Gênero (biologia)

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Gênero para a biologia não é a diferença entre animais que tem peruzinho ou bocetinha, mas sim um agrupamento absolutamente aleatório, intuitivo e dedutivo de um grupo de animais que se pareçam muito mas que é considerado heresia ou zoofilia o cruzamento entre si, ou seja, que não podem geneticamente gerar descendentes férteis ou que não sejam uma terceira espécie.

O gênero é definido de maneira absolutamente aleatória. Quando um animal é capturado e torturado em laboratório, arranca-se os seus tecidos a sangue-frio num procedimento invasivo denominado de biopsia, e este tecido é encaminhado para o microscópio onde cientistas desvendam as células e genes deste animal que é então definido como "espécie-tipo". Todo outro ser vivo que seja parecidíssimo com a espécie-tipo é incluída naquele gênero. Como por exemplo o gênero Homo, que inclui os homossexuais como espécie-tipo, mas que também inclui os homofóbicos e homúnculos no mesmo gênero.

Evolução do estudo[editar]

Animais de gêneros distintos, por mais que se amem, não podem acasalar e gerar descendentes, esta é a regra principal.

O uso do gênero na biologia foi uma das maneiras mais arcaicas de organizar animais, inventada por Noé na época de selecionar os pares de animais que escapariam da fúria divina. Noé percebeu que haviam mais de 1 milhão de espécie diferentes de animais para coletar distribuídos por todos continentes e biomas, e que ele era só um carpinteiro e não Hércules. Então inventou a definição de "gênero" e pôs na sua arca apenas um animal de cada gênero, assim o trabalho tornou-se mais humanamente possível.

Só no século XVII, o famoso desocupado Carolus Linnaeus, foi quem cunhou o termo "gênero" para fins científicos. Ninguém sabe ao certo qual a importância e utilidade de classificar animais por gênero, talvez por algum hobby doentio ou simplesmente algum distúrbio de transtorno obsessivo-compulsivo, mas o fato é que existem pessoas ao redor do mundo dedicadas a estudar animais e classificá-los para nada.

Com estudos mais recentes de filogenia, a tendência é formar gêneros que sejam monofiléticos, ou seja, de animais que tenham um mesmo descendente, por mais que essa ideia de descendente comum seja tão fantasiosa quanto o próprio criacionismo, mas tudo bem.

Porém, se o que Linnaeus quis foi organizar, ele se deu mal, porque a cada ano surgem novos biólogos com novas descobertas, mas ninguém nunca entra em algum consenso, e é possível algum animal estar atualmente incluído em diversos gêneros diferentes um de cada nome, dá até desânimo estudar biologia.

Aplicação[editar]

O gênero determina o primeiro nome científico de alguma espécie, e deve ser algo em latim para que seja uma palavra única, então quanto mais idiota, melhor.

Para o caso dos grupos variados, existem os subgêneros que mais atrapalham do que ajudam a vida de quem quer organizar ou entender a classificação dos animais.

Para a botânica ainda utilizam-se o termo seção para subdivisão de gêneros, pois é possível haver gêneros com até 1 milhão de espécies de plantinhas distintas, como o caso da grama, que convém dividir em seções mesmo que não tenham o menor significado genético de fazê-lo.