Gentle Giant

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa

Cquote1.png Por que você não escuta Pink Floyd ou Kiss logo em vez de mexer com essas coisas? Ok, ok. Esse tal de Gentle Giant foi formado no início dos anos 70 ou fim dos anos 60 (ninguém se lembra bem) por Kerry Minnear, Klaus Vinegar (amigo imaginário de Kerry) e mais dezessete ou dezenove caras (dizem certas fontes). Trata-se de uma banda oculta de músicas longas, desnecessárias e pouco escutadas.

Cquote1.png Página não existente.

Cquote1.png O nome da banda era para ser GENITAL GIANT, assim, com todas as letras maiúsculas mesmo, mas tivemos que mudá-lo no último dia, pois nosso primeiro show era num colégio para um público menor de idade. Não queríamos ser censurados nem nada pela diretora, então fizemos alguns pequenos ajustes no nome. Antes mesmo do show, o sucesso já era tão gigante e a diretora fora tão gentil conosco que acabamos por decidir ficar com esse nome mesmo.

Gentle Giant
Gentlegiant.gif
Origem
País Aquela ilha ao norte da França
Período 1470-1980 ?
Gênero(s) Rock entorpecente, rock lisérgico, rock alucinógeno, rock sem-noção, rock esquizofrênico
Gravadora(s) Chrysalis
Vertigo
Columbia
Capitol
One Way
Alucard Music
DRT Entertainment
Integrante(s) Kerry Minnear
Derek Shulman
Ray Shulman
Gary Green
John Weathers
Ex-integrante(s) Phil Shulman,
Martin Smith,
Malcolm Mortimore
Site oficial WWW.BlazeMonger.Com/GG

Formado no início dos anos 70 ou fim dos anos 60, ninguém se lembra ao certo, por Martin Smith, e mais dois outros caras, alguns acham. Ao que parece, nem o Google sabe dizer...

Estilo Musical[editar]

A própria banda, em entrevista exclusiva para o Desciclopédia em 1973, pôde definir claramente o seu tipo de música. O tecladista pródigo Kerry Minnear explica: "É simplesmente isso: um estilo popular, mas que ninguém conhece. Um som alado que flutua, basicamente, em calores solares secos, roçando numa cor castanho-lilás sinestésica por sobre um mar - talvez o Meditarrâneo inteiro - de umbrias ilusórias, a dar lugar ao caos ordenado da nova era de aquário, cujo amor é como o humor de Hades, guerreiro dançante com sua amante Scherazade sob a luz do luar do meio-dia de reinos extirpados do jardim pândego de Baphomet,lançando-se ao nada pela Caverna de Platão com suas trombetas místicas, marcando o ritmo deveras sardônico para aqueles que não se livraram ainda dos engendrados grilhões estéreis e fúteis e todavia necessários para uma sociedade contemporânea pós-atômica e, por que não, pós-mitológica? Numa palavra, tocamos Rock Progressivo."

História da banda[editar]

