Giovanni Pierluigi da Palestrina

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A INQUISIÇÃO ESPANHOLA MONITORA ESTE ARTIGO!!!

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Palestrina entregando ao Papa seu caderno harmônico, listando suas eliminações rápidas

Cquote1.png Seja puro meu neto querido, e tome este "chá" antes de falar com Deus Cquote2.png
Hildegarda de Bingen sobre Palestrina

Cquote1.png Coloco um acorde de 7º nas minhas Missas e me consideram profano... Cquote2.png
Bach sobre Polifonia

Cquote1.png Composição extremamente pura, minuciosa e sagrada. É um inspiração para mim Cquote2.png
Rachmaninoff sobre a composição da vodka

Cquote1.png São tantas dissonâncias que até chega a irritar-me! Cquote2.png
Schoenberg sobre TODAS as músicas de Palestrina

Giovanni Mário-Pierluigi Gaza de La Cappella Palestrina foi um membro ativo da Inquisição Espanhola da Itália e organista-chefe da Subdivisão de Eliminação Rápida de Conteúdos Profano-Auditivos da então primitiva Igreja Católica. Durante sua vida perseguiu ferozmente os defensores da Homofonia, movimento underground no qual se defendiam a utilização de uma voz ativa acompanhada de diversos simpatizantes passivos (num sentido mais restrito, também conhecida como Sauna Gay). Desenvolveu técnicas inovadoras puras de tortura e ajudou na reestruturação da Igreja durante a Contra-Reforma, onde artistas enrustidos procuravam mudar os moldes da civilização, pois o sistema estava obstruindo suas mentes (condição inaceitável para a evolução).

Infância[editar]

Antes de Palestrina surgir, a música na Igreja estava meio que sendo abusada pela Renovação Carismática

Palestrina nasceu nos arredores de Israel, na Península Ibérica, e foi encontrado por uma família suíça dentro de uma manjedoura, ás margens da BR 101, e criado pelos mesmos. Desde cedo mostrou aptidão para ser um bom sacristão, defensor dos valores morais e cívicos da família cristã. Teve contato com livros profanos (vide pornográficos) quando cursava o Jardim no internato Acarajé Feliz, e a leitura deles deixou Palestrina profundamente horrorizado, principalmente no que se diz respeito ao número de posições. Acreditava fielmente que Deus tinha nos deixado eretos (sobre 2 pernas, para os desentendidos) para que, num futuro distante, pudéssemos nos separar finalmente delas. Voltar as posições originais (de 4, no caso) seria um enorme retrocesso. Palestrina fora acostumado a sempre respeitar as leis do Painho ouvindo histórias como essa (supostamente de seus pais adotivos) e procurar dedurar todos os seus amiguinhos que desobedecessem tais leis. Com esta última informação já dá para saber que a infância de Palestrina foi enormemente terrível, pois ninguém gosta de um dedo duro (quanto mais um dedo duro com tendências crentes).

Adolescência[editar]

Também não é necessário dizer que Palestrina fora zoado até a alma. Mas sua alma era forte, e conseguiu superar isso e suas manias incontroláveis de adolescência SEM se tornar um emocore aMiguUuXxX. Além disso, mantinha sua cabeça funcionando lendo e pesquisando cada vez mais, até que "descobriu" que a única coisa que não pode ser descoberta por livros é a Transa Música. Sua sede de conhecimentos o levou a estudar Composição, Harmonia e (putz) Regência. Como se dedicou tanto ao aprendizado Palestrina ganhou uma bolsa de estudos na Capela Sistina, e assim saiu de sua cidade natal para se aventurar na bacanal Roma antiga. Chegando lá, Palestrina fora recepcionado pelo próprio papa (na época Pio XXX) e se tronaram grandes amigos, saindo todo o fim de semana para caçar bruxas no Coliseu. Além da Música, Palestrina começava a se interessar fortemente por Deus e de como um ser tão invisível pode ser influente em nossas vidas. Procurou ao máximo purificar suas músicas, mergulhando-as na água benta, e evocando qualquer tipo de Oxalá para abençoá-las (em troca de um guaraná, claro).

