Getúlio Vargas (Rio Grande do Sul)

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Gauchodanc.jpg Mas bah, tchê!

Este artigo buenaço e tri-legal é do mais puro humor gaudério dos pampas, vivente, então veste tua bombacha, recolhe teu pelego no galpão e toma um mate amargo com a gente, macanudo!

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Getúlio Vargas e sua base militar. Observe os dois mísseis nucleares, sempre prontos para uma ameaça de guerra nuclear.

Getúlio Vargas (Rio Grande do Sul)[editar]

Para começo de conversa, devemos inicialmente, de acordo com o ensinado em escolas e faculdades (mentira) devemos situa o leitor no espaço e no tempo. Assim quem foi esse tal de Getúlio Vargas?

Ele foi um cara que governou o Brasil (dizem) entre nos anos de 1951 até 1954, enquanto os EUA e URSS estavam 10.000 anos à frente, construindo e mandando para o espaço lugares desertos com suas super bombas de hidrogênio, esta ilustre figura mandava para o espaço nosso país sem precisar de muita tecnologia de ponta (de pica) e fazia algumas coisas que desagradavam os capitalistas sujos, mas que agradava os pobres que gostavam de ficar perto dele para bater sua carteira e assim como seu sucessor à cadeira presidencial meio século depois, o Lula Molusco, também levou o título de "pai dos pobres" e assim como este, usava de seus tentáculos para dar de um lado e tirar do outro, ficando por estas e aquelas razões o país 10.000 anos trás até mesmo da Somália segundo dados do IBGE de mil novecentos e noventa e tantos. Segundo contam (afinal não estava lá pra ver) o grandessíssimo herói da nação aniquilou-se com um tiro de 12 na têmpora (não têmpera seu burro, aquela tinta que você usa na escolinha), porque não aguentou a pressão dos home.

Com o paradigma do "pobre de poder" o pais prosseguiu sem ver o fim de seu mandato, mas aquela sensação que a nação tinha pelo seu líder pré-histórico-molusco, e todas suas ideias americanizadas de poder $ e modernismo e (mesmo sendo um país de analfabetos), iniciou um caminho sem volta de nomeação de ruas, becos, vielas, bordeis, banheiros públicos, praças, avenidas, escolas, estrelas, planetas, universos e o diabo a quatro com o nome de pessoas defasadas: Getúlio Vargas, Color de Melo, etc. E assim apesar de seus discursinho "inovador", soou como um alento, uma profecia para uma nação de abobados e trouxas, (pür que descendian de purtugueses pois oras) que se sentiram no dever de imortalizar seus feitos e sua liderança máscula para que nunca mais esquecessem como se fode um país.

Analogia[editar]

Getúlio Vargas recebeu esse nome (refiro-me a megalópole sua mula!) quando um grupinho de acéfalos que compunham a comunidade isolada de xingus dessas terras, há muito, muito tempo atrás, (1934) quando isto ainda se chamava Erexim (terra das Xinas) e resolveram começar a pensar por sí mesmos, sem precisar recorrer às xinas mestre da cidade bordel. Pensaram por meses a fio até que um cidadão (ou seria um nativo?) leu (?) no jornal entregue uma vez a cada década por mulas (e depois viria a intitular-se "Tribuna"), a notícia de que um novo homem estava em poder do país. Após repassar a informação de forma errônea a seus contemporâneos, dizendo que se tratava de um homem de índole, caráter e capacidade de liderança díspar, em favor dos pobres e oprimidos ao invés de apenas vender um discurso barato, todos o elegeram democraticamente, como o "abençoado" que viera para mudar os rumos do Brasil e nomearam aquele cu cheio de mato, com o nome de "Cidade de Getúlio Vargas", muito embora o "grande homem" jamais soube que aquele caguinho de mosca no mapa, tinha levado seu nome. Enquanto isso outros municípios ficaram puta-revolts e passaram a largar a cafetina Erexim para se auto proclamarem "emancipadas", embora nenhuma levou um nome decente, seus emancipadores preferiram dar nomes fáceis que qualquer pessoa com qi de -80 dessas cidades, poderiam soletrar: Água Santa, Áurea, Ipiranga, Estação e por aí vai.


