da fusão de dois times amadores, o Ylli Shkodër e Liria Korçë, que eram formados por militares que agora com o final da grande guerra estavam desocupados e tinham que arranjar um novo motivo para arranjar confusão e brigas. Como não poderiam mais invadir a Iugoslávia, criaram o time de futebol para quem sabe um dia invadirem a Sérvia com seu time, sonho que demorou para ser concretizado, quando o Partizan visitou o Široki Brijeg da Bósnia apenas em 2008, e para perder de 3x1, claro.

O jogo de estreia do clube foi um amistoso onde empataria de 0x0 contra o tradicional Vllaznia Shkodër, que se tornaria o seu primeiro rival para quem seria muitas vezes vice-campeão, pois o principal objetivo do clube era arrumar desculpas para brigas e não para jogar futebol propriamente dito. O primeiro nome do clube foi apenas Ushtria ("Urina" na língua albanesa). Mas em 1947 adotaria o nome Partizan em homenagem aos Partisans que lutaram na guerra, e também claro para se aproveitar e copiar o tradicional Partizan Belgrado.

Primeiros anos e domínio (1947–1964)[editar]

O Patizani conquistaria o tri-campeonato albanês nos anos de 1947, 48 e 49, todas as vezes terminando invicto só há 1 ponto a frente do grande rival Vllaznia Shkodër, pois era o único outro time albanês disponível, então na verdade o campeonato foi apenas um jogo de ida e volta.

Em 1950 aconteceria um fato que depois viria a se tornar marca do time: Tornar-se freguês de times recém-criados. No caso o Dinamo Tirana seria fundado e rapidamente transformaria o Partizani em seu freguês. Assim o Partizani teria um novo rival por toda a década de 50 de quem seria hexa-vice e seus torcedores agora teriam em novas pessoas para bater nas ruas.

Como foi campeão em 1962, na temporada de 1962-63 o time do Partizani faria sua estreia numa Champions League, onde apenas participaria mesmo e seria derrotado facilmente pelo clube sueco IFK Norrköping.

Estabelecimento (1965–1979)[editar]

Em 1965 seria fundado o KF Tirana, e tal qual o Dinamo Tirana dominou na década de 50, agora para manter a tradição de se tornar freguês de times recém-criados, o Partizani tornou-se tetra-vice para o novato time do KF Tirana.

Apelação (1980-1992)[editar]

De 1950 até 1979 nem dá para chamar de fracasso, pois foi vice um montão de vezes, mas a partir da década de 80 aí sim foi repleta de fracassos, e a torcida impaciente começou a ter que apelar e quebrar bares, invadir estádios, surrar adversários, botar fogo nas coisas e propagar ódio contra sérvios e minorias raciais e demais coisas comuns ao cotidiano albanês. Mas como o esporte se chama "futebol" e não "estupidez humana", nada conseguiu reerguer o péssimo Partizani das derrotas certas.

O time sequer conseguia um mero vice-campeonato, mas foi disputar a Liga dos Campeões de 1987/88, onde enfrentou o Benfica em Lisboa num jogo conturbado cheio de voadores, socos e até uma cena onde o goleiro albanês cagou dentro da chuteira de um português, de tal forma que o Partizani teve 4 expulsos e perdeu de 4x0. Em bom senso e comum acordo, a UEFA decidiu adiar a necessidade de um segundo jogo e desclassificou o Partizani.

Pós Era-comunista (1993–2008)[editar]

Com o fim do comunismo, os times albaneses agora precisariam usar dinheiro e capitalismo para gerir suas situações, e desacostumado com isso e acostumado a receber auxílio de juízes e governo, o Partizani entrou em franco declínio, tanto que em 1994 foi lanterna e rebaixado no mero campeonatinho albanês, embora conseguisse retornar no ano seguinte.

Em 2003 entraria para a história ao ser eliminado da Copa de Totó pelo Dacia Chișinău da Moldávia, tornando-se o primeiro time da história de fora da Moldávia a perder para um time moldavo.