Palestrina enfrenta a resistência do lobby a favor do Canto Gregoriano. Tome isso, seu italiano revolucionário!!!

Seus fanatismo religioso começava a tomar forma quando Pio XXX ordenou que voltasse a sua cidade natal para levar a palavra e as notas de Cristo até aquela humilde população. Palestrina aceitou, e retornou a cidade com o intuito de rever sua vida.

O Retorno do Retorno[editar]

Palestrina voltou aos arredores de Israel e estava seguindo para o tabernáculo mais próximo para se purificar quando um míssil Scud embriagado de vodka é lançado "à Deus Alá" e cai a poucos metros do músico, além de destruir uma das milhares de igrejas Católicas da região. Como Palestrina tinha um coração bom (razoavelmente) ficou extremamente emputecido com o ataque e (seguindo o princípio Oriente Mediano de olho por olho, dente pór dente) começou a pesquisar como um louco a balística aérea e todo o seu arsenal, pesquisa esta que culminou com a publicação de seu primeiro Livro de Mísseis. Enquanto isso, no Vaticano rolava a maior anarquia discussão sobre quem sucederia o papa Pio XXX, que faleceu por "causas naturais" (vide: porque Deus quis...). Depois de muito sangue, suor e lágrimas, elegeram o novo papa Julho XV. Letrado em assuntos militares, o papa ficou sabendo do livro de Palestrina e o chamou imediatamente para o Vaticano para desenvolver um sistema capaz de perseguir e prender infiéis, para depois poder lhes oferecer uma indulgência batuta. Porém um acidente trágico aconteceu em um dos testes com as inovadoras Balas Soft, e o papa Julho XV morre porque Deus quis. Palestrina então perde o posto de kappelmeister e jura nunca mais trabalhar com armamentos novamente em sua vida. Começa a fazer bicos nas cidades vizinhas junto com a sua mulher, cantora amador, nos clubes de Jazz. Porém mesmo a vida miserável de Palestrina não o fez recuar nunca, e depois de passar num concurso público ele se torna diretor da Capela Sistina.

Últimos Anos[editar]

Ninguém esperava pela Inquisição Polifônica!!!

Palestrina estava satisfeito com a vida que levava, sempre compondo Vivace e Allegro. Como chegou num posto alto da hierarquia cristã, teve contato com diversos chefões da Igreja, e acabou por entrar na Associação Cristã do Bom Sonso Moral e Cívico, também conhecida como Inquisição Espanhola. Nos tempos que participou da Inquisição, Palestrina teve o privilégio de usar capas longas, chapéis bacanas e de poder andar no tanque blindado da época: o cavalo. Seguindo sua jornada através da Península Ibérica, Palestrina deve a oportunidade de conhecer o time do Barcelona, além de ordenar a construção de um enorme castelo de areia na cidade (que deixou nas mãos de seu amigo psicótico Gaudi). Após tantas viagens Palestrina começava a sentir saudade de sua cultura nata novamente. Consegue usando sua influência arranjar um barquinho com (pasmem) motor de popa e foge para Marrocos, onde encontra areia seca e terras vagabundas, igualzinho a Israel. Lá continua suas composições, só que agora utilizando um novo método de purificação musical: a destilação (especula-se que o tenha aprendido um uma suposta viagem à negócios até o Kremlin em 1555). Depois de tantas peripécias, Palestrina desiste de caçar bruxas (a ameaça emo só estava surgindo...) e adquire de Ali Babá uma tapeçaria, onde preparava tapetes mágicos para o sultão (e ganhando muito dinheiro). Não se sabe ao certo como ele morreu, mas existem teorias acerca de um colapso espaço-temporal ao tentar dividir um de seus madrigais por 0, fato que talvez o tenha sugado para uma outra dimensão. Caso isso realmente seja verdade, pode-se ter certeza que ele fora parar em algum canto obscuro do Reino de Deus...

v d e h
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