Gato de Schrödinger

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Albert e.jpg

Este artigo é relacionado à física.

Provavelmente estará cheio de citações e referências a Michael Faraday.

Não estrague este artigo, ou você vai sentir os elétrons saindo do fio-terra!



Shiryu posing.jpg

Gato de Schrödinger morreu...

MAS VOLTOU!!!


Será que não é um sósia?
Clique aqui pra ver os que deram a rasteira na morte.


Mecânica Quântica
{\Delta x}\, {\Delta p} \ge \frac{\hbar}{2}\,
Princípio da Incerteza
Murphydinâmica Quântica

Formulação matemática

Pobre bichano...

Cquote1.pngVocê quis dizer: Gato Zumbi.Cquote2.png
Google sobre Gato de Schrödinger
Cquote1.png Isto non ecziste!!! Cquote2.png
Padre Quevedo sobre Gato de Schrödinger
Cquote1.png Procura-se gato, vivo e morto. Cquote2.png
Placa afixada na porta do laboratório de Schrödinger
Cquote1.png Antigos espíritos do mal, transformem esse gato decadente... Cquote2.png
Schrödinger, durante seu experimento (ou seria o Mumm-Rá?)

O Gato de Schrödinger é um felino que foi submetido a estranhas experiências com mecânica quântica e portanto ganhou a habilidade de estar vivo e morto ao mesmo tempo. Ele é/era/foi quase um Deus: alguém pode te falar que ele está atrás de você agora, mas quando você olhar, ele não estará lá. Estas experiências ocorreram há muito tempo em termos humanos, mas o Gato de Schrödinger dividiu esse período por 7 anos e foi-veio parar no futuro, onde quando vive hoje-daqui-a-pouco-morreu-OPA-peraí.

Tabela de conteúdo

[editar] História

O Gato de Schrödinger era o animal de estimação do físico Erwin Schrödinger, que originalmente o chamava de Newton. Sabendo que seu gato morreria em breve, Schrödinger pesquisou a física quântica, a fim de poder tornar o gato vivo e morto ao mesmo tempo.

Em 1935, num artigo intitulado Die gegenwärtige Situation in der Quantenmechanik ("A situação da morte do gatinho através da mecânica quântica"), Schrödinger apresentou seu bem-sucedido experimento ao mundo.

[editar] Experimento

Gato de Schrödinger após realização do experimento. Nota-se que quase não há efeitos colaterais, exceto uma leve predisposição ao consumo de cérebros humanos.

O experimento consistiu em aprisionar o gato numa caixa blindada, junto a uma cápsula radioativa e um frasco de veneno letal.

Já se sabia que, em qualquer instante de tempo, a cápsula tem 50% de chance de disparar uma partícula subatômica. Schrödinger elaborou o seguinte raciocínio: se a partícula atingir o vidro de veneno, ele se quebrará; se não, ele fica inteiro; se der errado, eu mesmo bebo o veneno com Caracu.

Deu tudo certo quando o veneno acabou por matar o gatinho. Entretanto, as propriedades do elemento químico apolônio eram largamente desconhecidas na época, e Schrödinger usara o composto pirulito de apolônio-51 para a confecção da cápsula.

Sem o conhecimento do cientista, a radiação também afeta o DNA do gato, fazendo com que ele ganhasse novos poderes relacionados à mecânica quântica. Com esses novos poderes, o gato ficou mais esperto e só deixou uma de suas versões ser atingida pelo veneno. Assim, o gato permaneceu vivo enquanto estivesse morto durante algum tempo como vegetal. É aconselhável que um mero mortal não procure entender: o genial Schrödinger era tripolar e morreu pouco tempo depois, tentando converter matéria em energia ao acender um peido que acidentalmente saiu sólido. Foi agraciado postumamente com um Darwin Award.

[editar] Resultados

O pequeno Newton está vivo e morto até hoje, atualmente residindo no Zoológico Municipal de Viena. Estudos realizados no final do século XX mostraram que Schrödinger havia cometido um pequeno engano ao desconsiderar a meia-vida do apolônio (daí sua tão especial utilização), o elemento radioativo que ele utilizou no experimento descrito acima.

Por causa disso, o sistema enérgico-material do gato se dispersou de maneira irregular e ele hoje não se encontra 50% do tempo vivo e 50% do tempo morto. Suas fases atualmente são as seguintes, até que se prove o contrário:

  • 48% do tempo ele está vivo e revirando lixo atômico;
  • 47% do tempo ele está morto e sua matéria oscila de maneira fantasmagórica. Durante esse período, são ouvidos miados cuja origem ainda intriga os teóricos. Conforme previsto na Teoria Geral da Relatividade de Bebeto Einstein, o som - que é uma forma de energia - é afetado pelo cu-doce da matéria e os miados lembram um theremin;
  • 4% do tempo ele está zumbi. Durante esse estado, ele apresenta misteriosa descoloração do pêlo, salta o equivalente a 12 andares, mia como um motor de Fusca e só come os miolos dos camundongos;
  • 1% do tempo ele está invisível, em troca de fase, depois de matar o chefe e ganhar 7 vidas (daí toda a mitologia em torno dos gatos). É tão pouco tempo que na verdade ninguém repara, pois o gato apenas pisca no lugar em que está, como numa falha da Matrix.

Enquanto você lê isto, o gato está morto, agora vivo, agora morto, agora vivo... esqueça e termine de ler o artigo, sim?

Um outro cientista, que passou à História como anônimo, tentou replicar a experiência com seres humanos e utilizou seu próprio filho, chamado Wally. Além de também desconhecer as propriedades estequiométricas do apolônio, o pai de Wally não levou em conta que o DNA humano é radicalmente diferente do DNA gatal. Por causa disso, desconfia-se de que Wally tenha continuado totalmente vivo sem passar por zumbificação, mas que esteja em todos os lugares do mundo ao mesmo tempo desde então.

George Romero, que na época era ajudante de Schrödinger, tinha o sonho de eternizar os experimentos de seu mestre em obras-primas cinematográficas. O cientista, entretanto, ameaçou processá-lo por direitos autorais, e as referências ao gato morto-vivo tiveram de ser disfarçadas no clássico A Noite dos Mortos-Vivos (que se chamava The Night of The Livid Cat e teve de ser rebatizado como The Night of The Living Dead).

Acredita-se que Dercy Gonçalves cheirou o Gato de Schxclaödiney em uma das Festas de Arromba de 1900 e guaraná com rolha e, desde então, adquire a atual aparência cadavérica e o poder de estar-morta-e-viva-ao-mesmo-tempo-e-por-isso-morrer-e-não-morrer-ao-mesmo-tempo que nem o gato. Esse foi o único registro do cheiramento desse gatinho-zumbi, embora acredite-se que Lombardi, criança serelepe, tenha cheirado esse gato e virado uma sombra.

[editar] Ver também

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