Continuou seu calvário, tanto que no campeonato albanês de 2004–05 ficou em antepenúltimo, e teve sorte de não ser rebaixado pois ficou há 22 pontos da zona de rebaixamento, apenas provando a ruindade do campeonato nacional albanês.

Queda livre (2008-2011)[editar]

Pelo campeonato de 2008-09 o time escaparia do rebaixamento automático pelo saldo de 1 gol a mais que algum outro timeco aí, todavia teria que jogar um play-off contra Kastrioti Krujë, o qual perderia e seria rebaixado, causando revolta de seus torcedores que desde 1946 nunca tiveram nenhum alegria com esse time. Tanto os antigos velhinhos partisans que lutaram na Segunda Guerra, quando os jovens torcedores neo-nazistas do time, se armaram de paus, pedras, drones com cartazes de mensagens racistas e causaram a maior confusão, assim havendo pelo menos algum divertimento.

Na Série B albanesa de 2009-10 terminaria em quarto lugar, o time cheio de problemas financeiros ficou longe de subir de divisão, e como não havia nenhum albanês nativo que soubesse gerir um clube de futebol capitalista, o time foi vendido para um chinês. Mas na Série B de 2010-11 seria rebaixado para a terceira divisão (que na Albânia é chamado de "Segunda Divisão").

Na Segunda Divisão da Albânia (que na verdade é a terceira), o Partizani apenas serviu para reforçar a teoria de que há muitos vagabundos e brigões na capital Tirana, pois o estádio ficava lotado de piromaníacos mesmo nos podres jogos da Série C albanesa, a qual foi vencida, porque até o Partizani tem limite para tanta ruindade.

Retorno (2011-presente)[editar]

A partir de 2010 o Partizani assistiu o domínio do novato Skënderbeu Korçë tomar conta do futebol albanês, e para não perder o costume passou a ser freguês dele também. Em 2011-12 seria vice-campeão da série B perante o poderoso Tërbuni Pukë, mas subiria de divisão mesmo assim.

Na temporada de 2012-13 finalmente retornaria à primeira divisão de verdade e agora enfrentava o Skënderbeu Korçë pela primeira vez, perdendo é claro (no futebol, nas brigas de torcida o Partizani continuou ganhando).

Liga dos Campeões de 2016-17[editar]

Numa situação normal, o Skënderbeu Korçë participaria de sua sexta Champions League consecutiva, afinal foi o campeão albanês, dando aliás ao Partizani o último vice que faltava (pois já havia sido vice para todos outros times da Albânia). Mas por dó, sem qualquer explicação mais aprofundada, a UEFA daria a vaga na Champions para o Partizan Tirana.

Torcida[editar]

O Partizan Tirana conta com uma das mais fanáticas torcidas do seu país, chamada de Ultras Guerrils, são formados por neo-nazistas piromaníacos que antes de todo jogo do clube acendem centenas de sinalizadores e poluem o estádio com uma fumaça fedida que atordoa os adversários. Claro que tantos anos de exposição à fumaça tóxica de sinalizador, os torcedores do clube perderam suas faculdades mentais e não tem mais a capacidade da fala.

Títulos[editar]

  • Campeonato albanês: 15 vezes (1947, 1948, 1949, 1954, 1957, 1958, 1959, 1961, 1962–63, 1963–64, 1970–71, 1978–79, 1980–81, 1986–87, 1992–93)
  • Melhor vice-albanês: 20 vezes (1950, 1951, 1952, 1953, 1955, 1956, 1960, 1964–65, 1965–66, 1968, 1969–70, 1972–73, 1973–74, 1982–83, 1988–89, 1989–90, 1990–92, 1991–92, 2007–08, 2015-16)
  • Rebaixamento no Campeonato albanês: 3 vezes (isso mesmo, embora não pareça possível)