História[editar]

Intitulada a cidade de Getúlio Vargas, ou também conhecida por seus habitantes recalcados como, "cu do mundo", por "serem apenas colonos", que afinal já nasceram com a vida ganha porque seus pais trilionários e velhos, morrem diariamente de câncer de pulmão por puxarem fumo desde os peitos da mãe, e herdam constantemente acres e mais acres de terras dos arredores, e também por ser cheia de analfabetos grossos, das unhas cheias de terra, como dizem muitas gurias frescas que alí moram e são metidas a patricinhas de filme americanos. O município conta com muitas atrações e com o comércio mixuruca de artigos diversos (Paraguai) que fomenta a vida feliz e cheia de estilo de seus habitantes (especialmente a playboizada falida) mesmo que sua ínfima existência não é sequer notada pelo Universo. Conta com algumas empresas que sobraram e outras que nasceram logo depois da principal embebedadora do povo local (Serramalte) fechar para sempre e deixar todo mundo abstemio. Antigamente, Getúlio Vargas era uma folia, uma zona de beira de estrada, (RS-135), casa da Mãe Joana que todo mundo fazia o que bem entendia, especialmente devido à péssima administração de seus prefeitos, mas claro, refletia principalmente um fator do pais com um todo. No entanto muitas décadas depois que a inversão (politica seu pervertido!) ocorreu e a Dilmãe ascendeu ao poder, sob nova direção a megalópole cresceu o suficiente para virar um município de verdade. A partir daí enquanto o pincel estava sendo passado pelo PT em todo o país, muitos investiram na construção civil, com o objetivo de abrir muitos motéis em pleno centro da cidade, já que haviam muitas zonas por alí mesmo sem ninguém se importar comn a fornicação até atrás da igreja central. Desse modo ergueram-se edifícios e mais edifício como ereções em praia de nudismo quando passa uma gostosa.

As principais atrações da cidade são um poste e o fim da avenida principal onde se reunem todos os cachaceiros da cidade para desfilar de carro zero (crise zero nessa cidade também), pegar uma ninfetas que dão moral até pra mendigo quando estão bebidas (mentira), e fazer sei lá mais o que nas penumbras por toda parte. Existe também alguns eventos populares como o motonatureza em janeiro, carnaval em fevereiro (quando todos resolvem soltar a franga e se mostrar para toda a colonada "macha" como se rebola estando de salto) e os showzinhos de fim de ano pagos pela prefeitura para dizer que o ano foi bom e dar uma boa explicação de onde foi parar o dinheiro no final das contas (públicas). Com todas essas características tão atrativas, pode explicar o porque o índice de evasão da cidade é tão baixo, menos de 10 pessoas por ano (ou o comodismo absurdo que toma conta desses baianos travestidos de gaúchos com a filosofia de "sombra, churrasco e cuia cheia é tudo que nóis qué").

Motonatureza[editar]

Logo ao virar as festas de fim de ano, já começa tudo de novo (a lá modo brasileira). Assim um bando de motoqueiros (eles piram no motoqueiro) que não tinha mais nada pra fazer de suas vidas porque já estavam aposentados faziam séculos ou ganhavam tão bem que não precisavam trabalhar mais nas suas empresas (e por isso fecharam todas das da cidade), tiveram a grande ideia de se juntarem todos os fins de semana na maior e mais badalada lancheria da cidade para encherem a cara e fazer borrachão com uma única GSX-1000 mil nocento e lá vai pedrada do grupo, exibir suas, CG-125 Titan, Fazer 250 e Pop-100, Biz e outra máquina potentes.

