Galerito

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Galerito

Galerito.jpg

Classificação Ninja Nukenin
Ninja
Origem Acre
Afiliações Sociedade dos Fantoches Assassinos (líder)
PCC (mentor espiritual)
ISIS (líder)
Liga da Injustiça (membro honorário)
Parceiros Macaco Lek Lek (provável padawan)
Técnicas Cabelada do Safadão
Chamar de Rogéria
Perfil
Família Gil da Esfirra (mãe)
Ninguém (pai)
Sonho Derrotar sua mãe e arqui-inimiga Gil da Esfirra
Frase Favorita "Rogério"


Possuído por um antigo espírito do mal, que está alojado em suas entranhas de pano, Galerito é muito mais do que um ordinário fantoche. Demonstrando instintos assassinos, frieza sem igual e força sobre-humana, Galerito rapidamente ascendeu ao comando da Sociedade dos Fantoches Assassinos, organização com fins lucrativos que visa a implementação de uma Nova Ordem Mundial.

História[editar]

Galerito foi costurado por uma velha senhora húngara cega e com reumatismo, a mando de Guinho, que precisava de um recipiente para um antigo espírito babilônico que, de acordo com as lendas antigas, poderia trazer a era de ouro para os fantoches, na qual os fantoches ascenderiam ao poder e não mais estariam condenados ao fundo de um baú empoeirado na casa de uma criança birrenta.

Terminada a confecção de Galerito, Guinho envenenou a senhora húngara com um dos bolinhos da Palmirinha, para queima de arquivo. Com o mais novo fantoche em mãos, Guinho convocou uma reunião especial na base da Sociedade dos Fantoches Assassinos, onde pretendia realizar o ritual satânico para socar o espírito maligno dentro de Galerito (que em hebraico significa "aquele que causa o genocídio de humanos com seus cabelos").

Utilizando um punhal e um pouco de pano de todos os fantoches presentes, Guinho finalmente conseguiu dar vida ao boneco do mal, aquele que estaria destinado a mudar a história do planeta através de genocídios e atentados terroristas. Porém, Galerito, com sua força imensa e incontrolável, rapidamente tomou o controle da organização, desbancando Guinho, que apesar de parecer ter fugido, apenas quis desaparecer por alguns tempos para renovar o seu estoque de planos diabólicos contra a humanidade.

Após alguns meses trabalhando detrás das cortinas, cometendo genocídios em massa em países do Oriente, Galerito finalmente resolveu mostrar para os humanos quem é que manda verdadeiramente em Manaus, e foi para o Canal Livre demonstrar todo o seu poder. O que ele não imaginava é que os maiores herois que o mundo já conheceu, Nunes Filho e Gil da Esfirra, apenas estavam lhe aguardando para a batalha mais epica da historia.

Batalha contra Gil e Nunes[editar]

Galerito startando a epica batalha contra Gil com suas costumeiras provocações.

Ao chegar no Canal Livre e notar o ki extraordinariamente alto de Gil e Nunes, Galerito logo entrou em alerta, percebendo que não seria tão fácil assassinar todos os que ali estavam presentes. Para tentar conseguir uma vantagem, Galerito começou a provocar Nunes, acusando-o de ter queimado a rosca em seu próprio "Fogo do Amor". Porém, isso não desestabilizou o tranquilo Nunes, que continou demonstrando o seu poder, tentando intimidar Galerito com seus movimentos marciais avançados conhecidos como "Matando Barata", "Coceira na Prega" e "Tuxina no Toba".

Notando que Nunes era equilibrado demais para perder a calma e a concentração na luta, Galerito passou a provocar Gil, chamando-o de "Rogério". O ardil plano do fantoche psicopata deu certo, e diferente de Nunes, Gil perdeu a cabeça e avançou em Galerito, utilizando seu famoso "Chute Zangief", capaz de destruir o cenário de isopor do Canal Livre. Após Gil startar a luta de qualquer jeito, Galerito encontrou diversas brechas na defesa do vendedor de esfirras, desferindo a sua poderosa "Cabelada do Safadão" nos pontos críticos de seu mais novo arqui-inimigo.

Mesmo após receber muitos golpes em seus pontos vitais, Gil, como um verdadeiro guerreiro berserker, ignorou a dor e pensava apenas em executar seus mais destrutivos ataques no fantoche assassino.

Após muita porrada e sangue jorrando, Gil e Galerito estavam em seus limites, quase mortos. Foi aí que entrou em cena Nunes Filho, que incinerou o fantoche com o seu "Fogo do Amor", finalizando de vez a luta, ou não.

Hipóteses[editar]

A frieza e calma podem ser notadas no olhar do emissário do mal.

Apesar da plateia do Canal Livre ter presenciado o triste fim de Galerito, e a utilização de seus restos mortais para a confecção das esfirras podres de Gil, há que diga que aqueles pedaços de pano não eram de Galerito, e sim de algum outro fantoche qualquer. Dizem as teorias da conspiração que Galerito ainda vive, que após a fatídica batalha, o fantoche arrastou-se até uma montanha bem alta, olhou para a lua e transformou-se em macaco, renovando-se e aumentando o seu poder em mais de 8000 vezes. A partir daí teria assumido o nome de Macaco Lek Lek.

Poderes[editar]

Possui força e resistências sobre-humanas, que combinadas com técnicas de combate avançadas e sua natural frieza, lhe garantem o posto de maior assassino do mundo. Raramente alguém vê o rosto de pano de Galerito duas vezes.

Apesar do poder imensurável, Galerito pode ser controlado quando atacado em seu único ponto fraco conhecido: Seus cabelos de seda. Uma espécie de Sansão da nova era, Galerito depende de seus cabelos para ter os poderes de um Deus.

Apesar de poder ficar bastante ferido em combate, Galerito não pode ser morto. Ele é um verdadeiro imortal. Mesmo que seu corpo seja inteiramente destruído, Galerito pode voltar a vida em um novo corpo, mais poderoso e provocador do que o anterior. Enquanto Gil da Esfirra existir, Galerito também existirá.

Vídeos[editar]