Quando o pianista Kerry Minnear, na noite de 15 de outubro ou 12 de fevereiro ou agosto de 1966 ou 1971 (1970?), em pleno século XX, tocava magistralmente em seu piano um sem-número de peças que aprendeu em 23 anos e duas semanas de conservatório, algo inesperado ocorreu. Ele seguia seu hábito de tocar completamente nu em seu apartamento nos arredores longínquos de Londres, em vez de vestido e no meio da rua, como fazem as pessoas normais, três dias sem comer nem dormir, tirando sustento de apenas 9 litros de um precioso chá inteiramente orgânico feito de grama e grozelha, e tendo arrastado o pesado piano bem junto ao vaso sanitário, Minnear pôs-se disposto a tocar as músicas mais sofríveis que conhecia numa sequência de arrepiar os cabelos das unhas. Em apenas 4 horas e três segundos ele executou todas as 32 sonatas de Beethoven, uma por vez e sem errar meia nota e, agora, após lograr a realização de sua intrincada tarefa, arrisca-se a tocar peça mais difícil que lhe vem à mente, entre as milhares que sabe, emergindo em sua mente precisamente a Opus 3776 p.2 de Mozart, sobretudo a harmonia dissonante de seu 2º movimento, que logo lhe abre um sorriso no rosto magro e cheio de barba. É preciso levar em conta que Kerry Minnear, esse tão competente tecladista, é absolutamente obcecado pela perfeição; mas dentre os vertiginosos arpejos tocados, nosso grande músico acaba por cometer um ínfimo erro/deslize quase perceptível na parte mais importante do 2º movimento da Opus 3776 p. 2 de Mozart. Irrtado e com a cólera de cem serras elétricas sacudindo seus dentes de ente até então infalível, decide arrastar de volta o piano para a sala de visitas sem dar a descarga e, não satisfeito, abre a porta de seu apartamento e toca a campainha do vizinho para pedir uma cueca e um barbeador elétrico, raridade na época. Duas horas depois, já barbeado e devidamente vestido, Kerry junta todas as suas forças para atirar seu instrumento pela escada de emergência, quando uma velhinha a subia suavemente de degrau em degrau. O instrumento caríssimo escorrega pela escada e ganha velocidade em direção a sua total destruição e, quando encontra o corpo da vulnerável velhinha, Kerry se encanta com o curioso som do impacto do intrumento com o fóssil de 90 anos da senhora que subia as escadas por puro esporte. Segundos após o tremendo choque, Kerry resolve dedicar o resto de sua vida a reproduzir este mesmíssimo ruído que ouviu naquele final de noite ou tarde, cuecas na virilha e barba feita. É dessa nobre ambição musical - e mesmo filosófico-existencialista-cosmológica -, dentre outras, que nasce o Gentle Giant.

Kerry, ainda naquela tarde de janeiro de 1968 ou 1969 (ou seria 1971?), logo propõe a si mesmo e a sua imagem imberbe no espelho a se juntarem às imagens de outros músicos apaixonados para a reprodução daquele lendário ruído, que segundo ele era como a música das esferas quadradas, ou mesmo o mais belo canto surdo de Orfeu apaixonado por Eurídice. Chama então seus 12 ou 19 sobrinhos para formarem uma Sinfonia Elétrica do Caos, ou, como preferiam chamar, uma bandinha de prog. rock. Derek Shulman, um de seus co-sobrinhos de 5º ou 3º grau, é um cantor medíocre grande cantor. Trabalhara por tempos como intérprete musical no programa "Qual é A Música" do Sílvio Santos britânico, programa que fazia enorme sucesso no final daqueles anos 60 (ou seria início dos anos70 ?)... Garry Green, por sua vez, sonha em tocar com os The Monkeys ou com o The Herd, bandas tão populares como "É o Tchan" ou "Calcinha Preta" nos dias de hoje (ontem). Mas acabou tendo que aceitar o "convitinho" de seu amigo Kerry pois já estava lhe devendo aquelas duas milhões de libras do aluguel há um bom tempo (45 anos). Malcom Mortimore, por seu turno, batuqueiro indígena, grande amigo de Neil Peart, teve que se ajustar na bateria pois na realidade sua grande especialidade percusionística era Agorinha e Agogô. Além desse último instrumento, também foi o primeiro ser humano, vivo ou mortto, a se especializar num belíssimo artefato musical que ele mesmo criara, o cada vez mais e divulgado Vibraslap. Phil Shulman, o sobrinho-irmão traquinas e bobo de Derek, acaba ficando com o baixo elétrico-acústico ou simplesmente baixolão (de tanto insistir para sua mãe obrigar seu tio-irmão a colocá-lo na banda de seus amigos). Nos ensaios, o baixo até que era plugado no amplificador da maneira mais conveniente, e por ser conveniente sempre se esqueciam (ou fingiam se esquecer) de ligar caixa amplificadora, por eles chamada carinhosamente de "cubo". Não obstante, todos acreditavam (ou queriam acreditar) que o som do instrumento grave e austero estava ali presente na música, bem discreto, como deveria ser.

A primeira apresentação, efetuada apenas 85 segundos e 6 milésimos após a primeira reunião da banda, deu-se no Show de Talentos do então Colégio Pequeno Gentil, centro educacional do filho ou pai-primo de Rogério Águas (um "coleguinha maneiro de ombros fortes e lábios de linho" de Phil). O sucesso foi tão grande que a diretora teve de liberar os alunos da creche 4 segundos depois do começo do show para que eles pudessem correr o mais longe possível daquele ruídos alucinantes.