Numa bebedeira dessas de todos os santos fins de semana entre o fedor de fumaça de borracha queimada, fumaça de baseado e muito barulho acordando as velhinhas dos arredores (o que causou certos problemas que afetariam para sempre o futuro do encontro anual, tudo que começa mal, termina mau, ou nem sempre), um dos amigos resolveu inventar de criar um moto grupo para exibir sua paixão pelo fedor de borracha queimada e motor batendo biela de sua CG-125 por tantos borrachões.

Após o pessoal se reunir num abraço circular no meio da calçada, duros de bêbados e uns viados passando a mão nos seus traseiros, nasceu o "Andantes do Abaúna" (Andantes da Carnaúba como passou a ser conhecido vulgarmente), naquela fatídica quinta feira de março de 2000.

Depois disso o grupo composto por meia dúzia de animais das duas rodas encontrava-se regularmente na mesma lancheria (ou na casa dos outros integrantes), para discutirem e marcarem encontros, de motos é claro. E foi numa dessas viagens que surgiu certo dia a ideia de criar um encontro de motos na grande Getúlio Vargas, quando ficaram com inveja do maior encontro de motos feito no Paraná. Quando voltaram decidiram que fariam o melhor e "Maior Encontro de Motos do Alto Uruguai".

Dito e feito os empresários da vagabundagem reuniram-se e marcaram os dia que realizariam a sua suruba anual - encontro de motos, como naquele ano já estavam de saco cheio (ou vazio), procrastinaram um pouco resolveram deixar aquilo para o ano que vem. Quando veio o ano que vem (2001), resolveram deixar para o fim do mês para resolver e assim ficou marcado que todo o último fim de semana de janeiro realizariam a suruba, digo, encontro motocaralhistico do ano. Só faltava achar o lugar perfeito. O que não precisaram procurar muito, afinal havia a disposição um tal de Parques das Águas (conhecido por muito como motel a céu aberto), onde havia muitas árvores, córregos imundos e claro muita natureza onde poderiam se encontrar (no escuro) com outros motoqueiros, (inclusive o fantasma), encherem a cara e foder bastante, originando assim o criativo nome de "Moto Natureza" e que permanece ainda hoje 16 anos depois.

Infelizmente logo de cara o encontro foi um desastre, especialmente por que alguns amigos (ou namorados) sem noção acharam que poderiam nadar pelados no açude que lá havia e fazer sexo na água, o que levou um jegue a se afogar dois anos depois no local e assim pondo fim (temporariamente) à suruba motociclistica, digo Moto Natureza, que foi fatidicamente levada para o centro da cidade, na famosa praça, Flores da Cunha (Flores da Cuicuia).

Lá tudo ocorreu perfeitamente bem, porque os motoqueiros que vinham de tão distante, logo acharam o que comer, carne de primeira oferecida em toda parte da cidade, ao invés da carne seca dos seus amigos naqueles churrascos sem graça. Devido a isso os anos seguinte sempre foram um sucesso e cada vez vinham pessoas de lugares mais distantes para prestigiar o evento, especialmente a carne de qualidade e a cidade e muitos cidadãos compareciam para ver o evento, (afinal, a porcaria da cidade não tinha nada de interessante, senão como foi citado acima, um poste de 1900 e a puta que te pariu e uma avenida para beber até o dia seguinte). Alí o povo ficava o dia todo, ouvindo a barulheira infernal das GSX e CBR cortando o giro e fazendo borrachões o dia todo (pobre motocas) e o pessoal tendo que comprar aparelhos de surdez dias depois de comparecerem ao evento e precisarem queimar suas roupas porque o cheiro de borracha queimada penetrava até nos neurônios. Mas era animal!

O que era animal para uns, acabou sendo deveras animal para outros. Com o sucesso do surubão no centro da city, aquela velhinha recalcada que contei antes, mais o medinho do prefeito com as "pecinhas de porcelana" que foram compradas com o dinheiro do contribuinte, deixaram muitos em pânico com o vandalismo (que nunca aconteceu) e por fim a pressão de meia dúzia de boilinhas que não aguentava o barulho de dois diazinhos, forçou a realocação do encontro seguidamente, levando ao ódio a maioria do visitantes de caralhocentos quilometros que vinham para se divertir na cidade. Quando resolveram colocar o encontro no lugar onde tudo tinha surgido-A lacheria badalada da city- tudo se desmoronou, nem os motoviadinhos da propria cidade iam com suas máquina ao encontro, preferindo ir a pé ou de carro, levando a diminuição do público. Quando novamente realocaram para trás da prefeitura, foi o velório de um dos Encontros Maiores de Motos do Alto Uruguai, como o espaço era pequeno, não dava para realizar a suruba, digo encontro do jeito que imaginavam, aquele cheiro de macho pra todo lado, suado, fedendo a couro e chulé que ninguém aguentava e nenhuma mulher, e foi assim que terminou o Moto Natureza 2016. RIP 2001-2016.


Carnaval[editar]

Para alegria dos depravados da cidade, depois do moto natureza tem o carnaval na avenida (a mesma onde todos os fins de semana é praticamente acarnaval, um monte de carro alegórico, palhaços e ninfetas quase nuas). Celebrado como um dos maiores (não do Alto Uruguai, porque perde para Erexina), ele conta com a participação do público jovem, embora seja pago por todos os contribuintes que mais do que felizes, pulam para ver as ninfetas de calcinha ou biquini (e quiça quase de tetas de fora, só porque as mães não deixam) em cima de carro alegóricos escrotos e sem graça, empurrados pela pirralhada. O pessoal começa bater tambor quase meio anos antes para aprender a mesma batida de há 70 -sambar- anos. Enquanto as jovens rebolam e sapateiam como se estivessem sendo eletrocutadas, e os garotos descontando toda a raiva espancando os tambores sem parar por mais de uma hora, pobres crianças.

Há duas escolas (ou três), um com nome que parece dado pelo Silvio Santos - 70 Sambar - E outra, não sei o que da Zona Norte (não sei que zona norte, afinal só há um bairrozinho como tantos outros lá, e o pessoal não fala carioquês). Embora essas ao que parece o carnaval seja um meio de inclusão social para aqueles jovens, já que como foi citado não há nada útil e educativo na cidade se não um poste e uma avenida (não a Brasil). O pessoal lota todos os espaços para ver o "grande espetáculo cultural" da cidade, beber muitas skols até ver tudo rodar e até arriscar uns passos na avenida, enquanto os blocos carregam mensagens subliminares como "se não beber, não me dirija" uma clara alusão ao politicamente correto e que visa a educação da população no que diz respeito ao consumo de álcool.


Poste[editar]

O aclamado monumento número um da cidade, demonstrando toda sua utilidade atualmente ao segurar os fio da rede eletrica.

Assim como a toda pequena cidade, guarda suas peculiaridades (ou imbecilidades), Getúlio Vargas não poderia ser diferente, dentre ilustres pessoas que faziam parte da rotina diária como Micuim, Bob (Mas não o Bob Contrutor, da Série Pai de Família), Maguinata e tantos outros,havia um poste, sim um poste moçada. Há mais de 60 anos um poste ainda resiste aos entraves do tempo como memoria de uma ponte que havia por alí e que até hoje ninguém quis removê-lo. A solicitação partiu de moradores da rua, que vêem no poste a única lembrança de uma ponte que havia alí décadas atrás, (e provavelmente boas lembranças das transas que eles faziam debaixo dele na década de 50, se o Alzheimer ainda permitir lembrar). Hoje o poste foi reformado (com as cores mais escrotas do universo, pelo mau gosto da prefeitura como sempre em seus projetos...) e continua iluminando os caminhos e mentes dos cidadãos (ou nem tanto), embora seu passado foi apagado.


Ver também[editar]