Não tardou muito para lançarem seu primeiro e último disco, denominado "Gigante Gentil". Os discos subsequentes, no entanto, fariam muito mais sucesso que o primeiro. Mas o primeiro disco foi realmente fascinante para todos os gatófilos e chocólatras do mundo, especialmente para os que usavam alucinógenos e gostavam de Rock Psicodélico ou simplesmente "Prog.". Historiadores de renome como Heródoto ou mesmo outros acolhidos pelo anonimato, entre eles redatores da Desciclopédia e do New York Times, revelam que até os policiais ingleses e alguns membros da FBI na época costumavam tocar o disco antes de torturarem os terroristas do I.R.A.. O mais impressionante é que eles nem precisavam começar a sessão de tortura, pois os próprios terroristas já confessavam tudo o que fizeram e mesmo o que não fizeram ou imaginaram fazer . Diz-se que o procedimento só não é mais utilizado nos dias de hoje pela oposição implacável da ONU e dos próprios torturadores, que também sofriam fortemente com o método.

Mesmo que se possa inferir que foi esplendoroso o sucesso do primeiro disco (para uma obra de Alucino-Gatinhos-Psicodélico-Peace-and-Shit-Suck-My-Balls), o segundo foi realmente o que mais vendeu: chegaram a incrível marca de 2 discos vendidos, que até hoje só perde para as vendas da trilha sonora do filme King Kong de 1938, para a trilha sonora do jogo Donkey Kongde 1995 e, não menos importante, para o primeiro disco do King Crimson de 1969. O disco do King Crimson discos chegou a vender 6 cópias e de brinde ainda se ganhava um chaveiro contendo a propaganda da borracharia do pai de Robert Fripp. Neste disco encontra-se grandes obras-primas do Rock Progressivo, peças clássicas como o "Melô do Pantagruel" e "My Planet, "Your Continent", "His Country", "Her City", "Our Neighborhood", "Their Street", "Do not piss in my house", "Do not have sex in my room", "Don't" (...).

Já pela época do Terceiro disco começam a aparecer em programas de TV como Super Pop e a dar entrevistas no programa da Hebe das Ilhas Nortistas Esquecidas da Europa. Neste disco,"More Than Friends!" ("Mais que fede!") conta a história de três amigos/coleguinhas/miguxos/amiguitos que faziam "troca-troca-ui!" na terceira série pelos corredores escuros do pátio aberto e que depois tomaram caminhos diferentes na vida. Um se tornou encanador, outro tornou-se caminhoneiro e o outro passou a ouvir Gentle Giant nas horas de banho (duas vezes por semana). De fato, uma historieta formidável.

No quarto disco, "Octopus",("Ó aí o que eu pus!") passaram a ser considerados permanentemente os mestres supremos do Rock Progressivo europeu, perdendo somente para Yes, Jethro Tull, King Crimson, Pink Floyd, Genesis, Camel, Focus, ELP, Weather Report, Magma, Van der Graaf Generator, Curved Air, Soft Machine, Caravan...e não mais que umas 30 bandas que infestavam a cena da época.

Hits como "The Boys in The Sauna"-"Jiboias na Sauna" e "Think of Me With Dirtness"-"Finca em mim esses dardos, né" certamente ajudaram a consagrar o Gentle Giant como uma banda singular e original. E como o próprio Ray Shulman declara, em sua autobiorafia ensebada em sebos já não existentes, Como superei meu vício em cogumelos por dois dias que até os dias de hoje, ouve várias vozes misteriosas levando-o a tendências suicidas, tudo devido a inúmeras reproduções da canção "Knots" (sem tradução).

E assim seguem unidos, a compor maravilhosas pecas musicais ignoradas pelo grande público, mas que serviriam ao menos de inspiração para os álbuns subsequentes e outras bandas de Progressive Rock que não tardariam a falir.

Há de se notar que as músicas do Gigante Gentil mais do que superavam a complexidade dos compositores clássicos como Mozart e Bach e faziam parecer um virtuoso jazz parecer um punk dos Ramones. Por essa razão o Gentle Giant se distinguia de quase todos os artistas do hoje, do amanhã e do ontem já ignorado, por ser simplesmente "indecifrável" a sua música. As notas se embaralham e multiplicam-se por mil, o ritmo se quebra a cada 0,33369 segundo em média, as composições são tão matemáticas e meticulosas metafísicas que nem os próprios músicos se lembram de como se toca 1/634640279 das partes das canções que compuseram. Talvez apenas o perfeccionista Kerry Minnear tinha alguma ideia vaga de como o fazer. Entraram para o livro dos recordes duas vezes consecutivas em se tratando de "O maior número de notas tocadas por uma banda em um quarto de segundo" que foi quebrado somente anos depois com o Dream Theater, banda conhecida no Brasil como "Drim Frita", alcançando a marca de 97262 notas em 18 escalas musicais diferentes em apenas um quinto de segundo.

Apesar do gigantesco sucesso na costa sudeste da ilha movediça da Micronésia -submersa desde 1979 - e de agregarem um número impressionante e aproximado de dois fãs e meio em cada continente terrestre por álbum lançado (sem contar as ilhas), o tempo ia passando e agora eles se viam bem próximos do início da década de oitenta e, como toda banda progressística que se preze, tiveram de falir e afundar o mais rápido possível, como já previa o Estatuto das Bandas e Músicos Progressistas Pródigos de Junho/1970. O último show foi devidamente escolhido para ser na já afundante ilha movediça de Micronésia, onde puderam tocar por 6 horas seguidas, com a água indo dos joelhos para a cintura, da cintura para os mamilos, e dos mamilos para a última xuxinha nos cabelos que seria destruída junto com os músicos.

Curiosidade: Se você tocar o disco In a Glass House ao contrário, você ouvirá o mesmo que se rodar de frente para trás.

Three Friends o Recomeço[editar]

Após o tráfico trágico desfecho do formidável grupo na aurora dos anos oitenta (ou seria no crepúsculo dos 70?), na misteriosa ilha afundante, cada integrante seguiu caminhos diferentes. Derek Shulman, por exemplo, contribuiu com sua voz afeminada no lendário disco de We Are The World junto a Elza Soares e Agnaldo Timoteo.

Depois desta bem sucedida participação, Derek viu no mundo pornográfico fonográfico sua chance de ser um aclamado produtor musical. Reza a lenda que Derek seria o principal compositor por traz de todas as músicas difíceis do Dream Theater. Isto é, todas.

Ray Shulman voltou a morar na casa dos pais e e tocar violãozinho nos churrascos da família. e hoje com 97 anos de idade conseguiu um emprego de estagiário em uma firma e disse em coletiva de imprensa que já almeja iniciar o curso turismo na Estácio de Sá

Garry Green, Kerry Minnear e Malcolm Mortimore, que até pouco tempo se juntavam pra jogar dama e bingo toda sexta à tarde na pracinha central, decidiram formar uma banda cover de Gentle Giant, pois devido ao Alzheimer, acabaram se esquecendo de que já haviam feito parte do grupo no passado.

Dessarte nasce o maior sucesso geriátrico das ilhotas britânicas: o Three Friends. Com isso voltaram a lamber papeizinhos, como faziam nos velhos tempos.

Kerry Minnear revelou numa entrevista para a revista Veja (junho/2009) que pretende fazer um álbum triplo conceitual, segundo ele; uma verdadeira obra prima progressística, com temas que permeiam o estilo de vida da melhor idade contemporânea ou seja, sobre Bingo, Andadores e Incontinência Urinária. Segundo o conceito, o personagem principal luta para chegar ao banheiro com seu andador antes do Bingo começar, e os demais tentam impedi-lo atirando peças de damas, oferecendo doces açucarados, com a intenção de matá-lo por overdose glicêmica, já que o personagem é diabético.

Integrantes[editar]

Segundo a Revista Veja, a capa do quarto álbum é repleta de simbolismo maia: o polvo representa a humanidade; o líquido representa a pureza... e o pote representa um pote mesmo.

A questão é curiosa, quantos foram os integrantes e quem realmente eles eram? O que mais se sabe sobre a banda é que ela era cheia de gente, mas a experiência com gatinhos era tamanha que sucedia que todos se esqueciam de quem era responsável por cada instrumento, uns começavam a dançar qualquer coisa, outros achavam que tinham que lembrar as falas e que personagem encenariam. E assim eles se apresentavam tocando o que lhes dava na cuca, uma vez que "restringir um músico a apenas um instrumento é como tentar fechar embalagem de rosca sem girar" (essas são as palavras do próprio Alfredo Neves. Muitas vezes, no meio das apresentações, os integrantes se perdiam no palco e ficavam confusos a respeito de qual instrumento iam tocar ou destruir nos próximos 30 segundos de canção . De qualquer modo, segue aqui uma modesta lista dos principais membros da banda e seus respectivos instrumentos, objetos de prazer e títulos honoríficos... Ou não.

Vivos (mesmo que não muito) e de paradeiro conhecido Ou não
  • Deko Shulmaço - vocais, saxofone, palmas alternadas, palito de dente e dedão do pé...Cantador Mirim do Festival de Ursinhos Tetraplégicos 1954.
  • Rayo Shulmaço - baixo, guitarra, violino, revista em quadrinhos do Homem-Aranha (não gostava do Capitão América), gemidos e estralos com a língua...Ganhador da Loto-Fácil 1959.
  • Kerry Minerva - Xilofone de loja de 1,99, vibrador, dança coreana e raquete de tênis (para substituir o vibrador)...Nenhum prêmio.
  • Gari Verde - mandoleiro, pugpug, narinas e crânio de boi (de vaca também) Campeão de natação nos jogos internos do colégio Darwin Experience 1964
  • Allen Ginsberg - bateria, berimbau, blong, cigatinho, espiral de caderno, marinari, uivos e percussão espiritual. Após não aguentar a vida fora do armário, resolveu nas horas vagas disfarçar-se de batucador e com isso ter a reconfortante sensação de viver novamente uma vida dupla. Dizem que as belas e complexas composições vocais da banda inspiraram o seu livro O Uivo, mas também pode ter sido o inverso.
Típico fã da banda
Desaparecidos (supostamente mortos ou leiloados)
  • Phio Shulmaço - Vocais, saxofone, trompete, clarineta, papel higiênico e lenço de nariz
  • Martinho Silva - bateria, percussão, beatbox, rebolados, pudim e salto alto
  • Malcolmido Morte-Morre - bateria, percussão, dança do ventre, fio de cabelo e tapas nas coxas (às vezes nos glúteos)
  • Ivan Pobre Nobre - Ovo frito, estrogonofe, chute no saco (bem forte)
  • Joana Marconi - Pente, escova, barba, afinação de bateria e pirataria de chinelos

Sempre que eram solicitadas as credenciais dos integrantes da banda, perdiam-se por volta de 60 horas para verificar que elas de fato existiam.

Sempre que eram solicitada pela vigésima vez seguida em dois dias as credenciais dos integrantes da banda, perdiam-se por volta de 60 dias para verificar sua validade.

Desde que foi solicitada pelos próprios fãs da banda pela milésima vez as credenciais dos integrantes da banda, perde-se por volta de 50 anos para encontrar as citadas credenciais.

Discografia[editar]

O Gigante Gentil segurando os integrantes da banda.Repare no colaborador especial Pequeno Duende Verde, tirado da revista de quadrinhos preferida de Rayo Shulmaço
  • Genital Giant (Genitália Gigante)
  • Acquiring The Taste (Acudindo a Testa)
  • More Than Friends (Mais que apenas Amigos)
  • Octopus (Oi o que eu te puis)
  • In A Grass Halls (Halls Sabor Cannabis)
  • The Power And The Glory (O Pó da Gloria)
  • Quier Hands (Mãos Frescas)
  • Interview (Entra ai viu!)
  • The Missing Piss (A Mijada Desaparecida)
  • Gigantic Genitalia For A Day
  • Civilian (Se Virem)

Ninguém lembra das datas, e temos sérias dúvidas se todos esses álbuns foram realmente lançados ou apenas imaginados.

Ver no YouToba[editar]

Ver também[editar]